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Era quatro ou cinco da tarde de um sábado ensolarado e eu, largado sobre a cama, me movia apenas para desviar dos raios solares que invadiam a janela e avançavam sobre o meu corpo febril.

Cochilei uma, duas, três vezes e acordei por causa de uma mensagem no celular. Era de uma garota que conheci pelo Facebook – não lembro exatamente como – perguntando se o bar estava confirmado.

“Putz”, pensei.

Depois de tantos desencontros, eu não queria (e nem podia) desmarcar, então, abusei da sinceridade, expliquei que não estava me sentindo bem e sugeri trocar a cerveja por uma noite de pipoca e Netflix na casa dela e ela, compreensiva, topou.

Rolei até a beira da cama, rastejei até o banheiro e me joguei debaixo da ducha. Saí e vesti uma camiseta preta de algodão, uma bermuda em tom pastel, uma meia soquete branca e um tênis qualquer. Entrei no carro, coloquei o endereço no Waze, liguei o rádio e atravessei a cidade.

Cheguei quase pontualmente.

Estacionei numa rua próxima e, de lá, fui caminhando em direção ao portão da casa dela. Vi, de longe, uma garota de costas, estática, usando um vestido leve, branco e uma sandália rasteirinha. Eu a conhecia apenas por foto, mas naquele momento, não tive dúvidas de que era ela.

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Os meus passos diminuíam o ritmo, enquanto meu coração acelerava e as expectativas cresciam. Toquei em seu braço e a cumprimentei com um simples “e, aí?”, ela virou assustada e, sem seguida, suspirou aliviada. Sorriu meio sem jeito e respondeu “tudo bom?”.

Trocávamos mensagens diariamente, então, um pouquinho de intimidade – mesmo que fosse virtual – já existia.

Entramos, cruzamos rapidamente a sala e chegamos ao quarto. Ela sentou-se bem ao centro da cama de casal, próxima a um livro, e eu na beirada. Enquanto eu descalçava o tênis, de cabeça baixa, recusei uma cerveja.

Ergui a cabeça, olhei para ela e, enfeitiçado por aquela beleza feminina tão natural, fui atraído. Cheguei mais perto, agarrei o seu quadril com a mão esquerda, a direita encaixei na sua nuca. Beijei seu rosto, depois o pescoço e senti o seu corpo tremer. Abusei um pouco mais com leves mordidas, ela suspirava mais fundo.

Beijei sua boca com vontade enquanto agarrava seu corpo com firmeza. Ela retribuía. Desagarrei por alguns instantes, desci com a respiração rente ao seu corpo e comecei a subir beijando seus pés, suas pernas, a parte interna da sua coxa e, de olhos fechados, apreciei o perfume tão gostoso por entre suas pernas.

Abri os olhos e, por alguns segundos, perdi a respiração por causa daquela calcinha vermelha. Era sensual, provocante, perfeita. E a beijando, ali mesmo, fui tirando devagarzinho. Agora, era ela que agarrava minha nuca com vontade, encharcando minha boca, gemendo e se contorcendo, quase rasgando o lençol.

Subi pela barriga dela e ela, entregue, abria as pernas cada vez mais. Ao pé do meu ouvido, sussurrou: eu quero de quatro. Virou-se, ficou em posição e esperou – com o coração acelerado – ser penetrada. Nossos corpos se encaixaram e o movimento contínuo se misturava com as unhas arranhando as peles, as mãos apertando o quadril e o som dos prazerosos gemidos.

Quase simultaneamente, nós gozamos.

Ela deitou com a cabeça sobre meu peito umedecido pelo nosso suor, respiramos por alguns instantes e enquanto conversávamos um pouco sobre assuntos diversos (desde séries até viagens), o carinho nas costas e a respiração ofegante tocando nossas peles foram suficientes para excitar.

Transamos – e gozamos – mais uma, duas, três vezes.

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Caímos sobre a cama extasiados, deslumbrados e exaustos. Trocamos o papo pelo silêncio, nem cogitamos ligar a televisão, ignoramos descaradamente o filme e quando o horário ultrapassou a madruga, dei um último beijo, de despedida. Vesti a camiseta preta de algodão, a bermuda em tom pastel, a meia soquete branca e o tênis. Entrei no carro, coloquei o endereço no Waze, liguei o rádio e atravessei a cidade.

Cheguei quase inteiro.

Deixei uma parte minha naquela cama e no corpo dela e, ela, roubou pedaços de mim.

Imagem: Pinterest

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