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O que não te contaram sobre autoestima e relacionamentos

Nathalia Bonato

Colunista Superela

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Você já deve ter ouvido muito por aí: “antes de amar os outros ame a si mesma!”. Em tese, esse negócio já encheu o saco, né. Minha amiga, eu sei que é um grande clichê, mas nada mais verdadeiro do que isto. Não dá pra viver um relacionamento digno sem um mínimo de autoestima. E não é só relacionamento afetivo-sexual ou com nossos convivas mais próximos como amigos, familiares, colegas etc. É, principalmente, a forma com que você se relaciona com a sua própria vida. Tudo parece mais pesado quando a nossa autoestima está em baixa. E quem não passa por isso?

autoestima

“Você é melhor do que as suas inseguranças”

Pois é, a maioria de nós ainda não transcendeu o ego e está fortemente ligada a ele. Toda a questão da baixa autoestima vem da identificação com este ego, que é uma personalidade “falsa” que começa a ser formada à altura dos sete anos de idade. Ele é construído com base naquilo que nossos familiares dizem sobre nós, nossos professores, a mídia, as instituições e a sociedade como um todo. E nós acreditamos neles porque enquanto crianças não tínhamos outra referência. Afinal, eles não nos ensinaram a olhar pra dentro, só pra fora, pras aparências. Isso não significa que a culpa seja deles, porque isso era o melhor que podiam oferecer a você. Eles também aprenderam que o certo era fazer guerra e que deveríamos fazer o mesmo. Só que em algum momento isso fica tão insuportável que não por acaso você veio parar neste texto. Algo maior em você te chama. Algo em você já sabe que a sua natureza é a saúde, e que a doença é um desequilíbrio proposital para que a saúde seja buscada.

Entenda: a baixa autoestima não é o seu estado natural. A maioria de nós se resignou a aceitar a tristeza, a “luta infindável” para viver e a escassez como seu estado natural. E não é porque a maioria faz isso que significa que esteja “certa”. Em alguns casos números grandes iludem. Como diz o Osho, não é à toa que ditadores precisam de um grande número de pessoas acreditando neles para que tenham a ilusão de estarem certos. E não, o meu papel aqui não é dizer o que é certo ou errado, mas apenas questionar junto com você as mentiras que contaram sobre a gente e acreditamos nelas!

Eu não quero viver para agradar quem não é capaz de me respeitar. E te convido a fazer o mesmo. Por você, pela sua paz de espírito e por esse mundo maluco que ainda é palco desse monte de gente que insiste em cagar regra em nossas vidas. Por todos, eu te digo com o ar libertador de quem demorou muito, mas agora já aprendeu isso: Você não precisa ser o que esperam de você. Be whatever you want! Texto: Você não precisa ser o que querem que você seja – Thay França Tanure

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Agora voltando ao “ame a si mesma antes de amar aos outros”. Sim, é fácil falar, mas nada que uma boa prática não possa fazer. É impossível estar em um relacionamento digno sem estar em contato com a referência amorosa que emana de você. Sim, você possui uma referência amorosa dentro de você e que sabe o que é saudável para ti. Todos nós temos, mas devido aos fatores mencionados acima nós nos esquecemos dela. E sem o contato com essa referência você vai continuar aceitando migalhas de afeto das pessoas, porque acreditamos que essa referência está fora, no outro, e não na gente. Muitas vezes essas migalhas de afeto podem culminar em abuso físico. E é claro que não desejamos isso. Nem pra nós nem pra ninguém! E eu sei que você merece viver em dignidade e saúde. Todos nós queremos isso!

Talvez você esteja se perguntando o que fazer para ter a tal da autoestima elevada. Dizem tanto por aí que devemos nos amar mas nunca o que fazer para se manter na saúde. Bem, fórmula mágica não existe, mas algumas práticas podem ajudar. O auto-amor é um exercício diário, que deve ser mantido com carinho e paciência, assim como você rega uma plantinha para que ela cresça forte e saudável ou cuida do seu bichinho de estimação. Assim como você, também estou aprendendo a lidar com a minha autoestima. E foi exatamente isto que me inspirou a criar um e-book com algumas práticas e exercícios que podem ser incorporados no dia-a-dia e nos ajudar a manter a saúde emocional em dia 🙂

Cuidar da gente requer carinho e paciência. Assim como uma plantinha precisa de tempo para crescer, o mesmo vale para a nossa autoestima 🙂

Lembre-se: você merece todo o melhor que esse universo pode te oferecer. Quanto mais abundante de si você estiver, mais abundante de relacionamentos e de tudo você estará!


Agora que você leu este texto, que tal ajudar uma amiga no Clube Superela?

Nathalia Bonato

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