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Saí de casa há cerca de quatro anos. Desde então já passei por uns oito lares (sejam fixos ou temporários). Minha antiga vida no interior de Minas hoje é uma lembrança boa que me dá saudade de vez em quando, mas em nenhum momento me arrependo do dia que juntei minhas coisas e parti.

Morar sozinha é um aprendizado constante, é quando a gente põe em prática tudo o que nossos pais nos ensinaram e passa a ser inteiramente responsável pela vida que leva. Por isso, quero compartilhar algumas lições que aprendi desde que deixei meu amado lar mineiro:

1. O tempo diminui a euforia

Uma das coisas que mais nos atraem quando pensamos em sair de casa é a liberdade de se poder fazer o que quiser e ir aonde quiser, quando quiser e com quem quiser. A questão é que você até pode passar um tempo comendo X-Bacon no café da manhã e chegando em casa às 5 da manhã em uma quarta-feira, mas vai acabar concluindo que é necessário estabelecer alguns limites.

2. Automotivação

Pais são grandes motivadores, durante nossa infância e adolescência eles sempre estão lá pra nos lembrar das coisas que devemos fazer, embora não sejam prazerosas. Assim, morando sozinha , quando o alarme toca às 6 da manhã, ninguém vai te obrigar a sair da cama. Quando você tiver uma prova difícil, ninguém vai checar se você está estudando. Quando a pia da cozinha estiver suja, nenhuma palavra mágica vai limpá-la.

3. Você se torna mais precavida/cuidadosa

“Pega o casaco”, “não esquece o guarda-chuva”, “gira a chave duas vezes pra trancar a porta”, “tá levando um lanchinho?”, subestimamos essas instruções até que começamos a segui-las por conta própria.

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4. Resiliência

Sempre temos dias bons e ruins, e nos dias ruins é um consenso que o colo da nossa mãe é o melhor remédio, ou seria, se ela não morasse a 6 horas de viagem. Por isso, quando o dia for de cão, a combinação jantar-banho-cama é a melhor opção, embora existam boatos que chocolate e cerveja também ajudem.

5. Empenho para socializar

Ninguém consegue viver totalmente sozinho, e estar longe da família é um fator catalizador na hora de fazer amizades. Antes que você perceba, as solitárias noites de sexta estão cheias de compromissos e aquela pessoa com quem você mal conversava já se tornou seu novo irmão ou irmã.

6. Desenvolve compaixão e empatia

É mais fácil a gente se colocar no lugar do outro ou ser solidário com alguém que precisa quando também passamos por momentos de sufoco, quando temos que nos virar para cuidar de nós mesmos.

7. Aprende a respeitar/conviver com as diferenças

A maioria das pessoas passa por repúblicas ou divide um apê quando sai de casa. Embora não seja fácil, conviver com pessoas diferentes pode ser uma grande oportunidade de aprendizado e de exercício da tolerância e paciência. Devemos sempre lembrar que as outras pessoas também têm que lidar com os nossos defeitos.

 

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Foto: www.pinterest.com/superelaoficial

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