Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










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A vida imita a arte ou a arte imita a vida? Em qualquer um dos casos, sabemos que filmes são muito mais do que uma simples distração. Confira as cinco coisas sobre o amor que o cinema nos ensina de graça, sem ônus e com uma pitada de diversão.

1. SE AINDA NÃO DEU CERTO, É PORQUE NÃO CHEGOU AO FIM – DE REPENTE É AMOR (A LOT LIKE LOVE, 2004)

Todo mundo teve, tem ou terá (assim mesmo, nos três tempos verbais) aquele amor com cara de impossível, que vai e volta, parece drama mexicano e é sempre desalinhado em relação ao timing alheio.

Esse filme mostra, justamente, os desencontros entre duas pessoas que poderiam ficar juntas se não dependessem do tal momento certo para isso. Ao mesmo tempo, ele te faz entender que, independente de tudo isso, se você quiser mesmo ficar com alguém e se essa for a pessoa certa para sua vida, o destino dará seu jeito. É o método Hollywoodiano de transmitir o velho conselho da sua avó de que “tudo acontece na hora certa”.

2. RELACIONAMENTOS SÃO NATURALMENTE MALUCOS E IRRACIONAIS – NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA (ANNIE HALL, 1977)

Woody Allen nos dá o melhor conselho desse filme em forma de uma velha piada, na qual um homem diz ao seu psiquiatra: “Doutor, meu irmão é maluco, ele pensa que é uma galinha”. O médico diz: “Então, porque você não o interna?”. E o homem responde: “Bem, eu o internaria, mas acontece que preciso dos ovos”. A piada recebe ainda uma reflexão de Allen: “Assim é como me sinto sobre relacionamentos, eles são completamente irracionais, malucos, absurdos, mas continuamos, insistimos porque nós precisamos dos ovos”. E quem não precisa, certo?

3. TODA DOR DEVE SER DEVIDAMENTE VIVIDA E PODE SER SUPERADA – A DELICADEZA DO AMOR (LA DÉLICATESSE, 2011)

Imagine conhecer o amor da sua vida da forma mais fofa possível, casar-se com ele e perdê-lo em um breve período de tempo? Pois é o enredo inicial deste filme (não, não é spoiler!). Mas o que interessa mesmo nele é a forma como a protagonista Nathalie (Audrey Tautou) lida com a dor e com a superação que vem com o tempo, e com a vontade que ela tem de virar a página, obviamente. Além de nos mostrar que o amor pode surgir em qualquer lugar e em qualquer pessoa, desde que estejamos dispostos a vê-lo e permiti-lo.

RESPONDA: Compensa investir em um amor que um dia já deixei passar?
RESPONDA: Ele não é carinhoso, mesmo depois de 2 anos de namoro

4. ACEITAMOS O AMOR QUE PENSAMOS MERECER – AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL (THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER, 2012)

Mesmo que esse filme fosse ruim (coisa que não é) já valeria a pena por esta frase. Quantas vezes não nos conformamos com pouco e aceitamos do nosso lado uma pessoa que não tem nada a ver com a gente, porque acreditamos que aquilo é o “melhor que podemos conseguir”? Não falo aqui de aparência física ou de status. Mas de se contentar com alguém que não nos trata como merecemos, aliás, como verdadeiramente merecemos, já que, muitas vezes, deixamos de enxergar isso por falta de autoestima.

5. TUDO NA VIDA TEM COMEÇO, MEIO, FIM E RECOMEÇO – 500 DIAS COM ELA ((500) DAYS OF SUMMER, 2009)

Deixei este por último porque, pra mim, ele vale por umas dez sessões de terapia. O filme aborda a idealização, que muitas vezes criamos sobre as pessoas, nosso jeito de olhar para o passado e enxergá-lo melhor do que foi de fato (o que acaba nos prendendo a ele), as expectativas que criamos com base nos comportamentos do outro, que seriam vistos como comuns se não estivéssemos apaixonados, enfim.

O sofrimento de Tom (Joseph Gordon-Levitt) gera identificação e nos ensina o que a música sertaneja dos anos 90 já tentou mostrar a algum tempo, “que amores vêm e vão, são aves de verão”. Portanto, não há melhor remédio para um pé na bunda do que uma dose de realidade de “500 dias com ela”, já que, ao mesmo tempo em que ele te desperta do coma da alienação sobre seu ex-relacionamento, te deixa com a esperança de que “há mais peixes no aquário”.

E se você já não acredita em romances possíveis fora das telonas, lembre-se de mais uma frase do filme: “É amor, não Papai Noel”.

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Imagens: giphy.com

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