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Não, você não precisa de um marido nem de uma cria pra ser feliz. Por mais que tentem te convencer do contrário, não acredite nesse absurdo. Você é uma pessoa inteira e não depende de ninguém pra ser completa. Vai por mim.

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Toda mulher solteira que já passou dos 25 já foi questionada de forma extremamente invasiva, pelo menos uma vez na vida, sobre casamento e ter filhos. E seria cômico se não fosse terrivelmente constrangedor. Na maioria das vezes, essas cobranças partem da própria família da moça (irmãos chatos, tios do pavê, avós do tempo do onça, cunhados malas e sem desconfiômetro), que insiste na ideia de que um status de mãe e de casada é necessário para a mulher ser realizada na vida. Que é mais importante do que a carreira profissional e os estudos da moça. Apostam mil dinheiros que isso é a felicidade pra ela. E com isso, boicotam o direito de escolha dela sobre a própria vida. Isso é no mínimo preocupante.

Independentemente de religiões ou criação, as pessoas têm desejos individuais que, muitas vezes, são diferentes do senso comum. Nem toda mulher quer “formar uma família”. Tem mulher que quer viver na pista mesmo. Tem mulher que quer um bebê, mas não agora. Tem mulher que gosta de mulher, simplesmente. E não, não é falta de pica. Tem mulher que sonha com uma casa cheia de filhotes de quatro patas. Tem mulher que almeja viajar pelo mundo – e com três rebentos a tiracolo é bem mais complicado. Tem mulher que tem mania de limpeza e têm outras que são insuportavelmente desorganizadas – o que torna a convivência com outro ser humano totalmente inviável. Tem mulher que é independente e/ou individualista demais pra dividir o próprio espaço – e não há nenhum problema nisso.

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Encarar com normalidade esse tipo de cobrança é ser a favor da maternidade e do matrimônio compulsório. É reforçar a ideia machista de que mulheres estão no mundo apenas para servir e reproduzir. Pra suprir as necessidades de um homem e para ser cuidadora integral de uma pessoa por pelo menos dezoito anos da vida dela. E nós somos muito mais que isso. Somos trabalhadoras, somos amigas, somos filhas, somos o que quisermos ser – e ninguém tem absolutamente nada a ver com isso.

Ninguém tem que meter o bedelho nas nossas decisões, ninguém tem que vir pra cima da gente com papo furado de “relógio biológico”, ninguém tem o direito de exigir justificativas das nossas escolhas e, não menos importante, ninguém pode tentar fazer as mulheres se sentirem culpadas pela vida que decidirem levar.

Não permita que uma sociedade machista e hipócrita imponha regras sobre os seus relacionamentos e o seu corpo. Pois qualquer que seja a decisão tomada, a mulher sempre será criticada pelo patriarcado. Mais vale viver a vida do jeito que lhe convém, do que do jeito que os outros esperam. Cada um sabe a dor e a delícia das próprias escolhas. E, antes de qualquer coisa, elas devem ser, no mínimo, respeitadas.

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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