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“Quem quer pau, quem quer pau, quem quer pau”, entrei cantarolando no quarto, com o meu na mão, num movimento que ainda me causará LER; ela se perdia entre olhares e risadas de inconformismo, afinal, havia negociado uma foda, e não um stand up nada engraçadinho. Aliás, deixe-me contar: sou michê… Garoto de programa, puto, prostituto ou outras denominações que você queira usar, podendo ser amor, amante, personal fucker ou pirocaria – seguindo a tendência gourmet de adicionar “ria” ao final de tudo.

Para situá-los: aquela que rira era uma cliente nova, que estava um tanto quanto apressada ao telefone por sinal, na certa por haver alguém ao redor, o que fez com que falasse meio sussurrado. Confesso ter me sentido um pouco Mario Alberto ao ouvir aquela mulher dizer “eu quero foder”. Eu quero, tu queres… Nós queremos: acertamos trinta minutos de fast foda, que poderia não ser ideal, mas enganava bem.

Voltando a este conto que eu lhes conto. O ar de comédia dissipou-se rápido naquele local. Talvez o fato de ter uma rola a frente envesgando-lhe os olhos, o que fez um tesão absurdo encharcá-la, tenha contribuído para a mudança de postura. De praxe, foda-se os nomes, eu não perguntei quando atendi ao telefone, nem perguntaria agora que se postava diante de mim – não perguntei nada, na verdade -, apenas disse singelamente: “Contanto que não me enfie nada rabo adentro, faça o que quiser”.

Sentou-se na beirada da cama e abriu as pernas, roçando-se com três dedos por cima da calcinha; puxou-me suavemente para mais perto pelo meu pau e iniciou uma punheta delicada, carinhosa, quase como a hábil mão de uma namorada que deseja relaxá-lo faz, aproveitando para olhar no meu rosto o quanto eu estava apreciando aquilo – ah, porra… Não é porque faço o que faço que não gosto de carinho! O melhor foi que na medida em que os toques em si iam se intensificando, aumentava o ritmo em mim. De punhetação para a chupação foi um piscar: engoliu-me fazendo uma sucção literalmente do caralho. Já usou bomba peniana? Nem eu, mas a sensação deve ser aquela… E era bom demais. As bochechas eram sugadas para dentro do rosto enquanto a língua prensava a chapeleta contra o céu da boca, tudo para comprimir ao máximo o espaço ali dentro e dar uma sensação prazerosamente claustrofóbica. Depois, descia os lábios úmidos rola abaixo, mais ou menos até a metade, e retornava àquele belíssimo movimento compassado na cabeça. Mesmo com toda a experiência que possuo, sou obrigado a dizer que um boquete bem feito ainda me tira do sério, e que não dou desconto por conta disso.

Com o tempo curto, contrariando minha vontade de encher de porra aquela boca de modo que gerasse pigarro esbranquiçado para uma semana inteira, sugeri que partíssemos para o fight logo. Eu não farei uma grande descrição da anatomia da minha cliente, contudo, digo-lhes que era uma MILF perfeita, dessas de brilhar os olhos de garotos que estão descobrindo o quão legal é bater punheta com a mão dormente.

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“Alguma posição?”, questionei-a como bom cavalheiro, e ouço o tradicional “frango assado” como resposta, fazendo com que eu descartasse o kama sutra mentalmente. “Boa escolha”, falei como um sommelier de foda. Pego a camisinha e me distraio tentando acertar a parte do picote da embalagem, tempo o suficiente para ela se jogar na cama, colocar as pernas num ângulo de noventa graus e deslizar a calcinha até que a retirasse por completo, enfiar os dedos médio e anelar na buceta e ainda gemer. Resumindo: eu devo ter demorado para caralho para colocar a camisinha.

Encapado, fui à direção dela, tomei-a pelas ancas a trazendo para mais perto e abri suas pernas. Lord que sou, encostei a cabeça na entrada e coloquei aos poucos, quase um pedido de licença, nada de invasão bárbara, sentindo toda a temperatura daquele corpo. Quando todo dentro, percebi algo que se alternavam entre contrações e relaxações bem ritmados. “Pompoarismo”, perguntei-a, ao que me respondeu com um risinho safado e um sim bem baixinho – já falei que tenho as melhores clientes? Comecei um vai e vem bem afinado com o dela, que levantava sutilmente o quadril facilitando ainda mais o movimento – estávamos tão íntimos que quase perguntara o que teríamos para o jantar.

Eu me apoiava nos meus braços, ela passava as mãos sem parar por mim enquanto jogava a cabeça para trás e mordiscava o lábio abafando o gemido a cada empurrada, o que aumentava meu tesão e a vontade com que eu a enfiava, que, por sua vez, fazia com que gemesse mais, o que ajudava ainda mais a aguçar o que já estava aguçado… E entramos num ciclo finito de estocadas e sons. Quando dei por mim, eu não estava mais com o corpo apoiado sobre os braços, pelo contrário, estava totalmente deitado sobre ela, puxando a cabeça ainda mais para trás pelos cabelos, o que expunha um pescoço gostosinho de se beijar, e a outra mão repousando na clavícula, forçando-a contra mim quando eu a penetrava. Suas pernas entrelaçavam-se no meu quadril, ajustadas, apertando-me para dentro dela.

Eu realmente a comia com muito gosto, qualquer coisa que ela me oferecesse eu comeria: buceta, cu, boca ou até a cavidade auricular se estivesse disponível e entrasse a cabecinha. Meu rosto se encontrava afundado no travesseiro, talvez para não desconcentrar, algo meio primitivo. Bombava ininterruptamente. Suas unhas, então, deviam desenhar algum quadro nas minhas costas com contornos pouco convencionais, algo meio Picasso – mas não manjo muito de história da arte. Seus gemidos abafados se libertaram e viraram gritos, um tal de aaaah, aaaah, aaaah seguido de um huuumpf mais longo. Avisei-a: “Porra, vou gozar”. Quando eu enfio mais forte sinto a sensação tão única da pequena morte, além de toda uma geração de médicos, advogados, jornalistas, hipsters e mais uma caralhada de coisa nadarem dentro de um reservatório de látex. Ela, por sua vez, tirou-me de cima dela rapidamente e, tal qual uma pessoa tomada por um doce veneno do escorpião mais viroso do mundo, recolheu-se em posição fetal com a mão na buceta, paralisada… Se aquilo não era um orgasmo, era infarto, porém, um suspiro me aliviara o peito ao saber que foi a primeira opção mesmo.

Depois disso, nada muito interessante, seguiu-se o protocolo: banho separado e roupas vestidas. Não havia muito tempo para trocar intimidades com um desconhecido, ainda mais que teria que buscar os filhos na escola… Esse trânsito caótico de São Paulo é complicadíssimo! Deu-me três onças e foi embora pelo corredor prometendo voltar. Algumas coisas não são fáceis, entretanto, tem horas que eu amo o que faço.

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Imagem: giphy.com

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