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Já dizia o poeta que falar de amor todo mundo fala, eu digo que escrever sobre amor poucos fazem com maestria e hoje eu vou falar sobre o tal do Amor Platônico.

Eu tenho certeza de que você já viveu um amor platônico ou pelo menos já ouviu falar. Atire a primeira pedra a pessoa que nunca viveu um amor sem o outro saber, nunca se “apaixonou” sem nem ter falado com a pessoa amada (que pode ser alguém da faculdade, colega de trabalho, etc), criou uma história, romance, imaginou fotos, viagens, declarações de amor, momentos lindos juntos, mas nunca colocou isso na esfera da vida real, ficou no perfeito mundo das ideias, a pessoa não tem noção de que tudo isso passa dentro de você. Se identificou né?!

Pois então, como tudo na nossa vida, o amor platônico também tem suas raízes e elas vêm da filosofia, mais precisamente, de Platão. Para quem não sabe, Platão era um filosofo grego do mundo antigo, viveu no período de c.427-347 a.C. Nasceu em uma família nobre de Atenas, seu verdadeiro nome é Arístocles, mas foi apelidado como Platão que significa amplo. Platão tem várias ideias bem conhecidas ao redor do mundo e dos tempos, e para explicar o amor platônico, escolhi falar da sua ideia de amor.

Para Platão, o amor é Eros (termo grego), amar é desejar e desejamos aquilo que é perfeito, que nos falta, seja o que não temos, o que não somos ou o que não conseguimos realizar, assim, quando amamos, desejamos algo que não conseguimos obter, que é perfeito. Mas, caso um dia consigamos obter, deixa de ser desejo e amor.

PARTICIPE: Eu acho que confundi tudo…
PARTICIPE: Me afastar ou deixar rolar?

É aquela máxima utilizada hoje em dia, a gente quer aquilo que não tem e quando tem não quer mais. O amor platônico é aquele amor que não envolve, não se aproxima e não te toca, cheio de fantasias e idealizações, onde só existem coisas boas, o que, caindo pra realidade, é impossível, já que a vida tem seus altos e baixos e ninguém, nem nada é perfeito.

Platão diz também que a visão nos afasta das coisas, do que elas são, nos confunde e nos distancia do ser, uma busca pelo ideal. É necessário olhar para as coisas com os olhos dos sentidos, os olhos do ser. O amor platônico vive no mundo das ideias, nos confunde e nos distancia da realidade.

Fácil se identificar com Platão né?! Quantas vezes nós não vivemos amores platônicos que poderiam se tornar amores reais, quantas vezes não olhamos com o olho orgânico e nos esquecemos de olhar com os olhos dos sentidos? Agora que você já sabe da onde vem o amor platônico e o que ele representa percebeu que já viveu vários né? E aonde eles te levaram? O que eles te acrescentaram? NADA! Isso mesmo, portanto, querida leitora, vá viver um amor real.

É gostoso viver um amor platônico? É sim, não há quem discorde, mas muito mais gostoso é viver um amor real, é ter um corpo pra descobrir, uma vida para contar, risadas e carinho. Seu amor platônico não vai te levar a lugar nenhum, já seu amor real, te leva em lugares inimagináveis.

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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