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Eu já tentei o suicídio (mas ainda bem que sobrevivi)

Marcela De Mingo

Colunista Superela

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Hoje não tem ‘oi’. Não tem ‘boa tarde’, nem uma piadinha pra começar esse texto de uma forma mais divertida. Hoje o assunto é sério e eu achei que ele merecia ser tratado assim.

Sabe, quem lê esses textos que eu escrevo para o Superela pode pensar que eu sou feliz, que eu escrevo bem e que tenho um emprego bacana. E é bem isso mesmo, eu sou muito, muito, feliz. Mas nem sempre foi assim.

Teve uma época sombria, em que eu pensei que acabar com a minha própria vida seria a solução para os meus problemas. Eu tinha certeza que a única saída para mim era morrer. Eu achava que a vida era horrível mesmo, que nada dava certo, que não valia a pena viver no mundo porque a humanidade não tinha mais salvação e eu sentia um buraco no peito que sempre crescia com velocidade alarmante todos os dias. Aquele buraco ia me engolir.

Pensar no suicídio pode parecer assustador. Pode parecer uma medida drástica e coisa de gente louca, fraca. Mas é muito mais comum do que a gente imagina. Não à toa, é a 3ª causa mais comum de mortes entre os jovens a partir de 15 anos. Pensa nisso comigo um minutinho: no mundo inteiro, o suicídio é a terceira causa de morte mais comum. Não dói só de pensar no tanto de gente que pensa como eu pensei um dia?

A minha história teve um final feliz. Sim, eu tentei o suicídio. Não, eu não fui bem-sucedida. Sim, eu tentei mais de uma vez. Não, não é fácil falar sobre isso. Mas eu precisei falar, porque essa foi a única forma que eu encontrei de pedir ajuda.

Ninguém consegue ler a nossa mente ainda, a ponto de descobrir o que a gente tá pensando sem que a gente fale. No meu caso, eu fui atrás de quem poderia me ajudar. Fiquei assustada com o rumo que a minha vida estava tomando, comecei a terapia e o tratamento para depressão. Hoje, quase dois anos depois da minha primeira sessão com a psicóloga, eu posso dizer com todas as letras que estou curada da depressão e que esses pensamentos não passam mais pela minha cabeça.

Tem horas que a gente tem certeza que tá sozinha, que ninguém entende o que a gente tá sentindo, que tá tudo horrível. Mas isso não é verdade. A gente nunca tá sozinha. Nunca mesmo. É só a gente tentar, por um segundo que seja, deixar as vozes na nossa cabeça falando sozinhas e olhar pro lado, sempre tem alguém disposto a ajudar.

E se você não consegue ver, tudo bem, a gente te ajuda. Aqui no site você pode recorrer ao nosso Clube Superela, um lugar incrível e cheio de mulheres maravilhosas que vão tirar um minutinho da vida delas para ouvir o que você tem a dizer e te devolver palavras de força e conforto. E se isso não for o suficiente, você pode recorrer a um dos nossos Super Profissionais, que com certeza vão ficar felizes em te ajudar a sair dessa. Porque a verdade é essa: existe uma saída.

Se eu pudesse terminar esse texto falando uma única coisa, seria exatamente isso: você não está sozinha. Isso tem saída, e eu confio na sua capacidade de encontrar a luz no fim do túnel. Vamos juntas, ok?

OBS: este texto foi publicado pela primeira vez na nossa Newsletter, em agosto! Se você quiser receber mais textos como esse na sua caixa de entrada, pode clicar aqui para fazer a sua assinatura!

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