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Aproveitando a comemoração do Dia Internacional da Mulher, resolvi relembrar 3 grandes mulheres da história que lutaram, cada uma a sua maneira, pelos direitos de igualdade, pelas causas sociais e tiveram relacionamentos diferentes ou conturbados e foram além deles, reinventando-os. Muito longe de serem ofuscadas pela fama de seus parceiros, desenvolveram a sua autonomia emanando luz própria! Inspire-se:

1. SIMONE DE BEAUVOIR

Escritora e filosofa, um dos nomes importantes do feminismo, escreveu o célebre ensaio “O segundo sexo”, fazendo um retrato do papel social da mulher, mostrando a opressão a que estavam submetidas. Simone foi companheira de Jean Paul Sartre, famoso filósofo e teve com ele uma relação que atualmente consideraríamos “aberta”, já que ambos tiveram outros parceiros durante a vida, mas mantinham profunda intimidade e afinidade intelectual. Foram companheiros até a morte de Sartre.

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2. FRIDA KAHLO

Foi uma importante pintora mexicana, que a despeito de sua relação com o mais famoso pintor de seu país, Diego Rivera, desenvolveu sua arte baseada na sua intensa vivência emocional e na cultura popular de seu povo. Frida padeceu muito durante a vida: teve poliomielite na infância, sofreu um horroroso acidente na adolescência que marcou sua vida por cirurgias e dores. Nunca pôde engravidar e pintou nas telas os vários abortos que teve. Frida era uma mulher de temperamento forte, assim como Diego, e por isso mesmo o relacionamento dos dois foi bastante conturbado. Morreu jovem, aos 47 anos. No final do século XX a arte de Frida Kahlo foi redescoberta mundialmente.

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3. DIANA FRANCES SPENCER

Lady Di. A princesa mais famosa dos últimos tempos foi um exemplo de como construir a sua identidade própria mesmo ocupando uma posição bastante limitante na realeza britânica. O divórcio com o Príncipe Charles, o primeiro na sucessão do trono marcou a sua autonomia, coragem e busca de satisfação emocional. Aproveitou a sua imagem e inserção social para lutar por causas importantes, como o combate à Aids e às minas terrestres. Foi um símbolo de elegância e filantropia. Sua morte trágica, em 1997 foi lamentada por bilhões de pessoas no mundo todo. Até hoje é reconhecida como “a princesa do povo”.

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Fotos: pinterest.com/superelaoficial


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