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O dia que aprendi a ser gostosa…

Leia a parte 1 aqui!

Era uma quarta-feira. Acordei, como de costume, às 6:00. Meus dias eram cheios: estudava de manhã e trabalhava a tarde. Entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei debaixo do chuveiro. Ao primeiro contato da água com a minha boceta, me arrepiei da cabeça aos pés: ela estava completamente assada.

A noite tinha sido muito, muito boa! Eu só pensava numa coisa: “tomara que ele me ligue, eu quero fazer tudo aquilo de novo”. Mas o som do meu segundo despertador me fez voltar à realidade. Saí do banho, me vesti e fui me arrumar para começar o dia. Por volta das 14:00, meu telefone vibra. Mensagem. “Boa tarde, gostosa. Tudo bem? Te atrapalho?”.

Eu estava chegando no trabalho – tinha que preparar a sala onde daria aula, pegar os livros, revisar a matéria e fazer outras mil coisas. “Não, imagina. Pode falar.” – respondi. Eu sempre fui dessas que fazem várias coisas ao mesmo tempo, mesmo. No decorrer da conversa, fomos muito gentis e educados um com o outro, como se fôssemos bons amigos – em outras palavras, como se não tivéssemos fodido loucamente dentro do carro dele, na frente do meu trabalho, na noite anterior.

E eu estava gostando da conversa, embora não parasse de pensar na foda gostosa que tivemos, até que ele começou a esquentar nosso papo: “E então, gostosa… planos para mais tarde, das 20:00 às 21:00? (risos)”. Nesse momento, eu tinha duas opções de resposta. Uma, seria bancar a inocente e dizer que não e ficar esperando que ele viesse com alguma conversa mole pra “me dar uma carona até em casa”.

A outra, seria bancar a puta e falar logo o que queria. Fiquei com a segunda opção: “Tenho, tenho sim. Vou dar pra você!”. Nesse momento, já comecei a sentir tesão. Fiquei ansiosa por uma resposta. Ela veio assim: “Ah, gostosa! Bem, puta do jeito que eu gosto. Meu pau ficou duro só em ler essa mensagem. Hoje eu vou te comer de todas as formas possíveis!” – e eu pensei comigo mesma: “Mas será possível que existam outras formas?”.

aprendiz

Poucas horas depois, eu descobriria que sim. As mensagens continuaram com altíssimo teor de putaria até meu horário de sair. Eu estava tão molhada que dava pra sentir. Finalmente, 20:00. Saí desesperada do trabalho, já procurando pelo carro dele. Estava parado bem na frente do prédio.

Sem cerimônias, já fui logo abrindo a porta. Entrando no carro: Wow! Ele estava completamente nu. De pau duro. Aquele pau enorme, gostoso, latejando… Estava bem ali, na minha frente, só me esperando. Rapidamente, eu fechei a porta do carro, sentei no banco do carona e comecei a chupar. Não dissemos nem “oi” – afinal, “oi” não faz ninguém gozar.

Eu comecei chupando só a cabecinha. Ele suspirava, gemia baixinho. Aos poucos, comecei a botar mais pressão na chupada. Sugava com mais vontade, com ritmo, com força. Até que, de surpresa, enfiei o pau dele inteirinho na boca, enquanto massageava suas bolas. Ele puxava meu cabelo e me ajudava a movimentar a cabeça (leia mais aqui).

Enquanto eu dava prazer a ele, sentia minha boceta ensopar – o pau dele era tão gostoso que até chupá-lo me dava prazer. Depois de algum tempo daquele boquete maravilhoso, ele anunciou com a voz ofegante mais gostosa do mundo: Eu vou gozar na sua boca, piranha!”. E, segundos depois, gozou. Eu estava em êxtase. Ele, também.

Ficamos calados por alguns instantes, até que ele começou a fazer uma cara diferente, como se estivesse tendo uma idéia bem louca. Ainda de pau duro, ele pegou minha mão e colocou no pau. “Mexe, safada.”– ele disse. Instantes depois, ele tirou minha mão do pau dele e disse: “Vem… senta aqui!”.

Eu não entendi muito bem o que ele queria – ele não era desses que já chega metendo -, mas antes mesmo que eu tivesse tempo de perguntar, ele começou a tirar minha calça (com minha calcinha junto). Ele levantou uma das minhas pernas e enfiou a cara na minha boceta. Deu umas lambidinhas leves, mas bem molhadas. Que coisa deliciosa!

De repente, parou e disse: “Agora, vem!” – e eu sentei devagarzinho naquele pau delicioso, até que ele estivesse todinho dentro de mim. Ele chupava meus peitos, puxava meu cabelo, segurava minha cintura e eu gemia de prazer. Até que percebi que ele estava ligando o carro. “O que você vai fazer?”, perguntei. E ele, sem me responder, saiu com o carro. Super devagar, mas comigo quicando gostoso no colo dele.

aprendiz

Percorremos menos de 100m, até que chegamos numa rua mais escura. Ele parou o carro, com cara de quem tinha acabado de realizar um sonho. Claro, foder dirigindo não é algo comum – mas se tinha uma coisa que o nosso rolo não estava sendo, essa coisa era comum. De repente, ele puxou meu cabelo e me olhou de um jeito bem dominador.

Colocou meu ouvido perto da boca dele e disse: “Agora eu vou te ensinar a ser uma puta gostosa de verdade!” – e me deu um tapa delicioso na cara. Com muita destreza, me tirou de cima dele e me jogou para o banco de trás. Lá, ele sentou e me mandou voltar a quicar no pau dele. Eu, lógico, fui. Mas antes mesmo que eu pudesse chegar a sentar, senti a mão dele puxar meu cabelo e me jogar no banco.

Sem entender nada, olhei pra ele e ele começou: “Nunca sente no pau antes de chupar. Ouviu bem?” – e eu, sem nem ter o que dizer, abaixei a cabeça e comecei a chupar. “Agora vem, senta gostoso aqui no meu pau!” – ele disse. E eu, claro, obedeci. Comecei sentando devagar, mas ele estava com muita fome: começou logo a me fazer quicar com força. Eu estava muito cansada, embora a foda estivesse perfeita.

Então, por poucos segundos, deixei meu corpo relaxar –  parando de quicar e de gemer na expectativa de que ele fizesse o esforço. Mas antes que eu pudesse concluir o pensamento, senti sua mão no meu pescoço, apertando de leve (de modo que não me machucasse, mas me fizesse sentir dominada) e ouvi sua voz dizendo: “Escuta aqui, piranha! Uma mulher gostosa que nem você não pode nunca ficar, nem parada, nem muda. Ouviu bem? Geme e rebola! Não para!”.

Nesse momento, eu nem tive argumentos. Esqueci que estava cansada e continuei gemendo e rebolando, sem parar. Sentia minha boceta arder, queimar, juntando a foda frenética de ontem com essa de hoje. Mas estava gostoso demais, até mesmo o ardor estava me dando prazer. Até que chegou o momento em que eu senti que ele ia gozar. Já que estávamos realizando fantasias, decidi tomar uma iniciativa bem provocante.

Saí bem devagar de cima dele e comecei a chupar. Ele não disse uma palavra. Ao sentir minha boca em seu pau, ele gemeu. Eu sabia que em instantes ele ia gozar, então eu disse: “Goza na minha cara, goza?” – e ele me respondeu com um gemido. Começou a usar as mãos, tocando uma punheta frenética bem na frente do meu rosto. Eu mantinha a língua pra fora, esperando meu presente. Até que, finalmente, senti aquele jato quente molhar meu rosto. Passei a língua pelo rosto. Senti aquela porra quentinha na minha boca. Confesso que gostei daquilo.

Sentei-me ao lado dele e peguei uma toalhinha que tinha na bolsa para limpar o rosto. Estava satisfeita, mas não tinha gozado – e ele sabia disso. Olhei pra ele e sorri. Ele retribuiu.Depois de alguns instantes, eu disse: “Vamos? Já está quase…” e antes que eu pudesse terminar a frase, ele me beijou. Disse: “Mulher, nós não vamos a lugar nenhum até você gozar.

Fiquei feliz com aquilo, era excitante saber que ele queria me dar prazer. Então, fiquei de joelhos no banco, com a bunda bem empinada, e ele veio. Devagarzinho, começou a passar a língua no meu grelinho. Eu só gemia. Aos poucos, foi aumentando o ritmo. E eu, morrendo de tesão, comecei a rebolar devagar na cara dele. De repente, ele enfiou dois dedinhos na minha boceta, num ritmo bem intenso, e acelerou as linguadinhas que estava dando no meu grelinho.

Eu gemia, gritava de prazer. Até que, finalmente, comecei a sentir meu corpo todo tremer, o coração acelerar e uma explosão de prazer. Soltei um grito. Gozei muito gostoso na língua dele. E que porra de língua gostosa ele tinha! Sentamos um do lado do outro, sem conseguir dizer uma só palavra, mas com olhares de satisfação que falavam por si.

Já recuperados, voltamos para os bancos da frente. Nos vestimos e nos abraçamos – de um jeito carinhoso, mas não romântico. Já estava na minha hora, então ele me levou em casa, como no dia anterior. Fomos conversando, nos aprofundando um pouco mais sobre a vida um do outro: gostos, hobbies, manias, trabalho… Até descobri que ele tinha uma filha pequena, mas que não morava com ele. Ele era um cara legal. Chegando na esquina de casa, me despedi dele com um beijo e saí do carro.

Fui andando para casa, com cara de mulher que tinha acabado de ser muito bem comida e tinha gozado gostoso. Mas, mais do que isso, cara de quem sabia que agora poderia ser a puta de qualquer um, porque agora saberia fazer isso direito.

Imagem: Pinterest

Leia a partir 3 aqui.

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