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O que você procura?

Não é sobre fazer ou não, querer ou não. Boa parte dos dilemas gerados por esse assunto, ou como nos sentimos sobre ele, estão ligados diretamente a desconstruir o que nos foi passado intrinsecamente pela educação, pelos valores patriarcais, por tudo o que nos poda ou nos julga a fim de nos fazer sentir mal.

O cara quis rachar a conta do Motel:  “Nossa, me senti mal mas não sei a razão”. Eu quis dar pro cara e dei de primeira: “E me senti tão mal e desvalorizada”. A gente transa de vez em quando, eu nem gosto dele, mas me sinto mal logo depois que terminamos o sexo: “Me sinto suja.” “Me sinto usada.” “Me sinto diminuída.”

São situações as quais, por muitos anos, as mulheres não passavam com frequência, ou mais certamente, nunca. As coisas vêm mudando e com uma velocidade tão grande que a gente acha que está acompanhando, mas se procurarmos  bem dentro da gente, há sempre um sentimento escondido ou uma impressão infundada, que nos faz refletir a respeito.

O sexo casual é exatamente um desses tópicos ainda meio dúbios, ainda meio tabu, ainda meio mal compreendido, mas que necessitamos esclarecer dentro de nós. O sexo casual é só pele, aquele sexo que pode rolar uma vez por semana, cinco vezes por semana e se não rolar nenhuma vez na semana seguinte e o cara sumir, ok (leia mais aqui). Porque é casual. Justamente por isso.

Aí, ele reaparece do nada, duas semanas depois querendo mais sexo, mais suor, mais calcinha no chão, mais tiro porrada e bomba. E some. E aparece. E aparece seguidas vezes, com frequência de peguete sério, mas sem ser. E desaparece. E aparece. Justamente por essa falta de constância, rotina ou regras, parece muito com uma armadilha que se apresenta despretensiosa. Mas que, caso você não esteja certa do que quer e de como quer, acaba te surpreendendo de uma forma negativa. Se apaixonar pelo cara que SÓ quer transar, é possível? Claro que é. Você quer isso para você? Claro que não.

A única regra que existe em relação a esse tipo de sexo é: saber qual é a vibe do momento no seu coração, no seu corpo, na sua cabeça. Apenas. Saber separar a carência de amor que a maioria de nós sente, separar também a procura constante a qual vivemos condicionados. Separar.  O sexo casual é só. Solitário à beça. Ele não pode estar atrelado a nenhum outro sentimento. Ele não pode ser confundido com nada além do que cruamente ele é.

Não há nada de ruim, nada de sujo, nada que vá te menosprezar ou te desmerecer enquanto mulher, nada difícil de deduzir. Seres humanos têm necessidades físicas e, sendo homem ou mulher, precisamos saciá-las. Somos animais acima de tudo, com instintos e nada de estranho há nisso. A gente merece gemer bastante, ter orgasmo, sentir o suor escorrer… Merecemos ter a mesma liberdade que, na teoria, temos de fazer o que bem quisermos sem sofrer nenhum julgamento ou sermos criticados.

Não se sinta mal, não se sinta esquisita. Não temos obrigação de fazer sexo casual apenas porque “todos” fazem, não devemos fazer caso não nos sintamos à vontade. E devemos, podemos fazer caso queiramos e estejamos certas sobre isso.

Imagem: Pinterest

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