Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

“Quanto tempo uma pessoa demora para pegar algumas garrafas?”, penso, ajeitando as fichas no centro da mesa. Dou uma última olhada, conferindo tudo. Os potes com salgadinhos já estão cheios, as cartas e as fichas organizadas, agora só falta o idiota do Daniel trazer as cervejas para começarmos a jogar.

Sábado de final de mês, como sempre apertado, não deixou outra opção além de apelar para uma noite de poker para matar o tédio. Nossa noite de apostas. Daniel – ou Dan, como costumam chamá-lo na faculdade – e eu moramos no mesmo prédio e costumamos fazer bastante coisas juntos por termos gostos bem parecidos. O que é engraçado, já que eu sou do curso de biologia e ele do curso de música. Mas, indiferente à isso, nos damos realmente bem e tenho que admitir que ultimamente temos passado muito tempo “grudados”.

Ele é um cara muito legal e tudo, mas tenho certo receio de que essa aproximação toda acabe em mais do que apenas amizade (leia mais aqui). Ok, tenho que ser sincera em dizer que Dan é uma delicia e, parando para pensar, até que não seria de todo o ruim. Porém, mais do que os beijos que trocamos, ultrapassar a barreira do sexo talvez não seja uma boa ideia. Bem, é só o que eu acho.

– Desculpa a demora – ele diz, surgindo repentinamente na porta.
– Foi fabricar a cerveja?
– Tive que descer na loja de conveniência para comprar mais. Foi mal…
– Certo – sorrio – Se foi por esse motivo, está perdoado.

Dan dá seu característico sorriso e põe as garrafas sobre a mesa. Com seu boné virado para trás, a camisa estampada e bermuda, ele parece um garoto desleixado. Eu gosto disso. Gosto desse seu jeito tão largado e próprio. Assim como sua mania de achar graça em tudo e não saber a hora de parar de rir, por mais que muitas vezes seja irritante ou acabe trazendo problemas. No entanto, preciso dizer que talvez essa nossa amizade não tivesse sentido caso ele não fosse assim.

– Vamos começar? – ele pergunta, tomando a cadeira.
– Vamos.

Sentados de frente um para o outro, observo enquanto Dan embaralha as cartas, tentando parecer os profissionais do ‘Poker Stars’.

– Vai logo com isso! – digo, rindo.
– Para de ser estraga prazeres! – retruca – Me deixa embaralhar.
– Vamos perder metade da noite nisso.
– Vamos nada…

Como uma criança mimada, ignora e volta a embaralhar. Eu rio e continuo observando o quão concentrado está só para bancar o fodão.

– Me diz – Dan se pronuncia – Nós vamos apostar alguma coisa?
– Apostar o quê? – indago – Se for dinheiro, pode esquecer. Lembre-se que estamos aqui por falta de grana.
– Mas qual é a graça de jogar poker sem apostar?
– Sei lá – dou de ombros – Tudo o que eu tenho são alguns biscoitos e chocolates. Quer apostar comida?

Daniel me observa por uns segundos, como se estivesse pensando, mas logo dá atenção para as cartas. Uma por uma, distribui sobre a mesa e ao colocar o restante no centro, solta:

– Strip-poker.
– O que? – arregalo os olhos.
– Vamos jogar strip-poker.
– Dan. – encaro-o – Você sabe o que é strip-poker?
– Óbvio que eu sei.

Novamente, eu o encaro. Strip-poker? Onde ele quer chegar propondo isso? Ah, claro, como se eu não soubesse. Por um instante, penso em negar a ideia, mas do jeito que Dan é péssimo em poker, até que me aproveitar da situação para ver o seu corpo pode ser interessante. Quem eu quero enganar? Tô louca pra ver onde isso vai dar.

apostas

– Ok – digo – Façamos isso.
– É sério? – pergunta, meio desacreditado.
– Ué?! Você que propôs, só estou concordando.
– Está certo. – lambe o lábio e sorri – Vamos jogar.

Abrimos as cervejas e começamos a rodada. Por incrível que pareça, Dan me deu uma combinação muito boa e tenho quase certeza que vou ganhar a primeira e ele terá que se livrar dessa camisa.

– Mostre o que tem. – digo.

Apreensivo, coloca as cartas na mesa e como imaginei, eu ganho. Mostro as minhas cartas e ele solta um suspiro. Acho que também já esperava por isso.

– O que eu tiro primeiro? – pergunta.
– Pode ser a camisa.

Daniel levanta e, botão por botão, abre sua camisa e eu quase caio para trás quando seu peitoral fica à mostra. Dou uma bebericada na cerveja tentando abaixar o calor que sobe entre as minhas pernas, mas as elevações do seu abdômen não estão ajudando muito.

– Já estou prevendo que vou acabar pelado. – ele comenta, sorrindo.
– “ESSE É O OBJETIVO, DANIEL!”, penso.
– É só a primeira rodada – falo.
– Espero melhorar nas próximas. Não vai ter graça nem uma eu ser o único sem roupas aqui.
– Então… – entrego as cartas e pisco – Faça o jogo ficar divertido.

Dan respira fundo e recomeçamos. Entretanto, as rodadas prosseguem e a falta de sorte do meu amigo também. Garrafa atrás de garrafa e peça atrás de peça, Daniel está somente vestido com sua cueca e o boné, enquanto eu tirei apenas o casaquinho que usava sobre a camiseta.

A visão do seu corpo tira toda a minha concentração e só o que consigo pensar é que quero ele me pegando forte em cima dessa mesa. O calor entre as minhas pernas é tão grande que estou lutando para que o meu amigo não perceba isso, mas da forma que estou movendo as pernas inquietas de um lado para o outro, não duvido que ele já tenha percebido.

– Royal Straight Flush!!! – grito, batendo as cartas na mesa.
– Você tá brincando?! – arregala os olhos, pasmo – Impossível!
– Impossível é essa sua falta de sorte.
– Merda! – respira fundo – Ok. Jogo é jogo.

Ele levanta, todo contrariado, e leva os dedos até o elástico da cueca. Hesitante, me olha de relance e toma toda a coragem para descer a peça, porém, eu acabo detendo.

– Vou te dar mais uma chance – falo – Tire o boné e sente.

Visivelmente aliviado, Daniel joga o boné no chão e seus cabelos castanhos caem sobre os olhos. Aí, que visão!

– O que foi? – ele pergunta.
– Nada. Agora, senta.

Entrego as cartas outra vez e um sorriso se abre no rosto do meu amigo. Seu olhar encontra o meu e antes mesmo que eu possa dizer qualquer coisa, ele joga a sequencia e solta:

– Straight Flush!

Assim como ele, meu sorriso se alarga. Finalmente!

– Vamos, pode tirar a camiseta. – ele manda.

Levanto. Disposta a realizar a vontade que vem me consumindo, ao invés de tirar a camiseta como provavelmente presume, eu tiro a calcinha por debaixo da saia, bem devagar, e rodo no dedo. Daniel engole seco e observa a peça rendada girando e girando. Se remexe inquieto na cadeira e respira com força, dando-me total certeza de que ficou excitado.

Sem paciência para mais uma rodada, dou a volta na mesa e paro diante ele. Nos observamos por uns segundos, mas o meu olhar é atraído para o volume mais do que aparente em sua cueca. Um volume muito satisfatório, diga-se de passagem.

– Vamos mudar a aposta? – pergunto, remexendo seus cabelos castanhos.
– Para qual?

Sua voz grossa faz meu corpo todo tremer e, involuntariamente, acabo suspirando. Suas mãos grandes desfazem o botão e o zíper da minha saia e abaixam a peça até cair nos meus pés, e eu chuto para o lado. Me segurando firme pela cintura e com o rosto na altura do meu púbis, passa o nariz suavemente na minha pele e dá uma mordidinha, arrancando-me mais um gemido.

Seus dedos deslizam na lateral do meu corpo, sobem e descem, desvendando cada pedaço de mim. Sua respiração forte bate contra a minha pele e, novamente, sua boca alcança meu monte vênus e o morde.

– Diga… – murmura – Para qual aposta?

Suas carícias juntamente com o seu olhar felino não me deixam raciocinar, sequer falar coisa com coisa (leia mais aqui).

– Vamos fazer o seguinte…

Num movimento rápido, Daniel levanta, me pega nos braços e coloca sentada na mesa.

– Dane-se as apostas!

Sem cerimônias, mete-se entre as minhas pernas e me beija. Sua língua é ansiosa, exigente, mas tão doce que eu poderia saboreá-la pelo resto da noite sem cansar. Suas mãos possessivas movem meu quadril de encontro ao seu, friccionando nossos sexos, fazendo-me despejar meus gemidos sobre os seus lábios e meu desejo de tê-lo crescer mais e mais. A vontade de sentir por completo gritar.

Minha camiseta e sutiã por fim são descartados no chão, me deixando com os mamilos livres e rígidos à mercê do meu amigo, que não perde tempo em enfiá-los na boca e sugá-los com verdadeiro deleite. Acaricia, beija, chupa. Brinca com os meus mamilos sensíveis, prendendo-os com os dentes e passando a ponta da língua, molhada e quente, bem devagar. E mais… E mais… Esbanja-se com os meus seios enquanto sua dureza roça na minha boceta descoberta e me faz delirar de prazer.

– Você é saborosa, sabia?! – sussurra contra os meus lábios – Deliciosa…
– Dan…
– Quero devorar você…! – ofega, apertando-se contra mim – Da cabeça aos pés, quero você todinha!

Acalorada, alucinada e tudo mais o que essa maldita voz me causa, meto a língua dentro da sua boca e o consumo. Enfio os dedos entre suas madeixas e o trago para mim, várias e várias vezes, tomando tudo o que quero. Sinto seu pau pulsando de tanto tesão, cobiçando meu corpo, almejando nosso prazer. Suas mãos grandes e másculas voltam a remexer meus quadris, fazendo-me rebolar e demonstrando toda a sua vontade de me foder até estarmos cansados e suados.

aposta

– Você gosta? – murmura – Gosta?
– Sim, eu… Eu gosto…

Com os olhos nublados de desejo, a respiração tão ofegante quanto a minha, Daniel livra-se da bendita cueca que atrapalhava nossa brincadeira e ficamos ambos nus. Ansioso, me empurra de encontro a mesa, afasta meus joelhos e desfruta do meu sexo. Primeiro com os dedos e depois com a boca. Sua ávida língua me faz amor por incontáveis minutos.

Lambe, chupa…
Entra, sai…
Sobe, desce…
Literalmente, devora-me.

No limite, praticamente grito seu nome, e seus olhos me encaram debaixo. Ele não fala, mas sua respiração forte e curta me faz entender que também já não pode mais, tanto que levanta e puxa meu corpo para a beirada da mesa com certa brutalidade. Pega seu pau maravilhosamente duro e quente pela base, desliza e acerta a cabecinha do no meu clítoris, e só o que faço é gemer e contorcer, lutando para não me perder no mar de sensações intensas que esse homem é capaz de me causar.

– Você quer que eu te foda? – pergunta, colocando um pouco e tirando – Quer?
– Quero… Oh, sim… Como quero…
– Muito?
– Muito!

Daniel umedece o lábio e o morde, dando um impulso para frente e me penetrando de vez (leia mais aqui). Meu corpo inteiro estremece. Eu grito, ofego, suspiro. Agarro seus braços e deixo que sua dominação me leve.

Suas mãos afastam ainda mais minhas pernas e seu corpo vem de encontro ao meu. Mais… Mais… Mais… Escorrega para dentro e para fora. Me toma, me abre, me domina. Sua virilidade me invade com força e rapidez enquanto seus lindos olhos atentam-se ao vai e vem dos meus seios, como se estivesse hipnotizados por esse movimento.

Uma, duas…
Cinco, seis…
Dez, onze…

Seu pau deliciosamente rígido me possui e eu ofego, ofego e ofego, dando à ele toda a minha paixão. Nossas respirações se unem e crescem. Ele fecha os olhos com força e aumenta a velocidade das estocadas, solta o ar entre os dentes, e começa a tremer. Sinto que chega no mais profundo do meu prazer.

Aperto as unhas na pele de seus braços. Meu corpo todo retrai e, no instante em que um turbilhão explode no meu interior, solto meu alivio gritando seu nome e dando meu orgasmo. Daniel morde o lábio com força, me pega pela cintura e aperta contra o seu corpo, e seu gozo me toma como sua. Um gemido brota do fundo da sua garganta e ressoa ao pé do meu ouvido, fazendo-me – milagrosamente – gozar outra vez e amolecer em seus braços.

Suados, ofegantes e cansados, ficamos abraçados por uns segundos, mas logo um beijo na bochecha me faz voltar à tona.

– Dan…
– Se eu soubesse que uma noite de poker terminaria assim, teria sugerido antes. – ele ri e dou um tapinha no seu ombro.
– Idiota!

Ele ajeita uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e, gentilmente, beija a minha boca.

– O que acha de continuarmos com a noite de apostas? – pergunta – Podemos jogar na banheira agora.
– Acho que uma aposta a mais não faz mal, não é?! – sorrio.

Daniel ergue-me da mesa, e depois de mais um beijo, vamos em direção ao banheiro.

Imagem: Pinterest

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