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“Vou começar do princípio”. Geralmente, é o que sempre se espera, não é mesmo?! Só que eu nunca fui adepto ao previsível, então, vamos direto ao ponto. Um dia eu ouvi, em minha aula de matemática, que um milhão vezes o zero seria zero e que todos os números que se multiplicassem por ele não mudariam nada, persistindo o mesmo resultado.

O que eu nunca imaginaria é que tal frase poderia ser impactante no que se refere também ao amor. Isso foi o que aprendi alguns anos mais tarde ao correr meus olhos sob um texto de Tati Bernardi. O que ela queria demonstrar é que, como a mesma diz no texto, não se deve colocar intensidade onde não tem nada. Isso nada mais seria do que dizer que não devemos nos doarmos demais em uma relação que não tem possibilidades de crescer (leia mais aqui).

Embora isso pareça um tanto lógico, nós seres humanos temos uma predisposição enorme em fazer merda e querer impor sentimentos. A imensa vontade de enfiar goela à baixo sentimentos nossos e tão somente nossos em outras pessoas que, muitas vezes, nem sequer estão no mesmo ritmo. O que ocorre é que, como já mencionado, não sou adepto ao previsível. Então, sou totalmente favorável ao fazer valer, ao impor, ao demonstrar sentimentos (leia mais aqui). Intensamente mesmo, sem pausa, sem mimimi, sem frescura.

Temos tão pouco tempo aqui, que abrir mãos de loucuras e de sentimentos tão verdadeiros – sendo eles efêmeros e nada duradouros ou não – seria como apunhalarmos a nós mesmo – ou se fôssemos samurais, cometeríamos um “hariquiri”.

Então vai lá, caralho! Como ouvi em uma música há pouco tempo atrás, um pagodinho – sim, seja eclético e ouça de tudo um pouco, faz bem às vezes – com a seguinte frase: “ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé”. Quer coisa mais intensa, mais vontade de viver do que a mensagem de uma frase assim?! Esqueça o que te aflige, o que te empurra pra baixo e até os que julgam sua forma de viver. Ninguém sabe o que passa dentro do seu coração e da sua cabeça, julgar é muito fácil pra quem vê as coisas do lado de fora.

Então viva intensamente, se joga, “toque o Foda-se”. Vai lá, erre, persista no erro, erre novamente e erre mais quantas vezes você quiser errar. Aquela premissa de “errando é que se aprende”, cabe muito bem aqui. Determinados erros são tão gostosos, não é mesmo?! Se permita errar muito então. Prefira dormir arrependido do que com vontade! Essa é a maior lei da vida que devemos ter como lema. Eu sou assim e você?

Imagem: Sara Herranz | Pinterest

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