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O que você procura?

Você, uma vez na vida, já passou por um relacionamento que a virou do avesso, fez perder noites de sono, chorar, achar que ia morrer, sofrer, lastimar, se intrigar com familiares e amigos, perder a noção do tempo e até achar que você era uma ninfomaníaca pronta para acasalar em qualquer momento hahaha.

Normalmente, esse tipo de relacionamento acontece na adolescência, digo normalmente, mas, pode acontecer em alguma outra fase da vida de alguém. A maioria das pessoas que passam por um relacionamento desse tipo amadurecem muito, em escalas estratosféricas, ganham dimensão de aspectos importantes da vida como a carreira profissional, individualismo e amor próprio.

Muitas vezes, esse aprendizado é tanto que passam a exigir muito dos futuros parceiros, não aceitam nenhum defeito dantesco do outro, começam a ter relações superficiais e passam a não viver profundamente uma relação que poderia dar certo. O sentimento que sentem é de obrigação, ocasionalmente, e não de prazer em estar com o outro.

E o que fazer quando o coração gela? Quando não se consegue mais se envolver de forma verdadeira em uma relação? Dar um tempo a si mesma, ficar só, se curtir, procurar viver outras experiências na vida, viajar, fazer novos amigos, fazer sexo sem compromisso e deixar claro para o outro isso, se dedicar ao trabalho e à vida profissional, apreciar-se mais, cuidar-se mais, se doar mais, se descobrir, procurar o seu novo ou até mesmo o seu antigo eu. Somos humanos e mudamos, vivemos nessa constante mudança e nada como buscar sempre se conhecer mais.

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Coração fechado é como gelo, precisa de tempo pra esperar derreter. Isso não é nada anormal, são coisas que acontecem com quase todo mundo. Quando se entregam demais em uma relação, por exemplo, e acabam saindo com a identidade perdida, isso acontece muito, quando se doam e anulam-se e quando esquecem de colocar opiniões e vontades.

Essas pessoas têm medo de se perder novamente e passam a pisar em ovos. Eles estão errados? Óbvio que não. É necessário a cautela que não existiu em um relacionamento em que só houve entrega sem retorno, e ficar de fora da relação nas primeiras semanas ou dias, analisando se a pessoa é realmente o que você quer e se é isso que você quer.

Muitas vezes, quando o coração fica gelado por um tempo e volta a bombear e amar novamente, está sem a mesma intensidade e sofrimento de antes. Os que ficaram congelados por um tempo acham que não vão conseguir amar e se entregar da mesma maneira, já que não sentem mais tudo como era antes. É verdade, não irão mais amar da mesma forma, pois a maturidade e inteligência emocional os colocaram em um patamar novo em se tratando de relacionamentos, e esses sentimentos mais racionais passam, muitas vezes, um ar de relação superficial. No começo isso pode acontecer, mas com o tempo se nota que se pode amar, se apaixonar, se entregar, amar com o cérebro e não com a impulsividade. Se doar por querer e não por medo de perder.

Não existe nada mais sadio do que amar com o pé no chão, acreditando na realidade, observando atitudes e não escutando palavras e se entregando sim, de corpo e alma, mas com a cabeça no lugar!

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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