Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Na medicina existe uma grande diferença entre sintoma e sinal. Sintoma é o que o paciente apresenta ou reclama na consulta. Sinal (ou indício) é o que médico descobre ao examiná-lo. Os homens são como eternos pacientes de primeira viagem. Você pode perceber coisas num homem sem que ele sequer desconfie, mesmo que afirme que ‘sofra’ de amor. Afinal, quem planta videogame colhe um pé-na-bunda. Dor-de-cotovelo é um sintoma; babaquice é um sinal. E, claro, há os organismos hospedeiros, alguns conhecidos como ‘testosteronosus bobus’ que podem ou devem ser evitados pelas mulheres. Então, coloque seu estetoscópio do amor que a consulta hoje é de graça.

1. Viciado em selfie

Uma foto ‘selfie’, de vez em quando, vá lá. Numa festa, num show, numa viagem. E só. Mas aí, quando o cara começa a tirar uma selfie no… espelho, no almoço, quando acorda, quando dorme, tipo o cara que acorda de madrugada e posta uma selfie ‘insônia'(sim, há desses), sabe? E aquela selfie que o cara estica o braço, olha pro lado, como se fosse uma terceira pessoa tirando a foto (sim, terceira, porque há o próprio selfista, o ego e o amigo imaginário incidental)? É grave, muito grave. Pensa que se esse cara te chama pra sair ou começa a te paquerar, como suportar uma quarta pessoa num triângulo equilátero egocêntrico? Como diz um amigo da coluna, em corrida de dois o segundo é o último. Sai fora desse tipo, manda ele argofuckhimselfie.

2. Ratinho de academia

Treininho, serizinha, proteininha, cardio, shake, whey, repetição, intervalo, descanso. Aminoácido, creatina, taurina, cafeína, efedrina, carboidrato, gordura trans, glúten. Se você sobreviver a um diálogo com esse cara, aceite o convite para sair. Para jantar num vegetariano irado, beber suco de água, arroz cru e uma saladinha fresca diretamente da horta da Cynthia Howllet. Se esse tipo de cara te chamou pra sair, você é gata. (eles não gostam de barangas, só se forem ‘gostosas’ tipo a mulher de um pagodeiro oxigenado). Isso é bom, claro. Mas a abordagem dos ratos de academia, como puxar papinho sobre abdominal na bola, cadeira extensora ou abdução de ombro, pode acreditar que o cara só vai ficar nesse assunto. Do tipo que chega falando alto na academia com fone grande no ouvido, malha em três aparelhos ao mesmo tempo, sempre pede pra revezar, provavelmente tem desconto na mensalidade, e ‘atua’ sempre por ali. É amigo ‘de geral’, boa pinta e tudo, e faz aula de localizada de só de fanfarronice. Vai adorar falar de dieta com você, mas vai ficar nisso.

3. Que nunca tem dinheiro pro motel

Talvez toda mulher já tenha passado por isso: sair com um pé-rapado. Há diversas situações onde é possível comprovar o índice de pão-durismo do sujeito. Mas vamos às clássicas.

a) vocês saíram, beberam e decidem ir pro motel. Tudo certo. Você desconfia, só desconfia, que pode ficar estranho quando o cara escolhe a suíte mais barata. Em frente. O sexo é bom, beleza e tal, incia-se aquele ritual de vestir a roupa, os dois com cara de elevador. Pedem a conta e na saída, voilà: sabequequié, meu cartão não tá passando, tem como ‘a gente’ passar no seu e depois eu te dou? Mas ‘qualquer coisa’ eu dou jeito, tá?

b) saíram do bar e vão pra casa dele. Ele pede pra vc falar baixo e que espere um pouco. Tira os sapatos e na ponta dos pés vai na frente, como se estivesse abrindo caminho na selva. Passa pelo cachorro velho no canto da sala, pelo relógio, e sussurra: tranquilo, minha mãe já dormiu!

c) já no carro, depois do bar, começa o rala e rola. Vidro embaçado, luzes apagadas, só o rádio ligado baixinho, a única luz. Sacanagem tá boa, mas quando o cara abre a calça, você já entendeu que não vai ter motel nem casa nem porra nenhuma. Como vocês já transaram no carro, aliás, sempre no carro, você desconfia que o cara ou é comprometido ou não tem grana pra te levar num lugar decente. É claro que transar no carro é maneiro, mas só quando espontâneo. Marcar trepada no carro é, no mínimo, suspeito. No good.

4. Homem que se depila

Se o cara não é um Tony Ramos ou o Capitão Caverna é, no mínimo, estranho. Homem que depila peito e barriga pra ‘ficar’ mais sarado, que depila a perna… Não entendo o motivo de um cara depilar a panturrilha, por exemplo. Não digo ciclistas ou nadadores profissionais, porque a fricção dos pelos na água e no ar pode influenciar no desempenho, etc. Ok, acredito, beleza. Mas me explica por que um cara que não vive de piscinas ou celins raspa a batata da perna? Pra ficar ‘lisinho’? Enfim, parece que depilar perna, peito, sobrancelha, virilha hoje em dia não é mais exclusividade das mulheres. Portanto, cabe a vocês escolherem se querem dividir pinças e cêras ou compartilhar pêlos e pentelhos com os seus respectivos namorados, casos ou maridos. Não tenho nada contra metrossexualismo, mas quando um homem é vaidoso a beleza da mulher fica em segundo plano. Afinal, é como diz o Mano Brown: ‘a mãe dos pecado capital é a vaidade

5. Homem gato-mestre

Essa é a pior raça. Sabem de tudo, conhecem tudo, já fizeram quase tudo (não tudo, porque não quiseram), já foram a tudo. Não querem saber de você, sobre você ou onde você quer ir ou foi. O trabalho deles é mais importante, o cansaço deles é maior, afinal, eles conhecem mais a vida do que você. E isso cansa, claro. Esse tipo de cara não paga e leva, vai de graça nos shows, tem um carro irado, um emprego foda, amigos maravilhosos, vai a festas espetaculares e sempre pergunta se você entendeu a piada, o jogo, a entrelinha, o assunto, a discussão. Não que tenha importância, apenas para ele lhe explicar ‘novamente’, com aquele ar de superior. Aí, não presta atenção no seu novo corte de cabelo, nos brincos novos, que você foi promovida no trabalho e que semana que vem faz um mês que vocês estão saindo. E quando você reclama, lá vem ele com suas explicações de efeito e firulas. Mas você é necessária pra ele. Tanto quanto a rainha da Inglaterra.

6. Homem que fala: ‘aff, pronto falei!’

Esse será, num futuro próximo, seu concorrente. Se já não o é!

7. Homem que maltrata garçom

Vocês saem pra jantar, tudo no maior clima de romance. O cara abre a porta do carro, te buscou pontualmente em casa e vocês agora estão num restaurante bacana, aquele que você disse que tinha muita vontade de conhecer. Reserva confirmada, maître sorridente, tudo caminha em direção a uma noite especial, afinal é a melhor mesa da casa.

Os cardápios são entregues como convém a cartilha. E o seu date se dirige ao garçom, com arrogância: ‘vamos escolher e já te chamo, ok?’ E passa a examinar o cardápio com cara de conteúdo, sempre olhando a coluna da direita em vez da esquerda. O garçom volta sem ser chamado e pergunta se já escolheram. O cara faz cara feia, franze a testa e diz que não. Mas pergunta se vai demorar e se irrita ao ouvir que a média é de quarenta minutos. E aí escorre novamente o veneno: pergunta se vão pescar o peixe, se preparam a massa na hora, se matam o boi na cozinha, se tem horta atrás do terreno, se o galinheiro tá sem galinha… Mas o pior não é ele ser grosseiro com um funcionário, mas como ele muda ao voltar a se dirigir a você. Simpático, engraçado, gentil, inteligente: um típico psicopata que tranca a mãe em casa, tem ciúmes da irmã e acabou de conseguir um emprego que pague bem.

Enquanto isso, você vai percebendo que, além de ficar em segundo plano na noite especial romântica, de comer uma comida sem prazer, seu date é o pior tipo dos falta-de-educação: os que pensam que ter uma. É uma conta cara e se ele não se oferecer para pagar, rache. É pagar pra não se aborrecer. Nunca mais.

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Foto: www.pinterest.com/superelaoficial

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