Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

A internet pode, sim, ser um lugar bastante controverso, porém, é impossível não ver também o seu lado positivo: são muitas as ações que dominam as redes sociais e que promovem um mundo mais igualitário.

Uma dessas ações foi criada pelo próprio Instagram e tem como objetivo discutir a diversidade e a representatividade na moda, um mercado historicamente conhecido por parecer feito para alguns poucos e seletos personagens, com padrões tão irreais que é simplesmente impossível alcançá-los (e muitos tentam à exaustão).

Repost from @instagram – happy to be part of this #RunwayForAll series😊☺️😆#mamacax ・・・ “#RunwayForAll means any teenager feels represented when they open a magazine or watch a fashion show,” says Mama Cax (@caxmee). Mama grew up in Haiti, lives in New York City and never aspired to be a model — “not only because there were very few dark models on magazine covers but also because I grew up with very little knowledge of the fashion industry,” she says. “Eight years ago, after getting my leg amputated, the idea of being a model was even more far-fetched.” Today, Mama is modeling and doing other things that she was told there was no audience for, like sharing tips for traveling as a black female amputee. “The majority of humans do not look like the mainstream idea of beauty,” she says. “One of the greatest barriers is not belonging. Through modeling I hope to show that beauty does not always wear a size zero and beauty does not always walk on two limbs.” Every day this week, we’ll be sharing the story of a model who is redefining industry standards and making sure there’s room on the #RunwayForAll. #mamacaxbeautytip Photo of @caxmee by @simonhuemaen ______________________

A post shared by Mama Cāx (@mamacaxx) on

 

Com a hashtag #RunwayForAll (Passarela Para Todos, na tradução em português), a rede de fotos pretende chamar a atenção para diferentes tipos de beleza, começando pela belíssima Mama Cax, uma jovem haitiana – mas que atualmente mora em Nova York – e que é uma aspirante a modelo. O detalhe? Mama não tem uma das pernas, que foi substituída por uma versão mecânica do membro.

“#RunwayForAll significa que todo adolescente se sente representado quando abre uma revista ou vê um desfile de moda”, disse, complementando o clique publicado pela conta do próprio Instagram no site.

Seguindo a carreira no mercado, Mama pretende não só servir de inspiração, já que são poucas as modelos negras nas capas e recheios de revistas, mas também mostrar que todos – mesmo aqueles que possuem algum tipo de limitação física – têm a capacidade de serem incluídos no cenário fashion.

PARTICIPE: Como faço para tirar a cara de menininha do meu look?
PARTICIPE: Não repetir roupas é mesmo um problema?

A campanha terá duração de uma semana no perfil e contará a cada dia a história de um modelo que está, de alguma maneira, redefinindo a forma como a beleza é vista no mundo atual. Além de Mama, o Instagram já dividiu também a história de Shaun Ross. Ele, que já tem 10 anos na carreira como modelo, era o único homem de cor albino que tinha qualquer participação na moda.

So much love from @instagram today. So happy to be apart of #runwayforall a new series with Instagram

A post shared by Shaun Ross (@shaundross) on

 

“Eu lembro que, quando eu comecei na indústria, tudo o que eu via eram modelos que pareciam iguais”, disse. “Agora, aqui estamos nós, quase 10 anos depois, e eu percebi que a escolha que eu fiz ajudou a indústria a ver a beleza de maneiras diferentes, escalando modelos como a Winnie Harlow [que tem vitiligo], a Jillian Mercado [que tem uma malformação física] e outros para liderarem a luta pela diversidade junto comigo”.

Shaun também quebrou barreiras em um outro ponto: ele era um dos únicos modelos abertamente gays da época, o que, há dez anos, ainda consistia em um assunto que era um tabu tão grande quanto o prazer feminino.

E, quando se fala em moda, parece que diversidade é mesmo um conceito que veio para ficar. Quando antes as modelos altas, magras e loiras eram lugar comum, cada vez mais as passarelas – e as campanhas publicitárias – abrem espaço para corpos, looks e vozes diferentes.

Ashley Graham, por exemplo, foi uma das primeiras modelos plus-size a posar para a capa da revista Sports Illustrated, conhecida pelos editoriais de modelos magérrimas de biquíni, e que também quebrou padrões ao interpretar a namorada de Joe Jonas no clipe da música Toothbrush, da banda DNCE.

MAIS: A MISS SÃO PAULO 2016 E A IMPORTÂNCIA DA REPRESENTATIVIDADE
MAIS: DIVERSIDADE E REPRESENTATIVIDADE NA INDÚSTRIA DA MODA E BELEZA

Como a hashtag #RunwayForAll pode incentivar a diversidade na moda

Andreja Pejic foi uma das primeiras modelos transgêneras a ser escolhida como face de uma marca de beleza, da marca Make Up Forever, e a H&M ganhou as principais manchetes ao usar uma modelo muçulmana, usando um hijab (o tradicional véu muçulmano) em uma de suas campanhas, também um marco para o mundo da moda. Realmente, démodé é acreditar que em um ambiente tão diverso quanto o mundo, existe apenas um tipo de beleza para representar o todo.

Imagem: Instagram e Pinterest

{Vida}


@ load more
Os melhores conteúdos do Superela.
Um único email por semana.
Queremos te enviar OS MELHORES
conteúdos do Superela.
Você vai adorar! ❤
Vamos ser amigas? :)
Queremos te enviar OS MELHORES
conteúdos do Superela.
Você vai adorar! ❤