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O que você procura?

Eu nunca soube quando o desejei pela primeira vez, talvez tenha sido anos atrás, talvez tenha sido somente no dia em que ele confessou seu interesse por mim. Até pouco tempo, eu achava que amigos jamais poderiam se relacionar, assim, tão de perto, tão se encaixando um ao outro. Mas eu soube como é bom se encaixar nas novidades… Que novidades, hein!

As primeiras palavras trocadas entre o cara do sorriso largo e eu não eram tão lembradas, mas as palavras que trocamos quando houve um interesse além da amizade, essas sim fazem parte de uma recordação bem recente, não no tempo, mas na memória. E foi assim que ele apareceu para uma visita, após meses sem nos vermos.

Conversa vai, conversa vem.

– Quer ir lá pra casa? – Ele perguntou em um tom em que acreditava que eu não aceitaria.

Por sermos amigos de longa data, já sabíamos algumas atitudes que eu não tomaria e ir para a casa dele, definitivamente, não era algo comum da minha personalidade curiosa. Mas eu sou curiosa e isso já abriu precedentes para minha imaginação ir além.

– Não sei se é boa ideia eu ir para sua casa. Somos amigos. – respondi, desconfiada.

– Tudo bem! Estou aqui para o que precisar. – ele disse.

Naquela noite, talvez não fosse mesmo o momento para algo mais. Porém, foi ideal para o primeiro beijo, daqueles de tremer as pernas e deixar a vontade de ser beijada por mais tempo. Um breve tchau e pouco depois chegou uma mensagem no meu celular deixando nítidas suas reais intenções – “Não sei o porquê mas eu quero você, tô te querendo muito”. Sorri, claro. O  desejo era recíproco.

O dia passou, mal nos falamos, apenas o básico. Até que, ao final daquele domingo, ele me enviou outra mensagem com o texto:

– Posso ir te buscar? Quero ficar mais um tempo com você.

– Pode sim, te espero às 20h. – eu respondi, vencida pela curiosidade do beijo da noite anterior.

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Às 20h ele estava lá, me esperando. Seguimos para a casa dele, meio desconfiada, eu nunca havia ido nesse novo endereço e talvez por isso um certo desconforto. Veio um novo beijo, um abraço, uma vontade de mais e mais, e veio. Vieram mais beijos naquele quarto quente, mas aconchegante, veio o corpo dele desejando o meu, veio um som ambiente para uma perfeita noite de trepada. Tocava Miguel. Em gostos musicais, nos parecíamos muito, era música para foder.

A boca dele deslizava pelo meu pescoço, suas mãos apertavam a bunda, que ele confessou ter curiosidade em pegar. Seu beijo destilava saliva na minha boca, era desejo e muito desejo. Nos olhávamos desacreditados que estávamos fazendo aquilo. Suas mãos tiravam minha blusa, suas mãos fortes e grandes tinham o poder de segurar todo o meu corpo com toques firmes e sutis. Não tive como esconder como estava excitada quando ele as colocou dentro do meu short. As “sujou” e retornou-as para sua boca, sentiu meu gosto e me fez sentir ainda mais tesão.

– Seu gosto é uma delícia. – ouvi ao pé do ouvido.

Tirou meu short, me deixou de calcinha e a afastou de lado, de modo que minha boceta ficasse quase toda à mostra, ali, disponível pra ele. Ele, com os dedos a massageou, me fez suspirar, aos poucos. Enquanto estimulava meu clitóris, enfiava um, dois dedos dentro de mim. Suas mãos estavam bem molhadas, eu não precisava de nenhuma lubrificação diante do tesão que estava sentindo com ele. Meus gemidos pareciam música para ele, o músico, que ficava ainda mais com o pau duro na minha mão.

Sua língua quente foi passando pelo meu pescoço, desceu ainda mais, me arrepiava, desceu para minha barriga enquanto minha respiração acelerava. Abri as pernas literalmente para ele, eu sabia onde queria que ele colocasse aquela língua e ele colocou. Começou pela minha virilha, sentia sua respiração quente sobre minha boceta, até que senti sua língua passar suavemente nela. Primeiro foram lambidas, das mais sutis possíveis. Depois ele parecia comer aquilo que ele demorou anos para experimentar. Instintivamente senti a ponta da língua dele dentro de mim, prendi a respiração para sentir aquela sensação incrível. Ele enfiou-a bem fundo, fazendo movimentos circulares com ela lá dentro. Eu estremecia, claro. Ele tirava, lambia, chupava e às vezes via que ele engolia o que saía de mim. Que delícia era sentir a língua quente dele dentro da minha boceta! Ele tirou e falou:

– Não sabia que você era tão gostosa.

É, eu também não sabia que ele chupava tão gostoso daquele jeito.

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Na mesma posição em que eu estava ali, me movi quase em 180º e fiquei por cima dele. Me deparei com aquele pau grosso e grande, bem compatível com a fama que os negros têm. Não pude deixar de desejar, lambi. Ele parou. Parou de me chupar e pareceu esperar uma nova lambida minha. Assim, eu fiz. Lambi de novo. Ele suspirou. Segurei aquele pau nas minhas mãos e chupei de uma vez, sem dar espaço para carícias.

– Puta que pariu!! – eu ouvi dele.

Confesso que dei risadas e continuei fazendo o que ele e eu gostávamos, chupar. Ele de um lado e eu de outro. No melhor estilo 69. A cada chupada no seu pau, ele endurecia, eu o sentia pulsar na minha boca. Paralelo a isso, aquela língua deslizava pela minha boceta.

Passados alguns minutos ali com cara entre as minhas pernas, deixando a barba toda molhada com a minha boceta, ele veio me beijou, tirou minha calcinha e enfiou o pau tão devagar quase parando que tive vontade de gritar. Gritar de tesão mesmo e pedir para ele me foder de todas formas e pedi.

– Me fode mais.

E ele assim fez, colocou minhas pernas sobre seus ombros, segurou no meu quadril enquanto eu estava deitada na cama e enfiou até que senti seu pau bem fundo na minha boceta. Senti aquelas metidas por longos minutos enquanto ele gemia e o suor caía sobre mim. Depois me virou de lado, com uma das minhas pernas esticadas rumo ao seu rosto, de modo que eu ficava encaixada junto ao pau dele. Segurou minha perna com uma mão, meu quadril com a outra e ficou tirando e colocando em movimentos repetidos. Que delícia!

Com as pernas ainda trêmulas, fui colocada de quatro, com o rosto apertado contra o colchão e fodida da melhor maneira que eu jamais imaginei ser por aquele homem.

– Quero te comer mais, de todas as formas. – ouvi dele em alto e bom som.

– Eu quero mais, pode me comer. – consenti, sem nenhum arrependimento.

E assim ele fez, de um jeito que só de pensar, já sinto vontade de repetir.

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Me levantou, encaixei minhas pernas na sua cintura e fui levada para uma mesa. Ele me colocou sentada sobre ela, abriu bem minhas pernas, se encaixou entre elas, enfiando ainda mais boceta adentro. Cada batida é ritmada, ritmada com a música que estava tocando, com minha respiração, com nossos gemidos e, por fim, com meus gritos.

Gritei, gemi e à medida que executava tais sons, mais ele metia, mais rápido, mais intensamente, suava, me apertava e eu continuava a gritar. Metia tanto, se enfiava tanto em mim que gozei, enquanto gritava de prazer. Ele continuou na mesma sequência, me fodendo e não demorou muito para eu ouvir seu gemido mais forte e seu pau ainda mais pulsante dentro de mim. Ele, que parecia insaciável, estava gozando e me fazendo delirar com a melodia dos seus gemidos.nuss 4-2

Nos abraçamos ali mesmo. Ele de pé, eu sentada em cima daquela mesa que depois notei que não era utilizada para nada, a não ser amontoar pequenas coisas. Nos abraçamos e sorrimos um para o outro com aquela incógnita “Por que não fizemos isso antes?”.

Ilustração: Nus Passos

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