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O que você procura?

Quem nunca fez papel de trouxa que atire o primeiro origami. Todo mundo, em algum momento da vida, já sofreu por isso. E o objetivo, nem de longe, é julgar quem passou por tais coisas. Até mesmo porque se eu fosse parar pra pensar em cada situação em que fui boba e abaixei a cabeça, faria cortinas quilométricas de papel de otária. De todas as cores, formas, espessuras e tamanhos.

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Quero que saiba que a forma como agia diante das pessoas no passado não define o seu comportamento no presente. Você não precisa permanecer a mesma. Pelo contrário, mudanças são necessárias e saudáveis. Principalmente aquelas que visam o seu bem-estar, a melhoria da sua autoestima e a sua felicidade. E claro, sempre vai ter alguém pra dizer que “você mudou demais”, que “antes você era mais legal e agora vê problema em tudo”, que assim como o mundo, “você tá ficando chata”. Quer saber? Manda um foda-se arial, negrito e itálico tamanho 48 e não deixe isso te atingir.

Você não é obrigada a continuar nesse namoro que te faz chorar – de tristeza, que fique bem claro – o dobro do que sorri. Você não precisa fazer a social com aquela tia que destruiu o seu psicológico te comparando com outras pessoas na adolescência, dizendo que você não seria nada na vida. Você não pode permitir que seus pais escolham pra você a carreira de engenharia, sendo que você é “gente de humanas que faz um monte de coisas que não dá dinheiro”. E danem-se os cifrões, é isso o que você ama. Você não tem o dever de permanecer com as mesmas amizades da adolescência, só porque na época tinham interesses em comum – como Backstreet Boys, Britney, Spice Girls e Bon Jovi – mas hoje vocês se tornaram pessoas totalmente diferentes. Que tal começar a guiar as próprias escolhas de vida?

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Sim, eu sei que é difícil. Que infelizmente somos educadas para sermos dependentes, submissas e reativas, em vez de construtoras da própria história. E que não basta simplesmente crescer pra que essas crenças sejam uma página virada na nossa nada mole vida. É complicado pra caralho. Mas uma boa notícia: você não está sozinha nessa.

Quando nos reconhecemos como os seres maravilhosos que somos, passamos a nos bancar com a maior autenticidade possível. Deixamos um pouco de lado as expectativas dos outros e passamos a viver mais pela gente. E uma mulher poderosa, aquela que não é subserviente, boazinha e beira o patético, é criticada. É taxada como ruim, grossa, mandona e antipática. Mas isso não a afeta. Sabe que isso não passa de uma péssima tentativa de controle das pessoas.

Enquanto escrevo esse texto convidando você a se empoderar, o tempo está passando. E eu garanto: não é fácil, não é confortável no início, você vai ter perdas e ganhos (como tudo na vida) e também não é imediato. Mas é necessário e libertador. Que tal começar a se livrar agora dessas crenças e prisões internas? Bora ser ainda mais feliz?

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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