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Meu corpo ainda vibrava de tanto prazer. Aquele homem, Eric, me fodeu de uma maneira tão gostosa, que só de imaginar tenho vontade de gozar de novo. Que pau, que corpo, que pegada! Nunca pensei que a melhor trepada da minha vida seria no banheiro de uma mecânica e com um cara que eu mal conheço. Admito que não sou de cometer muitas loucuras, mas esta foi uma que definitivamente valeu à pena, e para melhorar, terá continuação.

Assim que chego em casa, vou direto para o banheiro tomar uma chuveirada para acalmar. Abro o zíper do vestido e deslizo devagar as alcinhas pelos braços, o tecido escorrega no meu corpo e encontra o chão, depois é a vez da calcinha, tiro e então percebo o quanto está molhada. E tudo por causa dele, Eric.

Entro debaixo da água quente e meus músculos relaxam, por alguns minutos me delicio e espalho a espuma do sabonete, acariciando cada parte que toco, e não demora até minha mente ser tomada por cenas do que aconteceu na mecânica há um tempo atrás e o desejo novamente crescer em mim. Massageio meus seios, passando os dedos ao redor dos mamilos e os aperto com certa força. Os movimentos suaves me fazem gemer e querendo mais, aumento a intensidade e logo estou suspirando mais alto do que devo. Foda-se! Não há ninguém. Só eu e minha fome pelo garotão.

Encostada na parede, desço uma das mãos e brinco em torno do umbigo, depois acaricio o púbis e, levando a outra, aliso a parte interna das coxas por uns segundos até acariciar lentamente meu clitóris inchado e lubrificado, não só pela água do chuveiro, mas por meus próprios fluídos. Volto a passear com as mãos sobre o meu corpo, o calor aumenta ainda mais. Me aperto, me excito. E totalmente molhada, subo e desço o dedo na minha boceta antes de enfiá-lo em mim.

– Aaahh… – suspiro.

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O vai e vem que faço com a mão me leva as alturas, empurro o dedo mais profundamente e chamo por Eric sempre que um toque preciso me estremece. Minha imaginação está me levando a loucura, e saber que logo ele estará me dando tanto prazer quanto agora torna as coisas muito mais delirantes. Aumento o ritmo e arqueio as costas, rebolando sobre o meu dedo em busca do orgasmo. Sinto os músculos enrijecerem e o tesão revirar meus sentidos, sei que mais algumas investidas e gozarei como nunca, porém, o som da campainha quebra o clima.

“É ele!”, penso. Sem perder tempo, desligo o chuveiro e visto o roupão. Corro para a porta e depois de uma conferida no olho mágico, vejo que é Eric. Ao abrir a porta, meu queixo quase cai ao vê-lo de calça jeans e uma camiseta casual. Gostoso! Ele me olha de cima à baixo e sorri, recepcioná-lo de roupão e molhada deve ter sido uma surpresa e tanto.

– Vim devolver seu carro. – diz – Aparentemente, não havia problema algum.
– Poxa… – sorrio – Ainda bem.

Sem perder mais tempo, ele entra e fecha a porta. Agarra meus cabelos úmidos e invade minha boca com pressa, e sem pensar duas vezes, aceito seu gesto e de muito bom-grado. Logo puxa as bordas do roupão, deixando parte do meu busto à mostra e aperta-me contra seu pau, duro e pulsante.

Descontrolados, andamos em direção ao quarto entre chupadas e apertões, beijos cheios de luxúria. Arranco sua camiseta em questão de segundo, a qual jogo sobre a poltrona e logo alcanço o botão do jeans, onde me divirto um pouco antes de desabotoar e baixar o zíper, levando tudo que o cobria para o chão e deparando-me com sua apetitosa ereção apontando para o meu rosto. Desejosa, seguro seu pau pela base, e como ansiei fazer, passo lentamente em volta dos lábios úmidos de saliva, circulo a glande com a língua e instigada por sua respiração rápida, não me contenho e acabo por colocá-lo na boca, sugando-o gentilmente para dentro a ponto de tocar o inicio da minha garganta.

Eric segura meus cabelos de qualquer jeito e move minha cabeça de encontro ao seu quadril. Movida por seus gemidos, agarro sua bunda e faço com que seu pênis entre por completo na minha boca e percebo o espasmo forte que percorreu o garotão. Nossos olhos se encontraram e quase que inconsciente, ele fode minha boca com vontade.

– Deita na cama! – ordena.

Me afasto rapidamente e faço como pedira. Ele engatinha no colchão e ajoelha-se sobre mim, as mãos tratam de tirar o roupão que eu uso e ao notar que era a única peça de roupa em seu caminho, o sorriso maldoso apareceu no rosto. Seus longos dedos correm por minhas coxas, sobem e descem por toda a extensão e não demoram a tocar minha entrada, inteiramente encharcada.

Num movimento ágil, puxa-me para a beirada da cama. Seus dedos tornam a escorregar em mim, mas logo sou abandonada de novo, Eric alcança o jeans jogado no tapete e tira o preservativo do bolso. Com toda sua sensualidade, observo-o se revestir e quando pronto, agarra meus tornozelos e abre minhas pernas, e estou totalmente exposta para ele. Aberta e vulnerável, abro a boca em busca de ar no instante em que mete em mim, mas tudo o que consigo é cravar as unhas no lençol, tentando não me perder em tanto prazer.

Dentro e fora… Dentro e fora…

Eric me invade com profundidade e força, com um domínio longe do comum. De novo, de novo e de novo, entra e sai de mim como um selvagem, seus movimentos são rápidos e potentes, e fazem a cama ranger. Gememos entre um beijo e outro, o suor escorre por seu rosto carregado de excitação e um ou outro pingo caí sobre mim, seus lábios entreabertos mostram o quanto está gostando e seus cabelos balançam suavemente assim como os meus seios, os quais lhe prendem a atenção. Não posso negar, era tudo o que eu mais queria. Eric tornou-se minha fantasia mais profunda e não havia nada que mudasse isso.

Variamos as posições. Transamos como loucos e Eric me fode mais algumas vezes antes de chegarmos ao orgasmo, nos embriagando de prazer. Que orgasmo incrível!

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Meu corpo todo treme pelo o que acabei de sentir. Sobre ele, permanecemos conectados por uns segundos, as pulsações que ainda se unem pelo prazer e as respirações que pouco a pouco voltam ao normal. Mais relaxada, deixo que me abrace, e no silêncio do quarto, eu pergunto:

– O que faremos agora? – percebo sua surpresa e continuo: – Acredito que já tenha entendido o mesmo que eu.
– Que só conseguimos nos satisfazer juntos?! – ele ri e eu concordo.
– E agora?
– Agora? – subitamente sua mão alcança a minha e nossos dedos se cruzam – Vamos jogar.

 

Imagem: Pinterest

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