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Doeu, doeu. Agora já não dói… Quer dizer…

Quando um amor não dá certo (e cá entre nós, temos mais amores errados do que certos nessa vida) a gente sofre, por inúmeros fatores. E quanto mais você deposita, acredita e se entrega a uma relação, mais doloroso é o fim. Isso não deve nos impedir de viver nada. De nos permitir amar. Mas como diria o poeta (alguns dizem ser Carlos Drummond de Andrade, outros Martha Medeiros e tem a fonte que indica Tim Hansel… Como não sei quem é, deixo aí a escolha aberta): “A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.” E eu não posso concordar mais.

Acredito que quando amamos muito, mais intensamente, sem amarras ou pudores, nossa dor tende a ser maior. Mas nossa decepção, menor. Talvez não a decepção com o outro, já que isso varia com as circunstâncias, mas decepção com nós mesmas. Porque nos encontramos numa estrada terrível onde carregamos nossos sonhos desfeitos, o coração partido e uma história desejada, mas DIFICILMENTE vamos pensar que deveríamos ter feito mais. E nem devemos.

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Por isso, sou bastante contra regras. Leis de conquista. Isso não existe. Somos tão diferentes! E os homens também tem suas distinções. E, por mais que a gente possa separar ótimos “o que não fazer” ou o “que fazer”, nunca podemos ser extremistas. Não dá pra falar ‘NUNCA’ ou ‘SEMPRE’ quando falamos de pessoas. Então, tudo bem, a gente sabe que é melhor não dar a louca e ligar de cinco em cinco minutos para ele, mas tampouco posso dizer que não exista caras que curtam. Porém, esse é um assunto para outro dia, vamos nos ater ao fato do término, seja qual for o motivo que nos levou a ele.

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Acho que logo após a desilusão/término tudo bem a gente ficar na fossa. Afinal, quem não fica? Sei que as pessoas tem maneiras diferentes de lidar com seus sentimentos, mas é importante sofrer. Aquele momento que você desafoga suas mágoas e coloca para fora. Vale a pena se dar esse tempo para chorar mesmo as pitangas. Talvez o chororô dure uma noite ou um dia, talvez chegue a durar uma semana. Mas não se permita chorar mais do que isso. Não é porque você sente dor que você vai sofrer. E como seria isso? Simples. A dor vai estar lá, o coração machucado, aquela pontada ao lembrar da pessoa… Mas você não precisa permitir que seu dia-a-dia fique em volta disso. Posso estar machucada com o X, mas não preciso fuxicar as redes sociais do X. Não preciso procurar saber se o X está com outra. Não preciso ver fotos do X.

Talvez a dor dure muito tempo. Talvez meses. E nunca vou condenar essa dor, mesmo que seja de anos. Desde que a dor não enraíze sua vida. Faça planos para você, os conquiste. Sorria, faça coisas que você gosta, veja e conheça pessoas, pense, principalmente, naquilo que você sempre quis fazer e ainda não fez. Porque a dor não precisa ser sua companheira só porque ela existe. E você vai perceber que a dor vai ficando cada vez menos presente, mais silenciosa, mais branda… Até que ela suma. E que ela suma! Porque ela precisa sumir. Cedo ou tarde. E a gente precisa entender que todo final é um espaço para o recomeço. Então recomece. Toda porrada que a gente recebe é um aprendizado que a gente leva. Vamos amadurecendo e nos preparando para coisas melhores.

E vá aos poucos com essa recuperação. Às vezes, queremos tanto nos livrar da dor, que transformamos ela em raiva e deixamos de ver o nosso “ex” como uma pessoa com quem vivemos coisas boas e transformamos ele num monstro sem que ele mereça. É mais fácil não sofrer por alguém que não nos respeitou. Mas não faz bem para nossa história destruir a imagem de quem nos fez bem. E lembre-se, o ódio é muito mais próximo do amor do que se pensa. Odiar alguém pode muito bem ser uma máscara para o verdadeiro sentimento que ainda se tem. Se dê tempo. E respeite o quê você viveu. Aposto que assim, o presente pode ser muito mais claro e tranquilo. Mesmo que nele a gente tenha uma dor para ser cicatrizada.

O limite da sofrência é o suficiente para zerar as lágrimas. Zerar a pena de si mesma. Zerar o achismo de que o mundo não tem mais graça. Já o limite da dor… só o tempo pode dizer.

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial


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