Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Aproveitar ou não os descontos na quarentena?

Tenho notado como o comércio online está aproveitando esse período de isolamento social imposto pelo Coronavírus para oferecer descontos na quarentena aos consumidores. Sim, porque os Correios e os serviços de entregas não pararam.

Como consultora de estilo, uma parte do meu trabalho é ensinar as minhas clientes a comprar melhor, de modo mais consciente, respeitando não só o planeta, que não tem recursos inesgotáveis, mas também o orçamento delas. Achei que era oportuno falar agora sobre como comprar melhor sem derrapar nas armadilhas dos descontos.

Meu objetivo é que você não pire nas promoções e acabe comprando o que não precisa, gaste demais, compre por impulso, acumule mais peças no seu armário e compre o que nem gostou tanto só porque estava barato. São dicas que servem tanto pra essa época quanto pra Black Friday e finais de estações. Se liga!

Aproveitar ou não os descontos na quarentena

1. Quem ama desconto levanta a mão!

Todo mundo gosta de um desconto, né? Quem não quer ter a sensação de estar economizando um item que é valioso pra todas nós, ou seja, o dinheiro? Mas é só isso que é: uma sensação.

Descontos são ferramentas de marketing muito conhecidas pelos profissionais da área e são eficientes para que as pessoas gastem MAIS dinheiro e não MENOS dinheiro. É uma estratégia de vendas para a marca aumentar seus lucros. Agora, em tempos de uma pandemia que ninguém sabe para onde levará o mundo, as pessoas e a economia pode ser uma boa estratégia ter dinheiro em caixa.

O desconto trabalha com o gatilho da escassez e ativa no nosso cérebro o medo da falta. Nós corremos para estocar determinada peça. Também colabora o fato do desconto ser por ‘tempo limitado’. Isso nos chama pra agir rápido afinal, o produto pode acabar ou voltar ao preço de antes, né.

2. Mas eu quero aproveitar a promoção. Como eu faço?

Não é proibido aproveitar promoções. Mas primeiro é importante entender que o valor de uma peça está relacionado a quanto você a ama, se precisa dela e se a usa. Saiba calcular a relação custo-benefício do que compra.

Uma calça de R$ 300 que você usa duas vezes na semana várias vezes ao mês vai ser mais barata do que um vestido de R$ 150 que você só usa uma vez por mês. Entende o raciocínio?

Peças que são bons investimentos são aquelas que você usa e que combinam com outros itens do seu armário. Só pra citar alguns critérios.

Em tradução livre: Obrigada por comprar conosco!
(online)

O desconto deve ser um fator secundário na decisão de compra e não o que está te motivando a comprar determinado produto. Por exemplo: você notou que uma calça azul marinho seria um bom investimento pro seu armário. E encontrou agora uma, com o preço reduzido, que atende as suas necessidades de estilo pessoal, estilo de vida, qualidade, silhueta e orçamento. Ok!

Só não vale comprar o que você não precisa porque está baratinho. O que a gente não precisa é sempre muito caro. Pense nisso!

3. Estratégia e planejamento: tenha uma lista de aquisições

Sabe quando a gente faz uma lista do que falta na despensa de casa antes de ir ao mercado? E segue aquela recomendação de não fazer compras com fome? Então, com roupas e acessórios também pode ser assim.

Depois de ter vasculhado bem o seu armário, dado uma geral, você pode ter notado que há lacunas nele mal representadas. Se isso aconteceu, anote em detalhes como seriam essas peças que te ajudariam a fazer novas combinações com outras que você já tem e a expressar e ampliar seu estilo.

Vale cor, estilo geral, qualidade, preço, modelagem, tipo de tecido, se é lisa, se tem ou não estampa e por aí vai.

Tenha uma lista detalhada do que comprar.

A lista vai ajudar a tirar um pouco da emoção da escolha. Ela te dá estratégia e planejamento que é como todo armário eficiente deve ser montado. E claro, vai te deixar muito mais assertiva nas compras, vai fazer com que você avalie a sua nova aquisição por todos os ângulos, sem deixar passar nenhum detalhe importante. Quando a gente tem uma boa ideia do que quer, a gente compra com foco e evita compras por impulso.

A lista deve ser clara e sucinta e estar pronta antes de você visitar as lojas online. Uma sugestão é dividi-la em duas partes: uma com tudo que seria ótimo comprar durante toda a vida e outra parte contendo o que falta no seu guarda-roupa com mais urgência, o que é prioridade e vai causar maior impacto. 

4. Dê um tempo e adie a compra

Esse truque é para evitar compras por impulso. Às vezes, a gente esbarra num produto que não estava na nossa lista. Então, avalie bem as descrições que o site fornece sobre o item, se há provador online, comentários de outros consumidores, instruções de troca ou devolução.

Então, compare suas opções e pondere. Deixe o item no carrinho e dê um tempo. Vá fazer outra coisa. Ler, trabalhar, arrumar a casa. Se a vontade não passar, finalize a compra. Qualquer coisa, você pode devolver.

5. Desacelere e seja seletiva

Com a lista em mãos, você pode e deve comparar suas opções antes de decidir por algum produto. Seja seletiva, rigorosa. Essa lista não é para ser finalizada em uma única tarde de compras online. Muito pelo contrário. Demora para construir um armário com peças que atendam todas as nossas necessidades, que tenham a nossa cara.

Desacelere!

Preste atenção aos detalhes como modelagem, decote, tipo de tecido, caimento, corte. Mesmo online, há alguns sites em que é possível verificar esses componentes tão importantes numa peça de roupa como aqueles em que há vídeo com a modelo vestindo a peça.

Quando o produto chegar a sua casa, você experimenta com calma e avalia de modo rigoroso buscando todos os detalhes que citei acima. Veja a etiqueta interna pra saber a composição do tecido e cuidados de manutenção.

Vire a peça pelo avesso pra avaliar acabamento. Experimente e se movimente (ande, sente, levante os braços) para avaliar caimento. Veja se a modelagem favorece seu tipo físico. E só aí decida se fica com a roupa ou se devolve.  No comércio online é um direito do consumidor devolver o item caso não goste dele.

6. Conheça seus gatilhos pessoais e se preserve

Por último, o meu recado é pra você que tende a gastar demais e compra em momentos de ansiedade, tristeza e alegria. Você conhece seus gatilhos então se preserve. Se está difícil resistir aos descontos, evite os sites. Há propagandas demais neles.

Esse momento pelo qual passamos é delicado mesmo e você pode estar sentindo emoções negativas como tristeza, solidão, tédio, angústia. É normal e estamos todas juntas.

Se permita sentir essas emoções sem recorrer às compras para aliviá-las ou para dar conta de um vazio que elas não vão solucionar. Se fortaleça emocionalmente. Procure por atividades alternativas que tirem seu foco das compras como ler um bom livro, assistir um filme, ouvir um podcast, fazer uma organização no armário.

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Tome um banho relaxante!

Espero ter ajudado!

Imagens: Unsplash

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Já pensou em ler contos eróticos incríveis para dar aquela força a imaginação?

Falar de sexo pode ser cada vez mais fácil – o tabu está sumindo, enfim –, mas ainda pode parecer um verdadeiro desafio descobrir as nossas fantasias e o que a gente gosta e desgosta na cama. Nessas horas, os contos eróticos são verdadeiros aliados – eles ajudam a aquela balançada no emocional e mostram uma outra visão sobre tudo.

Tudo bem, pode ser que você nunca tenha lido contos eróticos e não tenha ideia do que esperar. Calma, a gente te ajuda. Nós aqui do Superela separamos 25 contos eróticos incríveis para você sentir uma forma diferente do prazer: aquele que começa e termina só com as palavras. O que você vai fazer com as ideias tiradas dessas histórias é com você (e com o seu parceiro ou parceira). Mas, no mínimo, a gente pode dizer que te deu uma ajudinha em descobrir um novo mundo, não é mesmo?

Então, relaxe e aproveite a nossa seleção de contos eróticos incríveis:

1. Em quem você vai votar?

“A gente começou com uma conversa política sobre quem votar e terminou gozando na cozinha da minha casa…” Uma discussão sobre política nunca foi tão quente.

2. Eu ainda sei te foder muito bem

“A partir daquele dia não seria mais uma questão de querer ser comida daquela forma…” A gente achava que a coisa tinha caído na rotina. Só que não.

3. O orgasmo que nenhum homem conseguiu me dar

“Ela abriu a porta lentamente. O feixe de luz adentrou o quarto e iluminou a borda da cama. Podia ver a silhueta de seu corpo diante da entrada. Camisola. Cabelos soltos. Um brilho no olhar e um sorriso perverso. Meu coração saltava do peito. Nunca havia sentido isso…” Não existe só orgasmo, prazer e tesão entre homem e mulher, viu?

4. Contos de um aprendiz (parte 1)

“Fiquei pensando em como disfarçar minha cara de quem tinha acabado de ser muito bem comida e estava em êxtase…” Sobre o tal dia em que eu fui puta pela primeira vez…

5. Foda-me no terraço

“Foda-me. Minhas mãos desceram à sua calça, abrindo o cinto. Aquele tinha um fecho fácil e isso estava me deixando a vontade…” Não precisa de explicações, né?

6. O brigadeiro do meu vizinho

“O brigadeiro dele é maravilhoso, mas nada se compara a delícia do gosto daquele gozo quente descendo na minha garganta e o gosto de prazer…” Esse vizinho… Ele sabe o que faz.

7. Me sujando com graxa

“Sua altura me domina e de perto seus lábios são uma perdição, até as marcas de graxa no macacão se tornaram excitantes. Seus olhos queimam de tesão…” Ele trabalha na mecânica no caminho do trabalho. E, de fato, me dá um trabalho…

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8. O Swing das últimas sextas do mês

“Como já faziam há vários meses, frequentavam toda ultima sexta feira do mês alguma boate de swing, como uma forma de tornar a relação mais apimentada.” Talvez a melhor forma de sair da rotina seja naquela boate liberal

9. Conto de um (Sa)Fado – Parte 1

“Comecei a usar meus dedos, primeiro só as pontas, sentindo ela pulsando em minha mão. Coloquei mais um pouquinho, a sentindo cada vez mais…” Esse cara sabe bem como ser safado…

10. Sem poréns e sem pudores

“Foi muito rápido, e muito fácil, o que me deixou insegura e surpresa com a capacidade de me entregar assim, sem poréns, sem pudores, totalmente sem valores…” O melhor desejo é aquele que não tem pudor nenhum.

11. Um dia de puta

“Eu estava linda, gostosa mesmo… Unhas feitas, vermelhas, depilação completa em dia, toda macia. Toda lisinha…”

12. Prazer, André. O meu vizinho

“Depois de algumas semanas cruzando com um homem muito gato que mora no meu andar, tomei coragem. Quero esse vizinho pra mim!”

13. Algum lugar entre o controle e a falta dele

“Me cobri para esconder os movimentos das minhas mãos, que começarão assim que o passageiro ao meu lado, fechar o livro.”

14. Minha primeira vez no Swing

“Eu realmente não sabia onde estava me metendo. Era a minha primeira vez numa casa de swing. Mas isso não diminuía meu tesão.”

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15. Sexo na balada

“Ela pegou a minha mão e deslizou pelo meio das pernas dela. No escuro da boate e no cantinho mais escondido do lugar”

16. À três

“Aquilo foi estranho, nunca havia participado de um sexo à três, mas era excitante, principalmente quando o cretino do Brennet estava dentro de mim…”

17. Por que não fizemos isso antes?

“A boca dele deslizava pelo meu pescoço, suas mãos apertavam a bunda, que ele confessou ter curiosidade em pegar. Seu beijo destilava saliva na minha boca, era desejo e muito desejo.”

18. Libero a porta dos fundos?

“Já pensou como liberar a porta dos fundos pode ser incrível para sua vida sexual? Pra mim, sexo anal, definitivamente, não é um tabu!”

19. Michê: a fast foda

“Sou michê… Garoto de programa, puto, prostituto ou outras denominações que você queira usar. Algumas coisas não são fáceis, mas eu amo o que faço…”

20. Submissão: a iniciação do Cezar

“Ela não sabia como ele a conhecia, nem quem era o elo de ligação entre os dois. Achava que ele era mais um submisso iniciante.”

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21. O professor (parte 1)

“Meu marido me perguntou qual foi a minha aventura mais safada e.. bem.. contei minha breve transa com meu professor. Foi delicioso.”

22. De Capri com amor

“Giorgio a agarrou pelos cabelos e a beijou, enquanto uma de suas mãos se manteve nos cabelos a outra desceu pelas costas de Alessia”

23. Penetrando o corpo e a alma

“Neste conto erótico, um casal com o desejo tão grande que nem um carro é limite para eles.”

24. Ela sabia o que eu queria

“Sua mão encontrou a minha e fomos até onde eu esperava. Estava molhada! Ela sabia exatamente o que eu queria”.

25. Eu poderia jantá-la a noite inteira

“Um conto erótico para despertar desejos e venerar o sexo que é feito a qualquer hora, em qualquer lugar – e sempre vai ser incrível!”

E aí, curtiu nossa lista de contos eróticos incríveis?

Então clique aqui e leias muitos outros contos eróticos incríveis!

Imagem: Pexels

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É meio cansativo acreditar que o príncipe vai chegar no seu cavalinho e mudar a sua vida por completo. Até porque a única pessoa que pode fazer isso é você mesma. No entanto, você insiste em acreditar na ideia do falso-amor verdadeiro. Ele faz mil promessas e não cumpre o item mais simples da clonagem das listas de outros relacionamentos que frequentou.

Você precisa sair dessa furada e parar de acreditar em palavrinhas mágicas, sapatinhos de presente e maçãs do amor enfeitiçadas.

  1. Seja seu próprio príncipe encantado;
  2. Você precisa de um baile então entre na carruagem da sua beleza e vamos rebolar a raba;
  3. Não é bem um sapato que ele quer encaixar em você. Se isso acontecer, parabéns você conseguiu passe livre até Nárnia.

Isso não significa que a infelicidade de não ter alguém que te ame vai persistir ao seu lado até o destino ser consultado. Não! Existe algo muito valioso chamado de tempo e é necessário saber usufruir e esperar. É preciso saber olhar para cada milímetro seu, se amar por inteiro e se querer todos os dias, só desse jeito você vai amar e receber amor.

Como assim? É regrinha de três básica, só que dessa vez o X não é a solução e sim você mesma.

Ficar de braços cruzados esperando alguém chegar e mudar a sua vida é algo tentador, mas é bem mais prazeroso quando você dita as regras do jogo e pra isso acontecer a fonte tem que secar para ver o quanto de água tem no poço, se for muita cuidado, o risco de afogamento é alto e se for apenas para molhar os pés, nem tenta amiga, saí desse poço que ele não te pertence!

Falso Amor X Amor Próprio

Depois dessa observação fica fácil, você já sabe onde está ponto seus dedinhos e já está a ponto de começar algo novo na sua vida. Mas não seja a pessoa que te comprou no passado. Sim isso acontece muito!

A gente deveria vir com uma tatuagem na cabeça escrito “SOU COMPLICADA”, porém nem todos tem coragem de usar por isso não dê o que você recebeu de outro relacionamento. Tentar algo novo apenas quando estiver pronta para isso, desse jeito poderá evitar o sofrimento dos dois lados da moeda. O amor é lindo nas palavras, mas é pouco presente nas atitudes. Não tente curar suas feridas com novos curativos, tem que sangrar amiga pra poder estancar. Não se desvalorize vendendo o seu coração para curar a dor, falso-amor só se cura com amor próprio.

Então seja capaz de analisar item a item de cada errinho que cometeu não culpe o passado da sua situação a vida coloca no caminho lições, então faça a lição de casa e a aprovação logo virar. É normal após términos culparmos o outro pelo desmoronamento da construção, mas se não tem base pronta, não tem casa e os dois tem que construir juntos para as paredes ficarem firmes, caso contrário qualquer chuvinha sede o terreno. Por essa razão não dependa apenas de si, para fazer dar certo os dois tem que fazer, é aquela velha história “Se um não quer, dois não brigam” então não construa algo sozinha enquanto o outro apenas aprecia a obra. Você não precisa de observadores  porque ser você basta e isso os contos de fada não te contam.

Imagem: Unsplash

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O sexo é uma necessidade básica do ser humano. É o prazer dos prazeres. As pessoas precisam extravasar sua energia sexual com seu parceiro ou parceira, ou consigo mesmo, praticando a velha e boa masturbação.

O que lhe provoca a libido e o deixa em estado de excitação? Essa pergunta só você mesmo poderá responder.

Muitas pessoas buscam em filmes, vídeos e imagens explícitas a inspiração erótica. Os homens mais ainda, pois são mais visuais. Por outro lado, muitas mulheres preferem viajar nas palavras de um bom texto erótico. À medida que mergulham na história e se apropriam das emoções e sensações dos personagens, se envolvem de tal forma que, quando acabam a leitura, estão fervendo, cheias de desejos e prontas para momentos intensos de prazer.

Por serem leituras rápidas e excitantes, a procura por contos eróticos está se revelando um fenômeno na internet. Basta observar a grande quantidade de sites de contos eróticos. É só fazer uma busca no Google e verificar você mesma.

Por que tantas pessoas querem ler contos eróticos?

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1. Estimula a vida sexual do casal

Alguns anos de convivência, filho recém-nascido, trabalho e inúmeros outros motivos podem interferir negativamente no apetite sexual do casal. Ler contos eróticos juntos pode ser um estopim para reacender aquela chama e botar fogo nos lençóis do casal.

2. Promove o prazer da masturbação

A masturbação é um ato solitário e necessita de um pouco mais de imaginação. Uma boa forma de extravasar a energia sexual é ler contos eróticos. Basta você seguir seus instintos mais íntimos durante a leitura.

Relaxe e permita que seu corpo se encarregue de lhe apontar aquilo que lhe dá mais prazer. O prazer da leitura só é possível porque as reações que temos no corpo são nada mais do que respostas aos estímulos mentais a partir da leitura de um conto erótico. O cérebro, é também um órgão sexual poderoso e é preciso estimulá-lo.

3. Pode estimular o apetite sexual de muitas mulheres

Há situações na vida de uma mulher que lhe tiram o interesse por sexo, não que elas perderam a libido, mas sim eventos que redirecionam sua energia para outras atividades, como dar à luz e desempenhar o papel diário de ser mãe por exemplo. O que elas precisam é pensar em sexo.

Nada mais perfeito que realizar mentalmente as aventuras sexuais encontradas nos contos eróticos. O ato de ler contos eróticos poderá devolver a mulher a vontade de sentir prazer, de fazer sexo bom e ter um longo e delicioso orgasmo.

4. Faz aflorar os desejos mais íntimos

Ao ler uma história diferente e instigante, o leitor pode despertar dentro de si novas fantasias e desejos e em concordância de seu parceiro ou parceira realizar essas fantasias.

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5. Promove a aceitação do fetiche do outro

Ao se deparar com alguns fetiches narrados nos contos, o leitor pode encarar a fantasia erótica do parceiro com maior naturalidade, uma vez que, autores transbordam criatividade na hora de descrever os fetiches dos personagens.

6. É um entretenimento

Os contos eróticos atraem pessoas que gostam do prazer da leitura conjugado com a excitação que a história provoca.

O leitor encontra o prazer na leitura de um bom texto erótico. Ele entra em contato com uma atmosfera sedutora que mexe com seu imaginário, transportando-o para outro um universo, envolvendo-o nos acontecimentos, nos conflitos, nas situações, emoções e sensações vivenciadas por cada personagem.

7. É uma fonte de inspiração

Os contos eróticos são escritos em inúmeras categorias com histórias variadas. São narrativas em que o autor ou autora desenrolam com criatividade, situações e fetiches diferentes que podem liberar no leitor desejos ocultos com os quais ele se identifica. Fantasias sexuais que jamais saberia ter, se não tivesse lido na história.

São histórias que permitem com que o leitor encontre autoafirmação de suas preferências, novas formas de prazer e a descoberta daquelas coisas que gostaria de experimentar na cama.

8. É um estimulantes sexual

Ler contos eróticos é entrar em contato com uma atmosfera sedutora, pois mexe com o imaginário do leitor, transportando-o para dentro do universo da história, envolvendo-o nos acontecimentos, nas emoções e sensações vivenciadas por cada personagem, deixando-o completamente excitado e pronto para praticar o ato sexual e obter o clímax do prazer: o orgasmo.

Enfim, ler contos eróticos é um excelente divertimento que estimula a imaginação e pode ser inspiração para um sexo bem mais interessante e prazeroso. É onde o leitor tem a oportunidade de expandir seu conhecimento nas questões do sexo, experimentar coisas novas e ter a inspiração suficiente para se satisfazer e satisfazer seu parceiro.

Imagem: Pinterest

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Tem um tempo que eu não escrevo aqui, e eu sinto muita, muita falta. A rotina tem sido mais pesada do que o esperado. Mas hoje, eu gostaria de compartilhar algo com vocês.

Deve ter quase um ano que meu último conto erótico foi publicado. Eu tenho alguns para terminar, outros que escrevi apenas duas linhas.
Eu sempre gostei muito de escrever esse tipo de coisa, e graças ao Superela, tive coragem para compartilhar com vocês, porque sei, eu tenho plena consciência de que muito do lado sexual e sensitivo é explorado e descrito apenas para héteros.

Sempre penso em oferecer sensações, vontades e principalmente inspirações para outras pessoas. Eu sei que o que é público, não pode ser limitado (ao menos é o que compreendo em teoria). Não digo que escrevo apenas para que mulheres lésbicas leiam, mas sim, eu gostariam que elas se identificassem. E caso não aconteça, sei que serei respeitada.

Gosto quando alguém me oferece um feedback, me sinto super motivada. O meu link do Instagram tá disponível, então as pessoas podem usá-lo com essa finalidade. Eu recebo mensagens de muitas mulheres que agradecem pela leitura. Eu recebo mensagens de muitos homens que elogiam os contos respeitosamente.

Mas é incrível como existem pessoas que infelizmente não conseguem perceber e sentir a leitura de forma saudável (seja lá como for a sua concepção de saudável, que não inclua invadir negativamente a privacidade/corpo/mente/vida de outra pessoa).

Claro, eu compreendo que optei por disponibilizar o link, mas percebi, depois de algumas mensagens completamente opostas das que mencionei, que a culpa não é minha. Não pode ser. É o mesmo princípio lamentável sobre o “foi estuprada porque estava com roupa curta”.

Já li algumas mensagens de princípios machistas, mas não muito tempo, umas duas semanas, eu recebi de um perfil aparentemente fake um elogio. Achei estranho, porque não vi necessidade na utilização de um perfil falso, mas como sempre faço, agradeci cordialmente.

Infelizmente não foi só isso que aconteceu. Ele começou a me fazer perguntas. Perguntas nojentas. Me perguntou se essas “minhas fantasias” se estendiam, se eu curtia algo com homens e se eu poderia escrever um conto EXCLUSIVAMENTE PRA ELE.

Em primeiro lugar eu não escrevo fantasias, sinto muito. E não, não significa que por escrever textos sobre sexo, vou presentear alguém que nem se identifica com o próprio nome.

Fiquei com medo. A gente sempre fica, né?! Pensei na minha família, minha esposa e minha irmã. Pensei em estar com elas, assistindo Naruto e comendo pipoca como fazemos quando podemos.

Não é a primeira vez, provavelmente não será a última. Eu deveria retirar o link do meu Instagram daqui? Talvez. Deveria estar escrevendo e descrevendo exatamente o que aconteceu? Provavelmente não.

Eu apenas gostaria de suplicar para que que eu e nenhuma outra mulher, colunista ou não, passe por essa situação. E nenhuma outra de caráter violento, invasivo, nojento e machista. Nenhuma de nós é merecedora. Apenas fomos ensinadas que somos. E não, não precisamos disso. Nenhuma pessoa tem direito sobre você.

Juntinhas, a gente consegue.

Garotas podem fazer tudo!

Eu sou mulher, bisexual, trabalho bastante, estudo, sou constantemente assediada de forma cruel, mas o meu respeito fala mais alto. Eu aprendo todos os dias sobre quem eu sou. Minha casa tem mulheres lindas que eu amo mais que qualquer outra coisa nesse universo, que eu amo e apoio incondicionalmente. E eu tô aqui pra apoiar você também. Você não tá sozinha, amor. Coloca pra fora e vive!

Imagem de capa: Getty Images

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Atenção quem ainda não assistiu La La Land – Cantando estações, este texto contém spoilers. A primeira vez que vi o nome desse filme eu pensei “que nome tosco para um filme”, mas como toda reviravolta, o filme foi ganhando Globos de Ouro, o que me atiçou a curiosidade e por indicação de amigas de outro estado que já tinham assistido, fui assistí-lo – mas com ressalvas dos que assistiram para não ver com muita sede ao pote.

Inicialmente não entendi muito bem a recomendação. Ao longo do filme me deparei com atores consagrados cantando e dançando harmonicamente, Sebastian o personagem de Ryan Gosling não desceu de imediato, o achei rude, o impacto foi grande pra quem como eu é acostumada a vê-lo em comedias românticas. O esforço de parecerem sutis e suaves no filme surte efeito, pois no emaranhado da estória me vi torcendo para que os dois fossem felizes.

O que os Contos de Fadas e La la land nos ensinaram? 3

Ok, confesso. Sou uma romântica inveterada, culpo meu pai que na sua ânsia por me fazer ser uma leitora voraz (e ele conseguiu), me comprou todos os livros de princesas existentes na época e lia pra mim toda noite até eu cair no sono e a Disney por ter floreado as histórias de princesas a tal ponto que até hoje ainda fazem sucesso. Acreditem leitoras, nas histórias verídicas escritas por Irmãos Grimm e outros, os finais são mais macabros e surreais do que as contadas.

Rapunzel, por exemplo, engravidou do príncipe e foi obrigada a viver no deserto com seus filhos (gêmeos). O príncipe ficou cego por causa da bruxa até anos depois encontrar sua amada. Em A Bela Adormecida, a história original é que um rei encontra a bela em sono profundo não conseguindo acorda-la, abusa sexualmente e vai embora, deixando-a gravida de gêmeos. Por sinal, um casal é que acordam a mãe de seu sono profundo para só anos depois o rei vir a procura-la novamente, mas a mantêm ainda na torre, pois o mesmo já era casado.

O trabalho que os autores tiveram para transformar as estórias macabras em contos de fada com tantos floreios românticos são seculares, pois os primeiros esboços desses contos datam de 1600 d.C. Ao longo do tempo, Perrault e Grimm foram apenas aprimorando até Walt Disney transformar em franquias milionárias para as mais diversas idades! :O

O que os Contos de Fadas e La la land nos ensinaram? 2

Idílico não? Se por um lado meu pai me atiçou o gosto pela leitura, e por isso o agradeço enormemente, por outro essas estórias da disneylandia nos deixa com resquícios irreais e fantasiosos de homens que não existem, de histórias que na vida real não acontecem e com frustrações tão reais que acredito que muitas de nós ainda sofremos para nos libertar. Afinal, nos submetemos aos homens com tal facilidade, sempre dando mais do que recebemos, fazendo sacrifícios que eles muitas vezes não reconhecem. E pra quê? Para termos a falsa sensação de sermos salvas por um grande amor, porque nossas mães nos fizeram crer que ter um homem para chamar de seu e filhos é o ápice do sucesso.

Com muita dificuldade erguemos a carreira profissional ao mesmo patamar, e isso foi um ganho maravilhoso, mas que nos deixou com dupla e até tripla jornada. Afinal, queremos ser bem sucedidas, mas ainda ganhamos menos que os homens no mesmo cargo! =( Sad, but true

Mas o que um simples filme tem a ver com a vida real? A questão é o porquê ficamos tão incomodadas com o final do filme. Todas as amigas com que conversei não gostaram do final – até eu levei um certo tempo para digeri-lo. Por que será? Pelo simples fato das superproduções cinematográficas terem nos condicionado a finais felizes, finais que nem sempre acompanham a realidade. Não gostamos de finais que não nos apresentem a união daquele par mostrado durante o filme. Acreditem… As respectivas princesas Rapunzel e Bela Adormecida casaram com seus “reis”, mas a que custo? Pergunto eu, afinal, contei a vocês um pouco dos seus sofrimentos. Eer abusada enquanto dorme é romântico? Viver reclusa até encontrar um príncipe que a engravida, mas não a liberta, é ideal de vida?

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Sebastian e Mia tiveram seus momentos e foram ótimos, mas ela encontrou um parceiro melhor, um que correspondia a sua vida e nem por isso devemos ficar tristes pelo que não aconteceu. A vida é assim: arte de encontros e reencontros. Nós tampouco nos casamos com nossos primeiros amores – ou casamos e não dá certo. Quem irá saber?

O que não podemos é viver crendo em contos de fadas, ansiando por amores abstratos, buscando que o parceiro corresponda as nossas expectativas. Já pensou que nem nós correspondemos as expectativas deles? Que loucura, não?

Então vamos de parar de encher as cabeças de nossas filhas com contos irreais sobre amores pomposos e princesas sofredoras. Vamos criar nossas próprias histórias, escrevermos nossos próprios livros, domarmos nosso destino com nossas mãos, pois só assim educaremos meninas para serem mais fortes e independentes do que jamais fomos…

Aaah, e os homens… Eles que se quiserem corram atrás para acompanhar nosso passo, porque está para nascer a geração XY, aquelas mulheres que querem parceiros/companheiros e não apenas maridos.

Referencia: Fadas no Divã – Diana Corso e Mário Corso

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Me diz uma coisa, você tem um tempinho livre para ler alguns contos eróticos?

Se tiver, faz o seguinte: vai pra casa, acende umas velas, apaga a luz, deita na cama (ou aproveita pra encher a banheira, se você tiver uma)… Pode ser acompanhada ou sozinha, mas a questão é que você precisa ler esse contos eróticos que a gente separou.

Sabe o que acontece? Tem dias que a gente acorda suada e bem tarada, e precisa resolver essa situação de algum jeito. Entra aí o seu parceiro incrível, aquele P.A. maravilhoso (e que você não abre mão por nada) ou o seu próprio desejo de gozar, que te leva até lá sozinha mesmo. E, às vezes, pra isso investir no nosso imaginário faz um bem… Ajuda a aumentar o tesão, entende?

Contos eróticos são muito bons né?

Daí fica a seu critério. Você pode se imaginar recebendo aquela foda gostosa num beco, ou então num terraço, vai do gosto do freguês. O mais legal de tudo é que você super pode tirar essa ideia do papel (virtual, né?) e levar para a vida real. Porque não arriscar uma noite para lá de sensual num lugar inusitado? O carro, aliás, é o segundo lugar preferido para as pessoas transarem, sabia? É excitação, na certa, tudo por causa da sensação de proibido.

O que a gente precisa entender de uma vez por todas é que tesão não se controla e às vezes a gente precisa de um alguém pra satisfazer esse desejo, com aquela sensação de que tá te roubando um pedaço do corpo, sabe? Aquela pegada forte, que dá um frio na barriga e um formigamento lá embaixo.

Se hoje for um daqueles dias que parece que você não tá a fim de nada, não tem problema. Existem uns tais contos de um safado que vão levar a sua temperatura nas alturas e te deixar no humor perfeito pra fazer de tudo, até mesmo achar um jeito de curar o tal do tédio.

E aí é isso. Cria o ambiente perfeito e, voilá, é só aproveitar. Afinal de contas, você pode mandar tanto quanto ele e te garanto que ele vai ficar louquinho se você começar a fazer de tudo só pra ele te obedecer.

O nosso recado pra você hoje é esse: enlouqueça!

Um beijo,

OBS: este texto foi publicado pela primeira vez na nossa Newsletter, em agosto! Se você quiser receber mais textos como esse na sua caixa de entrada, pode clicar aqui para fazer a sua assinatura!

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A princesa dos contos de fada passa o tempo pensando nele. Ela imagina todos os dias que passarão juntos, imagina sua risada, tenta criar a cor dos seus olhos, tenta pensar em como seria sua voz…

Essa menina foi apresentada há muito tempo atrás a certa instituição que não é droga, mas vicia, não é hit de verão, mas gruda na cabeça até você querer dançar, a instituição do romance, do amor verdadeiro e do final feliz. Ela pensa que um dia um cara vai aparecer e vão ficar juntos pra sempre, deseja isso, mas, devia desejar que ele também tivesse sido apresentado à instituição, porque não foi.

princesa dos contos de fadas - yasmin

Essa moça sofre enquanto o príncipe encantado não chega, sofre na mão dos sem caráter, que podem ser chamados de “sapos”. Pinta-se, se enfeita, se transforma em uma “femme fatale” e sai a procura do seu prometido, essa Cinderela perde o sapatinho depois da balada sempre depois da meia-noite e de umas boas doses! Acorda no dia seguinte de ressaca e com um enorme arrependimento de ter ficado com um cara que ela sabe que nunca irá ligar.

Mas, essa heroína é diferente, não se joga num canto e hiberna até alguém te dar o “beijo da vida” que vai a fazer acordar, por isso graças aos céus ela não espera – mas também querer que acreditemos nisso já é demais.

A princesa dos contos de fadas mudou!

Ela tem sucesso na vida profissional, tem o universo em mente, a poesia no coração. Luta contra os fantasmas que insistem em lhe assombrar, só pela falta que existe dentro de si. Tem dias em que tudo o que ela quer é pintar asas em si mesma subir em sua sacada e voar. O mundo anda sendo muito duro, para pessoas como ela – na verdade com todos nós – que ainda acreditam na existência do amor, que ainda esperam encontrar o prometido príncipe encantado ou princesa. O amor foi banalizado e reduzido a coisas tão mesquinhas que não valem minhas palavras, não vale nosso tempo, é duro assistir a maioria se acostumar com algo tão vazio e ter que mendigar um pouco de sentimento verdadeiro.

Mas, devido á forma como as coisas andam não vamos criar expectativas, que, sejamos sinceros, podem se tornar frustrações no futuro, vamos só tentar entender que não é errado sentir demais, mas que é preciso saber quanto sentir e quando também.

A vida e o amor são um paradoxo, vários caminhos nenhuma certeza. Nesses caminhos passamos por longas esperas e precisamos lembrar que sempre arrumamos algo para fazer ou alguém para conversar nas salas de espera. Não precisa construir em torno de si muralhas e florestas de espinhos, ninguém esta disposto a atravessar ultimamente, eu sei é difícil não se apegar quando existem infinitos sentimentos bons dentro de si, mas todos nós estamos em processo de aprendizado e tempo de cura.

Essa moça sabe de tudo isso, mas devemos reconhecer que ela é corajosa, cai, levanta e segue a vida da mesma forma e é desse tipo de pessoa que o mundo precisa, repito: NÃO iremos adormecer e esperar o beijo de amor verdadeiro que nos ressuscitará porque ele não virá, o nosso amor verdadeiro somos nós mesmas.

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Essa princesa tem força e nem sabe disso, ela já aturou os padrões da sociedade e todas as ideologias. De tanto escutar que se precisa de alguém para amar e ser amada sofreu demais por achar que nunca teria sucesso nesse departamento da vida, até que se curou por inteiro e criou seu próprio conceito de felicidade: enquanto ela se amar continuará a viver. Porque esse é o amor essencial na nossa vida, o que deveriam ter nos apresentado desde o início.

O amor é essencial na vida, mas não é só o amor vendido por Hollywood que é apresentado a nós desde o início do nosso entendimento por gente em filmes como “Meu Primeiro Amor”, a quem eu me refiro, esse é bom demais de se ter, mas não é o mais importante. O mais importante é o que sentimos por nós, o que faz com que amemos nossos corpos magros ou gordos, nosso cabelo seja de que tipo for, nossa condição de vida, nossos ideais e tudo o que compõe o ser único que nós somos, a falta desse amor leva á doença e muitas vezes á morte, e você só morre de coração partido se quem te magoou pegar o músculo que bombeia sangue para o seu corpo e partir com uma faca – ou outro tipo de acidente que eu desconheço.

Palavras doem, mas só te matam se você deixar, por isso, força e se mantenha de pé, moça, tem tanto chão pela frente, tanta gente, tanta cor, tantos sorrisos que você vai seguir bem sozinha, com sua bagagem e suas asas, porque você é livre.

– Com amor, alguém que te entende.

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O DIA EM QUE EU APRENDI QUE SEXO ANAL É UMA DELÍCIA…

Leia a parte 3.1 aqui.

Ao contrário dos outros dias, não trocamos mensagens ao longo da tarde. Pontualmente às 20:00, ele já me esperava na frente do prédio. Fui em direção ao carro e entrei. Ele me esperava de braços abertos – me abraçou, me beijou e perguntou como tinha sido a minha tarde. Eu respondi e devolvi a pergunta. E assim mantivemos um diálogo amigável até chegarmos à famosa rua onde ficávamos.

Chegando lá, ele se transformou. Já me deu uma pegada bem forte e um beijo cheio de tesão. Num movimento rápido, tirou minha blusa. Com a mesma rapidez, tirou meu sutiã. Começou a chupar meus peitos enquanto abaixava minha calça, já com a calcinha junto. Em questão de minutos, eu já estava completamente nua. Ele me beijava com tesão, me arranhava, me mordia. Eu tirei sua camisa e ele tirou a calça, já com a cueca. Estávamos nus e cheios de tesão.

Ele me segurou pelos cabelos e me jogou para o banco de trás. Antes que eu pudesse me mexer, ele enfiou a cara na minha boceta. Eu estava de joelhos no banco. Empinei bem a bunda e deixei-o brincar. Aquela chupada estava deliciosa! Ele movia a língua em várias direções. Quando eu menos esperava, começou a lamber meu cu. Eu estava ficando louca com aquilo! Queria chupá-lo também, mas estava tão gostoso que eu simplesmente não tinha coragem de sugerir qualquer mudança.

Depois de um certo tempo só usando a língua, ele decidiu enfiar dois dedinhos dentro de mim. Tudo me levava a crer que ele queria me fazer gozar. Eu gemia e rebolava. Ele mantinha o ritmo. Minutos depois, intensifiquei os gritos. Ele, percebendo que eu ia gozar, intensificou a chupada. Em questão de segundos, comecei a sentir as pernas bambas, os músculos se contraindo e uma explosão de prazer. Gozei gostoso na boquinha dele. Sem entender exatamente o porquê de ele ter me feito gozar tão rápido – mas sem me importar nem um pouco com isso –, sentei do lado dele. Ele me olhou com cara de satisfação. Eu olhei para ele com cara de satisfeita.

Ele me deu alguns poucos minutos para me recompor. Passado esse tempo, começou a tocar seu pau olhando para mim. “Cai de boca, vem!” – ele disse. E eu, claro, obedeci. Sem fazer idéia de que estava me preparando para o primeiro anal da minha vida. Eu chupava com gosto, enfiava aquele pau todinho na boca, enquanto massageava as bolas. Ele suspirava de prazer. Quando eu menos esperava, ele puxou meu cabelo, fazendo com que eu me levantasse.

Nesse momento, ele olhou para mim e perguntou: “Você quer experimentar algo novo hoje?”. Sem entender, perguntei: “Do que você está falando?”. Ele, com cara de quem tinha certeza de que eu ia topar, explicou: “Sexo anal, gostosa. Você quer me dar o cu hoje?”. Eu dei um sorriso de fascínio e pavor – tudo misturado. Já tinha ouvido algumas histórias nada legais sobre sexo anal e não tinha certeza se queria tentar. Sem responder, fiquei olhando para o nada, como se estivesse pesando os prós e contras. Ele, percebendo minha insegurança, disse: “Fica tranquila e confia em mim. Se eu só te dei prazer todas as vezes que ficamos, por que é que hoje seria diferente? Você acabou de gozar, está bem relaxada. Vai ser gostoso!”.  Ouvindo isso, eu sorri – entendendo, finalmente, o motivo pelo qual ele me fez gozar logo de cara – e disse: “Eu topo!”.

Eu não tinha motivo algum para não confiar no homem que, até então, só tinha me dado prazer. Então, ele começou a comandar. Disse para eu ficar de quatro no banco. Então, começou a lamber meu rabinho, enquanto enfiava um dedo na minha boceta. Eu gemia de prazer. Depois de alguns minutos nesse movimento, tirou o dedo da minha boceta e começou a enfiá-lo no meu cu, bem devagar.

No início, a sensação foi bem diferente; não era um diferente ruim, era apenas diferente. Eu fiquei parada, deixei que ele continuasse. Até que, depois de poucos instantes, o que estava diferente passou a ser gostoso. Eu comecei a suspirar baixinho. Ele, ouvindo, começou a passar uma das mãos pela minha bunda, enquanto enfiava o dedo devagar. Depois de um certo tempo naquela brincadeira, chegou a hora da coisa ficar séria. Ele tirou o dedo de dentro de mim bem devagar e sentou no banco. Comigo ainda de quatro, ele lambeu meu cu mais uma vez, para que ficasse bem molhado.

O banco de trás do carro dele era bem espaçoso. Ele me pediu para deitar de lado e ficar bem relaxada. Então, ele deitou atrás de mim e encaixou o pau na entradinha do meu rabinho. Antes de meter, começou a beijar minha nuca e passar a língua bem de leve pela minha orelha. Eu suspirava de prazer – estava louca de tesão. Quando ele percebeu que eu já estava bem relaxada, começou a enfiar. Bem devagar, ele ia empurrando o pau para dentro de mim. Logo de cara, a sensação foi um pouco estranha. Mas instantes depois, à medida do que eu ia relaxando, a estranheza foi dando lugar ao prazer.

Enquanto ele metia devagar no meu rabo, ele me disse para eu usar uma das mãos para brincar com meu grelinho. E assim eu fiz. Nessa hora, o prazer se completou. Ele enfiava o pau devagar, enquanto suspirava no meu ouvido, me enlouquecendo de tesão. Eu suspirava. Por mais incrível que isso parecesse, estava muito gostoso. Ele estava fazendo tudo com muita calma, respeitando meu tempo e os limites do meu corpo. Estava sendo perfeito. Pouco tempo depois, eu comecei a rebolar devagar. Ele soltou um gemido delicioso ao ver que eu já estava me sentindo segura o suficiente para fazer isso. Então, aumentou o ritmo (sem exagerar).

A esse ponto, os suspiros já davam lugar a gemidos intensos. Aquilo estava muito, mas muito gostoso! Eu percebi que, quanto mais à vontade eu ficava, mais prazer eu sentia. Ele suspirava no meu ouvido, me chamava de gostosa, dizia que só uma puta de verdade sentia tanto prazer em dar o cu. “Mas é isso mesmo que eu sou!” – eu pensava, sem dizer uma só palavra. Eu rebolava, gemia, brincava com meu grelinho. Enfiei um dedo na boceta e dei para ele lamber. Ele sussurrou: “Seu gosto é doce!” – e continuou metendo.

Depois de um bom tempo dessa foda maravilhosa, ele anunciou que ia gozar. Disse que queria gozar dentro do meu cu. Sem dizer uma só palavra, eu comecei a rebolar um pouco mais rápido. Isso o fez gemer. Ele segurava meu cabelo enquanto se movia com muita destreza. Não demorou até que gozasse dentro de mim. Depois de gozar, ele saiu de trás de mim e se sentou do meu lado. Logo em seguida, eu fiz o mesmo. Ele me abraçou e – pela primeira vez – me perguntou se eu tinha gostado. “Olha bem para a minha cara de felicidade. O que você acha?”, eu respondi. Ele, sorrindo, me abraçou. Depois de alguns minutos de conversa, percebi que já estava em cima da hora de chegar em casa. Fomos para o banco da frente, nos vestimos e fomos embora.

Conversamos bastante no caminho até minha casa. Rimos, brincamos – tudo que bons amigos fazem. Chegando na esquina da minha casa, ele me abraçou. Depois do abraço, olhou para mim, sorriu e disse: “Eu estou gostando muito disso tudo. Espero que esteja sendo tão bom para você quanto está sendo para mim.”. “Você tem alguma dúvida?”, respondi com um sorriso. Ele negou com a cabeça, me deu um beijo e me abraçou de novo. Desci do carro com uma cara de alegria que seria impossível disfarçar.

Eu já sabia ser puta. Já sabia ser gostosa. Já sabia dar o cu. Fui andando para casa, me sentindo completamente assada. Mas eu não ligava para isso – pelo contrário, eu gostava. Agora, mais do que nunca, eu sabia que poderia ser a puta gostosa de qualquer um, porque saberia que faria isso direito – não só porque saberia dar prazer, mas, principalmente, porque sentiria prazer.

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(Conheça a história: Parte 1Parte 2)

O DIA EM QUE EU APRENDI QUE SEXO ANAL É UMA DELÍCIA

Quinta-feira. O alarme tocou às seis, mas eu já estava acordada – não conseguia parar de pensar na noite anterior. Levantei da cama com as pernas ainda bambas – e a boceta deliciosamente assada – e fui para o banho. O dia de hoje tinha que ser tão bom quanto os últimos dois. Foder todo dia acostuma.

A primeira mensagem chegou pouco antes do meio dia. Eu ainda estava em casa, tinha acabado de chegar da escola e estava me preparando para ir trabalhar quando senti o telefone vibrar: “Bom dia, gostosa! Tudo bem? Espero que tenha tido uma boa noite. Estou com saudades. Quero te ver de novo.”. Ele estava com saudades. Queria me ver – ou melhor, me comer – de novo.

Eu respondi à mensagem de maneira educada, perguntando se ele estava bem e dizendo que também estava com saudades. Nada demais. Até que a mensagem seguinte me surpreendeu: “Então… estou em horário de almoço, só volto a trabalhar às 14:00. Será que você não gostaria de uma carona para o trabalho?”. É claro que eu queria uma carona para o trabalho.

Coincidentemente, meu horário de chegar ao trabalho era o mesmo que o dele. Respondi: “Sim, claro. Estarei na esquina de casa em 20 minutos”. Terminei de me arrumar, peguei minha bolsa e desci a rua. Incrivelmente, ele já estava à minha espera quando eu cheguei. Entrei rapidamente no carro, cumprimentei-o com um beijo e fomos conversando sobre os mais variados assuntos enquanto não chegávamos à tal rua que fazíamos de motel.

Pouco mais de dez minutos depois, ele estacionou o carro. Estava com cara de tarado. Eu estava com “a cara de puta mais gostosa do mundo”, segundo ele. Como nós dois sabíamos bem o que queríamos, não havia necessidade de perder tempo fazendo charminho. Dei logo um sorrisinho maldoso e ele veio com tudo para cima de mim. Me beijou com vontade, com pegada. Eu suspirava e arranhava suas costas.

contos de uma aprendiz 1

Devagar e ainda me beijando, ele tirou minha blusa. Depois, meu sutiã. Com as mãos nos meus peitos, disse: “Tira a calça pra mim, tira?”, e eu, claro, tirei na mesma hora. Antes que ele dissesse qualquer coisa, tirei também sua camisa e sua calça. Eu fiquei só de calcinha. Ele, só de cueca. Minha calcinha já estava molhada, só com o beijo que ele tinha me dado. Ele, percebendo, começou a passar o dedo nela, por fora, pra me provocar.

Eu gemia gostoso, baixinho no ouvido dele. Até que ele começou a beijar meu pescoço, lamber a ponta da minha orelha, me dar umas mordidinhas de leve e beijar minha boca. Tudo devagar, sem pressa e sem tirar a mão da minha calcinha. Estava uma delícia toda aquela provocação, até que ele sugeriu que fôssemos para o banco de trás.

Já no banco de trás, ele tirou minha calcinha e me deitou (leia mais aqui). Se encaixando entre minhas pernas, continuou a me beijar e morder. Primeiro, no pescoço e na orelha. Depois, começou a descer. Chegou até meu peito e começou a chupar um deles, enquanto usava um dedo para brincar com o outro. Enquanto fazia isso, começou a pressionar seu pau contra minha boceta (estando ambos ainda cobertos).

Que delícia aquilo estava! Eu gemia, suspirava. Ele também suspirava, sem parar de chupar meus peitos. Eu estava desesperada para começar a trepar de verdade, mas estava amando aquelas preliminares mais elaboradas. Não estávamos com a menor pressa – tínhamos mais tempo que o de costume. Fechei os olhos e continuei curtindo a brincadeira, sem parar de gemer.

Depois de um tempo brincando com meus peitos, ele começou a descer pela minha barriga, mordendo, lambendo e beijando. Eu passei uma mão pelo pescoço dele e comecei a arranhar bem de leve. Senti que ele se arrepiou. Depois de arrepiar meu corpo inteiro com as lambidinhas que me deu na barriga, ele foi descendo. Passou a cara na minha boceta com vontade, ainda por cima da calcinha.

Beijou e lambeu minha virilha, fazendo com que eu me contorcesse. Até que, finalmente, arrastou minha calcinha para o lado e passou a língua no meu grelinho. Eu gemi. Ele me olhou e lambeu os beiços, com cara de safado. Eu dei o sorriso mais maldoso que consegui. Ele continuou a lamber meu grelinho, mas depois de alguns instantes dando lambidinhas leves enquanto segurava minha calcinha, ele decidiu tirá-la.

contos de uma aprendiz 2

Calmamente, colocou-a no banco da frente e enfiou a cara na minha boceta com uma certa pressão, mas num ritmo lento. Eu gemia gostoso e rebolava na cara dele. Pouco tempo depois, percebi que ele estava suspirando enquanto me chupava. Que delícia! Perceber que ele sentia prazer em me dar prazer foi uma sensação incrível.

Eu gemia, rebolava, segurava o cabelo dele. Até que tive uma idéia; aquela chupada estava deliciosa, mas eu queria muito chupá-lo também. Então, entre suspiros e gemidos, sussurrei : “Ei… você não quer fazer um 69?” – e ele, sorrindo, concordou com a cabeça. Eu me levantei para que ele se deitasse. Depois, com ele já deitado, sentei com as pernas bem abertas e encaixei minha boceta em sua boca. Então, abaixei sua cueca e comecei a chupar. Comecei devagar, chupando só a cabecinha.

Aos poucos, fui aumentando o ritmo, mas sem exagerar. Fui colocando o aos poucos, até que seu pau estivesse inteirinho na minha boca. Enquanto isso, ele me chupava gostoso, sugava meu grelinho pra dentro da boca e passava a língua nele com muita destreza (leia mais aqui). Aquilo estava delicioso! A ideia era manter o ritmo – pra que mudar algo que já estava bom? – mas ele teve a brilhante idéia de enfiar dois dedinhos na minha boceta enquanto chupava meu grelinho.

Aquilo me deixou louca – o que já estava bom tinha acabado de ficar perfeito. Eu gritava de prazer, mas o pau dele na minha boca abafava meus gritos. Ele batia na minha bunda, me chupava com gosto, e eu respondia chupando o pau dele com muita vontade. Estava gostoso demais! Ele continuou me chupando, até que percebi que estava prestes a gozar. Como queria que ele gozasse junto comigo, comecei a usar as mãos ao invés da boca.

Tocava seu pau com ritmo, enquanto mantinha a cabecinha na minha língua. Em reposta, ele gemia e enfiava os dedos em mim com mais vontade. Depois de poucos minutos naquele ritmo, ele anunciou que ia gozar. Segundos depois, gozou na minha boca. Mesmo sem forças, continuou a mexer os dedos e a língua bem gostoso na minha boceta, e não parou até eu gozar também. E, instantes depois, foi exatamente isso que aconteceu.

conto de uma aprendiz 3

Ficamos por vários minutos ali, parados, calados e exaustos. Foi simplesmente incrível! Um tempo depois, saí de cima dele e me sentei no banco. Ele também se levantou, sentou do meu lado e passou o braço pelo meu ombro. Ficamos ali, abraçados e calados. Preocupado com o horário de chegar no trabalho, ele olhou no relógio. Ainda tínhamos 50 minutos. Ao ver que ainda tínhamos tempo, nos permitimos alguns minutos de conversa.

Ele passou a mão no meu cabelo de forma carinhosa e começou a me fazer algumas perguntas sobre coisas como o trabalho e os estudos. Eu respondi e fiz algumas perguntas, também. Depois de cerca de 15 minutos conversando como amigos, eu resolvi tomar a atitude e ir para cima dele. Lentamente, levantei do banco e me sentei no colo dele, de frente. Estávamos nus e minha boceta – ainda molhadinha – fez o pau dele endurecer instantaneamente.

Mesmo sentindo que o pau dele estava duro, não fiz nada além de beijá-lo na boca, no pescoço e na orelha. Queria provocá-lo bastante antes de qualquer coisa; colocar em prática tudo o que ele havia me ensinado na noite anterior. Depois de um tempo trocando provocações, comecei a rebolar. Ele encaixou as duas mãos na minha bunda e me ajudava a me movimentar. Estava muito gostoso! Nós dois suspirávamos.

Ele arranhava minhas costas e eu passava a unha pelo pescoço dele, causando arrepios.  Depois de um tempo nessa brincadeira, eu estava a ponto de enlouquecer de tanto tesão.  Então, levantei do colo dele sem dizer uma palavra e comecei a chupar seu pau. Ele me olhava com cara de quem estava louco de tesão – e também parecia orgulhoso por ver que eu tinha aprendido a lição: “nunca sente antes de chupar”.

Chupei ele todinho, deixei bem molhado. Então, levantei e encaixei minha boceta na cabecinha dele. Comecei com movimentos lentos, e fui descendo devagar. Não demorou até que aquele pau gostoso estivesse inteirinho dentro de mim.  Eu rebolava e gemia. Ele suspirava e me arranhava.

Depois de alguns minutos fodendo gostoso daquele jeito, ele encaixou as mãos na minha bunda e começou a me ajudar a quicar. Assim, o ritmo acelerou. Eu quicava rápido, com força – gemia, gritava, falava palavrões e dizia para ele não parar. Em resposta, ele me dava tapa na cara, puxão de cabelo e me chamava de puta. Nenhum de nós dois estava preocupado com as pessoas que podiam estar passando – elas que ouvissem como é uma foda de verdade!

Depois de um tempo fodendo naquela posição, ele me mandou ficar de quatro. Rapidamente, eu fiquei e empinei bastante a bunda. Ele me deu um tapa gostoso. Eu olhei para trás, com cara de quem tinha gostado. Ele deu um sorriso malicioso e me deu outro tapa. Antes de meter, passou a língua no meu grelinho, de leve. Só então, começou a me comer. Enfiou o pau de uma vez.

Eu estava bem molhada, o pau dele escorregava. Ele me fodia com força, me dava tapas fortes na bunda, puxava meu cabelo e não economizava nos palavrões. Eu forçava meu corpo contra o dele, gemia, gritava. Estava maravilhoso! Finalmente, depois de um bom tempo, ele anunciou que ia gozar. Eu perguntei onde ele queria gozar e ele sussurrou: “Na sua boca!”. Na mesma hora, eu disse pra ele sentar e comecei a chupar.

Dessa vez, não comecei devagar; já comecei num ritmo frenético, chupando com gosto. Ele suspirava, puxava meu cabelo e sorria, com cara de tarado. Minutos depois, ele gozou. Encheu minha boca de porra. E eu, claro, engoli tudo bem rapidinho. Muito cansados, sentamos no banco, encostados um no outro. Depois de alguns instantes de silêncio, ele me perguntou a hora. 13:45. Hora de ir embora. Já no banco da frente, nos vestimos rapidamente.

Em instantes, já estávamos a caminho do meu trabalho. “Te busco às 20:00?” – disse ele ao chegarmos na porta do prédio onde eu trabalhava. Ficando feliz em saber que ainda ia ter mais, respondi que sim. “Ótimo. Tenho uma surpresa pra você.” – ele disse. Antes que eu tivesse tempo de perguntar sobre a tal surpresa, ele me mandou um beijo e saiu com o carro.

Quase morri de curiosidade, pensando no que poderia ser – vindo daquele homem, poderia ser qualquer coisa. A única certeza que eu tinha é que, o que quer que fosse, seria muito bom! Cheguei no trabalho pontualmente às 14:00. Ao entrar no prédio, uma das recepcionistas fez um comentário, no mínimo, interessante: “Você tem estado tão bonita! O que é que está fazendo, hein?”. “Sendo bem comida.”, eu quis responder.

Em vez disso, fiquei com o bom e velho: “Obrigada, são seus olhos!”. Extasiada, arranhada, assada e feliz, fui trabalhar – morrendo de ansiedade e torcendo para que a hora passasse bem rápido.

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O dia que aprendi a ser gostosa…

Leia a parte 1 aqui!

Era uma quarta-feira. Acordei, como de costume, às 6:00. Meus dias eram cheios: estudava de manhã e trabalhava a tarde. Entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei debaixo do chuveiro. Ao primeiro contato da água com a minha boceta, me arrepiei da cabeça aos pés: ela estava completamente assada.

A noite tinha sido muito, muito boa! Eu só pensava numa coisa: “tomara que ele me ligue, eu quero fazer tudo aquilo de novo”. Mas o som do meu segundo despertador me fez voltar à realidade. Saí do banho, me vesti e fui me arrumar para começar o dia. Por volta das 14:00, meu telefone vibra. Mensagem. “Boa tarde, gostosa. Tudo bem? Te atrapalho?”.

Eu estava chegando no trabalho – tinha que preparar a sala onde daria aula, pegar os livros, revisar a matéria e fazer outras mil coisas. “Não, imagina. Pode falar.” – respondi. Eu sempre fui dessas que fazem várias coisas ao mesmo tempo, mesmo. No decorrer da conversa, fomos muito gentis e educados um com o outro, como se fôssemos bons amigos – em outras palavras, como se não tivéssemos fodido loucamente dentro do carro dele, na frente do meu trabalho, na noite anterior.

E eu estava gostando da conversa, embora não parasse de pensar na foda gostosa que tivemos, até que ele começou a esquentar nosso papo: “E então, gostosa… planos para mais tarde, das 20:00 às 21:00? (risos)”. Nesse momento, eu tinha duas opções de resposta. Uma, seria bancar a inocente e dizer que não e ficar esperando que ele viesse com alguma conversa mole pra “me dar uma carona até em casa”.

A outra, seria bancar a puta e falar logo o que queria. Fiquei com a segunda opção: “Tenho, tenho sim. Vou dar pra você!”. Nesse momento, já comecei a sentir tesão. Fiquei ansiosa por uma resposta. Ela veio assim: “Ah, gostosa! Bem, puta do jeito que eu gosto. Meu pau ficou duro só em ler essa mensagem. Hoje eu vou te comer de todas as formas possíveis!” – e eu pensei comigo mesma: “Mas será possível que existam outras formas?”.

aprendiz

Poucas horas depois, eu descobriria que sim. As mensagens continuaram com altíssimo teor de putaria até meu horário de sair. Eu estava tão molhada que dava pra sentir. Finalmente, 20:00. Saí desesperada do trabalho, já procurando pelo carro dele. Estava parado bem na frente do prédio.

Sem cerimônias, já fui logo abrindo a porta. Entrando no carro: Wow! Ele estava completamente nu. De pau duro. Aquele pau enorme, gostoso, latejando… Estava bem ali, na minha frente, só me esperando. Rapidamente, eu fechei a porta do carro, sentei no banco do carona e comecei a chupar. Não dissemos nem “oi” – afinal, “oi” não faz ninguém gozar.

Eu comecei chupando só a cabecinha. Ele suspirava, gemia baixinho. Aos poucos, comecei a botar mais pressão na chupada. Sugava com mais vontade, com ritmo, com força. Até que, de surpresa, enfiei o pau dele inteirinho na boca, enquanto massageava suas bolas. Ele puxava meu cabelo e me ajudava a movimentar a cabeça (leia mais aqui).

Enquanto eu dava prazer a ele, sentia minha boceta ensopar – o pau dele era tão gostoso que até chupá-lo me dava prazer. Depois de algum tempo daquele boquete maravilhoso, ele anunciou com a voz ofegante mais gostosa do mundo: Eu vou gozar na sua boca, piranha!”. E, segundos depois, gozou. Eu estava em êxtase. Ele, também.

Ficamos calados por alguns instantes, até que ele começou a fazer uma cara diferente, como se estivesse tendo uma idéia bem louca. Ainda de pau duro, ele pegou minha mão e colocou no pau. “Mexe, safada.”– ele disse. Instantes depois, ele tirou minha mão do pau dele e disse: “Vem… senta aqui!”.

Eu não entendi muito bem o que ele queria – ele não era desses que já chega metendo -, mas antes mesmo que eu tivesse tempo de perguntar, ele começou a tirar minha calça (com minha calcinha junto). Ele levantou uma das minhas pernas e enfiou a cara na minha boceta. Deu umas lambidinhas leves, mas bem molhadas. Que coisa deliciosa!

De repente, parou e disse: “Agora, vem!” – e eu sentei devagarzinho naquele pau delicioso, até que ele estivesse todinho dentro de mim. Ele chupava meus peitos, puxava meu cabelo, segurava minha cintura e eu gemia de prazer. Até que percebi que ele estava ligando o carro. “O que você vai fazer?”, perguntei. E ele, sem me responder, saiu com o carro. Super devagar, mas comigo quicando gostoso no colo dele.

aprendiz

Percorremos menos de 100m, até que chegamos numa rua mais escura. Ele parou o carro, com cara de quem tinha acabado de realizar um sonho. Claro, foder dirigindo não é algo comum – mas se tinha uma coisa que o nosso rolo não estava sendo, essa coisa era comum. De repente, ele puxou meu cabelo e me olhou de um jeito bem dominador.

Colocou meu ouvido perto da boca dele e disse: “Agora eu vou te ensinar a ser uma puta gostosa de verdade!” – e me deu um tapa delicioso na cara. Com muita destreza, me tirou de cima dele e me jogou para o banco de trás. Lá, ele sentou e me mandou voltar a quicar no pau dele. Eu, lógico, fui. Mas antes mesmo que eu pudesse chegar a sentar, senti a mão dele puxar meu cabelo e me jogar no banco.

Sem entender nada, olhei pra ele e ele começou: “Nunca sente no pau antes de chupar. Ouviu bem?” – e eu, sem nem ter o que dizer, abaixei a cabeça e comecei a chupar. “Agora vem, senta gostoso aqui no meu pau!” – ele disse. E eu, claro, obedeci. Comecei sentando devagar, mas ele estava com muita fome: começou logo a me fazer quicar com força. Eu estava muito cansada, embora a foda estivesse perfeita.

Então, por poucos segundos, deixei meu corpo relaxar –  parando de quicar e de gemer na expectativa de que ele fizesse o esforço. Mas antes que eu pudesse concluir o pensamento, senti sua mão no meu pescoço, apertando de leve (de modo que não me machucasse, mas me fizesse sentir dominada) e ouvi sua voz dizendo: “Escuta aqui, piranha! Uma mulher gostosa que nem você não pode nunca ficar, nem parada, nem muda. Ouviu bem? Geme e rebola! Não para!”.

Nesse momento, eu nem tive argumentos. Esqueci que estava cansada e continuei gemendo e rebolando, sem parar. Sentia minha boceta arder, queimar, juntando a foda frenética de ontem com essa de hoje. Mas estava gostoso demais, até mesmo o ardor estava me dando prazer. Até que chegou o momento em que eu senti que ele ia gozar. Já que estávamos realizando fantasias, decidi tomar uma iniciativa bem provocante.

Saí bem devagar de cima dele e comecei a chupar. Ele não disse uma palavra. Ao sentir minha boca em seu pau, ele gemeu. Eu sabia que em instantes ele ia gozar, então eu disse: “Goza na minha cara, goza?” – e ele me respondeu com um gemido. Começou a usar as mãos, tocando uma punheta frenética bem na frente do meu rosto. Eu mantinha a língua pra fora, esperando meu presente. Até que, finalmente, senti aquele jato quente molhar meu rosto. Passei a língua pelo rosto. Senti aquela porra quentinha na minha boca. Confesso que gostei daquilo.

Sentei-me ao lado dele e peguei uma toalhinha que tinha na bolsa para limpar o rosto. Estava satisfeita, mas não tinha gozado – e ele sabia disso. Olhei pra ele e sorri. Ele retribuiu.Depois de alguns instantes, eu disse: “Vamos? Já está quase…” e antes que eu pudesse terminar a frase, ele me beijou. Disse: “Mulher, nós não vamos a lugar nenhum até você gozar.

Fiquei feliz com aquilo, era excitante saber que ele queria me dar prazer. Então, fiquei de joelhos no banco, com a bunda bem empinada, e ele veio. Devagarzinho, começou a passar a língua no meu grelinho. Eu só gemia. Aos poucos, foi aumentando o ritmo. E eu, morrendo de tesão, comecei a rebolar devagar na cara dele. De repente, ele enfiou dois dedinhos na minha boceta, num ritmo bem intenso, e acelerou as linguadinhas que estava dando no meu grelinho.

Eu gemia, gritava de prazer. Até que, finalmente, comecei a sentir meu corpo todo tremer, o coração acelerar e uma explosão de prazer. Soltei um grito. Gozei muito gostoso na língua dele. E que porra de língua gostosa ele tinha! Sentamos um do lado do outro, sem conseguir dizer uma só palavra, mas com olhares de satisfação que falavam por si.

Já recuperados, voltamos para os bancos da frente. Nos vestimos e nos abraçamos – de um jeito carinhoso, mas não romântico. Já estava na minha hora, então ele me levou em casa, como no dia anterior. Fomos conversando, nos aprofundando um pouco mais sobre a vida um do outro: gostos, hobbies, manias, trabalho… Até descobri que ele tinha uma filha pequena, mas que não morava com ele. Ele era um cara legal. Chegando na esquina de casa, me despedi dele com um beijo e saí do carro.

Fui andando para casa, com cara de mulher que tinha acabado de ser muito bem comida e tinha gozado gostoso. Mas, mais do que isso, cara de quem sabia que agora poderia ser a puta de qualquer um, porque agora saberia fazer isso direito.

Imagem: Pinterest

Leia a partir 3 aqui.

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C´est fini, chéri.

Acabou o amor, segundo alguns. Quando Fátima separou de Bonner, foi um baque. Depois que Angelina pediu o divórcio, então, a constatação foi inevitável. E agora, o que faremos de todo este sentimento que é escrito na Internet todos os dias? Olha, sinceramente, eu não sei o que vocês vão fazer, mas eu vou continuar acreditando. Até porque, tudo continua normal: pessoas se encontram, amores nascem, romances são vividos, histórias acabam.

E o “para sempre” do Conto de Fadas continua sendo uma utopia.

Será assim eternamente. Desculpa te desapontar, mas nem todo namoro vai virar casamento, nem todo casamento vai existir até o “que a morte os separe”, nem todo Destino está escrito para ser infinito e nem todo acaso vai tratar de manter unido o casal (leia mais aqui). A gente se acostumou, sim, a pensar em relacionamento como algo duradouro, só que ainda não aprendeu a olhar pro fim sem olhos de pena.

Pena mesmo é insistir no que não está mais dando certo.

Fico vendo pessoas infelizes, carregadoras de agonias, empurradoras de casos com a barriga e protelando o que não tem mais conserto. Dá uma tristeza do cacete na alma ver que os planos não estão mais em sintonia e que é melhor abrir as duas vidas do que tê-las coladas. Entretanto, se esse é o único caminho possível, por que tentar agarrar, demorar, tardar o que virá mais cedo ou mais tarde?

O inglês tem um verbo que eu gosto muito e que expressa exatamente essa ideia: to linger. Acho que muita gente conhece a velha música dos The Cranberries, coincidentemente chamada “Linger”, que até hoje é ouvida por corações aflitos e ansiosos. A canção fala dessa coisa de ir ou não ir, ficar ou não ficar, ou vai ou racha, me leva pra você ou me deixa seguir. Basta ouvi-la uma vez (e checar a tradução, pra quem não sabe inglês) pra sentir o drama que o eu-lírico passa perguntando “do you have to let it linger?” (você tem que demorar mesmo?).

Tem? Pra quê? Por quê?

Talvez seja esse o motivo de eu ser tão fã da sinceridade entre as pessoas. Confesso, inclusive, que demorei pra ser assim, mas aprendi que é muito melhor quando a gente simplesmente fala, expõe e tenta arrumar as coisas. É bem melhor e mais simples do que continuar fingindo que nada de errado está acontecendo. E, uma vez que seja visto que não há mais conserto, é cada um pro seu lado e boa sorte.

Assumir essa posição nada tem a ver com declarar que o casamento é uma instituição falida e que o Amor acabou. Pelo contrário, é valorizar as pessoas que decidem se unir, construir um lar e que entendem o peso dessa escolha. É insistir que o sentimento vale a pena aos que se entregam verdadeiramente e que o melhor Amor é aquele que faz Bem. Se não faz mais, melhor não alimentar a dor.

Finito, posto que é chama. Fogo que arde, cinza que resta.
Final feliz é ter pelo o que ser feliz.

Imagem: Pinterest

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O dia em que fui puta pela primeira vez…

Eu era só uma menina. 18 anos, cursando o primeiro ano da faculdade, trabalhando no primeiro emprego – como a professora de Inglês mais jovem da região – e morando com os pais. Minha vida não era tão diferente da vida de outras meninas da minha idade. Tinha perdido a virgindade meses antes, com um rapaz de quem gostava (e achava que também gostasse de mim, até que ele desapareceu depois de me comer algumas vezes). Não tinha sido ruim. Tinha sido carinhoso, o cara tinha sido um amor, eu não tinha sentido dor e sabia que levaria essa boa lembrança pro resto da vida: minha primeira transa tinha sido um amorzinho. E minha única experiência sexual era essa: “fazer amorzinho”.

Eu tinha acabado de receber meu primeiro salário. Fui a uma loja perto do meu trabalho, para comprar algumas roupinhas com o dinheiro que tinha acabado de receber. Entrando na loja, dei de cara com dois vendedores: um homem e uma mulher. Assim que entrei, a mulher veio em minha direção, mas num movimento rápido, o homem passou na frente dela e veio me atender primeiro. Normal, vendedores recebem comissão, é normal competir por clientes. “Bom dia, princesa! Posso ajudar?” – ele disse.

Senti meu rosto ficar quente com o “princesa”, mas não disse nada a respeito; respondi: “Bom dia! É… estou procurando umas blusinhas para trabalhar.”. Nesse momento, ele me guiou até a as araras onde ficavam as blusas, me ajudou a escolher algumas e depois me indicou o caminho até os provadores. Experimentei todas as roupas que havia escolhido, mas quando olhei bem, vi que tinha uma blusa que estava lá por engano – ou, pelo menos, eu achei que estivesse. Olhando, achei bonita. Decidi provar. Com a blusa já no corpo, percebi que ela era curtinha – dessas que deixam a barriguinha de fora – e, mesmo inexperiente, entendi exatamente o que ele queria me fazendo experimentar aquela blusa.

Na mesma hora, abri a porta do provador e disse “Ei… o que achou?”. Nesse momento, ele me deu o olhar mais gostoso que alguém já me deu na vida. Respondendo à minha pergunta, disse: “Meu Deus, eu nunca vi uma mulher tão linda em toda a minha vida!”. Eu fiquei paralisada, envergonhada, mas amei o elogio. Ele provavelmente dizia isso para todas, com certeza era bem mais velho que eu, cheio de experiência, mas eu não estava nem aí pra nada disso – e amei ser chamada de “mulher”.

Já fora do provador, enquanto ele embalava as minhas compras, perguntou com a voz mais interessada possível: “Moça, qual é o seu nome?”. Eu respondi. Depois de me falar qual era o nome dele, ele abaixou a cabeça, como se estivesse tímido. Segundos depois, me olhou bem nos olhos e disparou: “Princesa, me desculpa se eu estiver sendo atrevido, mas eu quero… é… bom, e queria saber se você… poderia me dar seu telefone.”. Rindo, escrevi num papel e entreguei a ele. Depois de um tchauzinho tímido, me virei e fui embora – sem saber que, naquele mesmo dia, aprenderia o que é foder de verdade.

aprendiz

Era mais ou menos 16:00 quando eu senti meu telefone vibrar. Mensagem. “Deve ser da operadora”, pensei. Eu estava dando aula na hora, e nunca tive o hábito de usar telefone em serviço. Até que senti o telefone vibrar novamente – o que me fez ter certeza de que não era uma simples mensagem da operadora. Peguei o telefone e fui ler a mensagem: “Boa tarde, princesa! Espero não estar te incomodando. Tá podendo falar?”.

Não, eu não estava podendo falar. Mas o fato é: eu queria falar. “Oi… tô podendo falar, sim. Tudo bem? A propósito, você pega o telefone de todas as suas clientes? (risos)”. E depois de algumas mensagens trocadas, alguns minutos de conversa mole, e algumas cantadas com alto teor de fofura e safadeza, ele me veio com um “Posso te levar em casa?”. Nesse momento, lembrei de quando era criança e meu pai me dizia que era errado falar com estranhos (e se era errado falar, imagine pegar carona). “Sim, claro. Saio às 20:00” – respondi. Eu nunca fui muito certinha, mesmo.

Minha reposta positiva fez com que ele entendesse que eu queria o mesmo que ele. Depois disso, a fofura e a safadeza deram lugar à putaria pura e verdadeira – ele começou a me perguntar sobre minha experiência sexual (que era nenhuma) e começou a me dizer o que queria fazer comigo. Ao ver que eu estava gostando (e correspondendo), começou a ser ainda mais explícito: disse que ia me pegar gostoso pela cintura, bater na minha bunda, sussurrar no meu ouvido, passar o dedo no meu grelinho, me chupar gostoso (leia mais aqui).

E eu fui ficando tão molhada que conseguia até sentir – até então, eu nunca nem tinha sido chupada. Finalmente, 20:00. Cambaleante de tanto tesão – que já estava sentindo só com as mensagens trocadas – saí do prédio onde trabalhava. Sem saber qual era o carro dele e me sentido uma louca inconsequente, fiquei parada no portão me perguntando se ele realmente iria. Antes que eu pudesse concluir o pensamento, vi um carro com o alerta ligado. Era ele.

Entrando no carro – morrendo de tesão, vergonha e curiosidade – dei de cara com o sorriso mais tarado do mundo: “Oi, princesa. Como foi no trabalho?”. Antes que eu pudesse responder, ele encaixou a mão na minha cintura e me deu um beijo ofegante, cheio de tesão. Eu gemia, sussurrava de tanto prazer que um simples beijo bem dado estava sendo capaz de me dar. Sem dizer uma palavra e olhando fixamente para os meus olhos, ele tirou minha blusa, abriu meu sutiã e começou a chupar meu peito bem devagar. Eu gemia, olhava pra ele com cara de quem estava amando tudo aquilo.

De repente, ele parou e começou a olhar fixamente para o meu peito, até que disparou: “Ah, mulher! Você é um doce, mesmo!” e passou levemente os dedos numa tatuagem de cereja que eu tenho no peito. Vi nos olhos dele o efeito que aquela tatuagem causou. Ponto pra mim. Ele continuava a chupar meu peito, até que começou a passar o dedo de leve na minha boceta. Eu ainda estava vestida, mas estava sentindo cada movimento. Até que ele tirou minha calça e passou um dedo na minha boceta, por dentro da calcinha. Suspirou ao ver o quanto eu estava molhada, e continuou a brincar com meu grelinho, enquanto eu gemia de prazer. “Você já teve um orgasmo?” – “Não” – “Vai ter hoje!”.

Não tinha nem certeza se sabia o que era um orgasmo, mas ia ter um hoje. Enquanto ele brincava com meu grelo e me beijava na boca, eu já não aguentava mais de curiosidade: precisava sentir o pau daquele homem se esfregando em mim. Então, abri a calça dele e vi que ele gostou da iniciativa. Subitamente, parou tudo o que estava fazendo e sentou. “Vem, me chupa!”, e eu caí de boca. Fui chupando devagar. Primeiro, passei a língua na cabecinha. Depois, fui chupando aos poucos, até que consegui enfiar aquele pau todinho na minha boca.

Nunca pensei que isso fosse possível, mas estava muito gostoso. Eu continuava, mantinha um ritmo, chupava as bolas, até que: “Eu vou gozar… posso gozar na sua boca?”. Eu nem precisei pensar: “Pode!”. Não demorou nada até eu sentir aquele jato quente na minha boca. Engoli e sentei de novo no banco do carona, com cara de fascínio pelo que tinha acabado de acontecer. Exausto, ele segurou minha mão.

aprendiz

Uns dois minutos depois, já recuperado, ele disse: “Vamos para o banco de trás?”, e eu concordei com a cabeça. Já no banco de trás, a pegação continuou. Ele me deitou e veio pra cima. Me beijou com vontade enquanto me arranhava, me mordia, me apertava e me fazia sussurrar de prazer. Sem dizer uma palavra, começou a descer. Quando dei por mim, ele estava com a cara na minha boceta.

Primeiro, ele lambeu meu grelinho bem de leve – eu gemia feito louca. Depois, enfiou a cara na minha boceta com gosto. A esse ponto eu já gritava alto – foda-se se tinham pessoas passando – e isso só fazia ele chupar com mais gosto. Eu não aguentava mais de vontade de sentir aquele pau gostoso dentro de mim e ele pareceu ter lido meus pensamentos. Pegou uma camisinha, colocou bem rapidinho e começou a brincar. Passava a cabecinha na minha boceta pra me ouvir gemer – e funcionava. Até que, depois de um “Pelo amor de Deus, me fode!”, ele começou a enfiar aquele pau gostoso dentro de mim.

Devagar, enfiou todo de uma vez, fazendo pressão. “Nossa, como você é apertadinha!” – em resposta, eu gemia e arranhava suas costas. Ele metia com vontade, com força e com ritmo, em meio a xingamentos, palavrões e tapas na cara. Aquilo estava simplesmente delicioso; meu corpo nunca antes havia experimentado tanto prazer. De repente, ele tirou o pau da minha boceta e disse, ofegante: “Vira de quatro, minha puta!” – e, lógico, eu obedeci.

Minha bunda já estava bem empinada e, quando eu achei que ele fosse voltar a meter freneticamente, veio a surpresa: ele abriu minha bunda e começou a lamber meu cu. Nesse momento, eu senti minha boceta ficar ainda mais molhada – e ele também sentiu, porque começou a meter um dedo nela enquanto lambia meu cu. Eu gritava, gemia de prazer. Depois de alguns minutos, senti meu cabelo sendo puxado. Ganhei um tapa delicioso na bunda (leia mais aqui). Rebolei. Ganhei outro. Ele encaixou o pau na minha boceta e voltou a meter.

Começou devagar, enfiando a cabecinha em movimentos lentos – enquanto isso, eu gemia incessantemente. Até que começou a fazer uma das coisas mais gostosas possíveis: enfiar só a cabecinha, em movimentos lentos, e de repente enfiar o pau inteirinho de uma vez. Ele fez assim algumas vezes, até que não aguentou o tesão ao me ver rebolando e voltou a meter com força. Enfiava aquele pau com muita vontade dentro da minha boceta, enquanto me dava tapas ardentes na bunda. Começou a puxar meu cabelo e dizer que eu era a puta mais gostosa que ele já tinha comido, que minha boceta era a mais gostosa e que o meu gosto era doce. Eu só conseguia gemer.

Ele arranhava minhas costas com força – eu sabia que aquilo ia deixar marcas, mas não estava nem aí. Até que eu comecei a sentir uma coisa diferente, como se o prazer estivesse se intensificado. O que já estava incrível, estava ficando ainda melhor. Depois de um bom tempo fodendo nessa posição, ele anunciou: “Eu vou gozar!” – e pouco depois, gozou dentro de mim. Eu tinha hora para chegar em casa, então já estava me preparando para levantar e voltar pro banco da frente quando senti duas mãos se encaixarem na minha cintura e me colocarem de volta sentada.

Ele veio pra cima de mim com um beijo, me deitou, abriu minhas pernas e caiu de boca. Passava a língua de leve no meu grelinho, arrancando suspiros de prazer. Até que começou a chupar com força, com gosto, sugando meu grelinho, esfregando a cara na minha boceta. Quando eu achei que aquilo não podia ficar mais gostoso, ele enfiou dois dedos na minha boceta enquanto chupava meu grelinho. Eu gemia, gritava, pedia para não parar – ele, em resposta, suspirava com a cara na minha boceta e aumentava o ritmo dos dedos.

De repente, senti meu coração acelerar, involuntariamente comecei a gemer ainda mais alto, me contorci toda, senti todos os músculos do corpo contraindo e uma explosão de prazer. Eu gozei (leia mais aqui). Ele, percebendo, não conseguiu disfarçar o sorriso de quem sabia que tinha cumprido perfeitamente seu papel. Me senti paralisada por alguns instantes, até que me senti com forças suficientes para levantar. Voltei para o banco da frente – onde estava a maioria das minhas roupas – sem dizer uma só palavra, mas com um olhar de satisfação de falava por si só.

No caminho até minha casa, falamos pouco. Ele comentou que eu era um doce de menina, mas que sabia ser mulher nas horas certas. Não foi desses babacas que ficam querendo elogios à performance para alimentar o ego; não ficou perguntando se tinha sido bom, porque ele sabia que tinha sido ótimo. Ele não precisava perguntar se tinha sido bom, porque ele se importou com isso durante – pra que perguntar depois?

Estivemos juntos das 20:00 às 21:00 (meu horário de chegar em casa). Foi a melhor hora de toda a minha vida. Chegando na rua de casa, nos despedimos com um beijo até carinhoso. Descendo do carro, percebi que estava assada. Minha boceta ainda ardia, minhas costas também. Minha bunda estava quente dos tapas ardentes que ele tinha me dado. Mas o sorriso… ah, esse nem se disfarçava!

Durante os poucos passos que tive que dar até chegar em casa, fiquei pensando em como disfarçar minha cara de quem tinha acabado de ser muito bem comida e estava em êxtase. Como eu ia chegar em casa com cara de santa depois de uma foda como aquela? Não sabia. Tudo que eu sabia era que eu jamais me esqueceria do dia em que fui a puta de alguém pela primeira vez.

Leia aqui a parte 2

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Você sabia que pode melhorar seu lucro de outras formas além de apenas aumentar o seu preço e vender mais? Pois é. Eu separei algumas dicas que vão te ajudar muito e, se você seguir todas elas, em apenas um dia você vai conseguir reduzir os gastos de R$ 3.000,00 para até R$ 1.000,00.

Talvez você ache isso impossível, mas normalmente nós estamos no piloto automático, nós vemos as contas e pagamos, mas não enxergarmos os nossos gastos. E os gastos do seu negócio precisam  ser cortados, eu costumo dizer, da mesma forma como cortamos a unha, rs.

Primeiro, eu preciso te explicar o que é custo variável e despesas fixas, assim quando eu te der as dicas vai ficar tudo mais claro para você.

Custo variável

São gastos relacionados à venda do seu produto ou serviço. Por exemplo, comissões dos vendedores, taxa de cartão de crédito, fornecedores, impostos etc.

Se você paga comissão para os vendedores, por exemplo, essa comissão será paga conforme as vendas, ou seja, quanto mais o vendedor vender mais comissão você vai pagar.

Despesas fixas

São contas do dia a dia. Aqui, não importa se você vendeu ou não, essas contas sempre precisam ser pagas. Por exemplo: aluguel, conta de telefone, salário, internet etc.

Talvez você esteja com essa dúvida: “Amanda, como vou reduzir os custos variáveis sem reduzir minhas receitas, já que o custo variável está relacionado às vendas?”

Dá sim para você reduzir os gastos e é isso que vou mostrar para você! Eu vou separar as reduções do custo variável e depois as despesas fixas, ok?!

Como reduzir os gastos do custo variável

Custo financeiro tributário

Será que o seu regime tributário é o mais adequado? Você precisa conversar com o seu contador e pedir para que ele faça uma análise. Digo isso porque sou contadora, hoje não atuo mais no escritório, fiz minha transição de carreira para ajudar empreendedores na gestão financeira e também a organizar as finanças pessoais, mas, na época, lembro que quando eu admitia clientes, muitas vezes eles estavam pagando impostos a mais sem necessidade por estarem enquadrados no regime errado. Então, tire um tempo para conversar com o seu contador.

Verifique as taxas de cartão de crédito

Hoje em dia está uma concorrência muito grande entre as operadoras, então você pode negociar a taxa. Outro dia recebi uma mensagem de uma seguidora através do direct no Instagram ela me disse que, após seguir minha orientação, ela conseguiu reduzir a taxa de 5 para 2%. Parece pouco, mas durante o ano, com as vendas que você parcela no cartão, pode ter certeza que você vai ter mais lucros.

Custo com fornecedor

Você precisa fazer uma parceria com o seu fornecedor para que fique bom para as duas partes. Muitos negócios ficam antecipando cartão pois não tem prazo com o fornecedor e isso acaba com o giro de caixa. Então, caso seja o seu caso, converse sobre prazos e descontos, pois isso vai ajudar muito no seu negócio.

Outra alternativa seria você fazer um contrato de garantia por demanda. Por exemplo, vamos supor que você tenha um produto carro-chefe, sabe aquele produto que tem mais saída? Então, você pode fazer um combinado e garantir com o seu fornecedor o mínimo mensal, assim você consegue negociar o preço e ele terá a garantia de que vai vender x produtos para você todos os meses.

Cuide do seu processo de compra

Muitas vezes você tem dinheiro parado no estoque, ou seja, compra coisas sem antes checar seu estoque. Caso você não tenha ninguém para cuidar do estoque, fazer pedidos de compras, então seja você essa pessoa, tire um tempo para fazer um inventário dos seus produtos e, antes de comprar com o fornecedor, dê uma olhada para ver se você realmente precisa, pois estoque parado é prejuízo para a empresa.

Como reduzir os gastos das despesas fixas

Troque as lâmpadas florescentes por lâmpadas de led

As lâmpadas de led costumam ser mais caras, porém você vai ter uma economia de até 84%, então vá trocando aos poucos. Com isso, você vai reduzir sua energia elétrica. Outra opção é você utilizar sensor de luz, assim não corre o risco de esquecer as lâmpadas acesas.

Negociar conta de telefone fixo/celular

Será que você realmente utiliza o telefone fixo? Tire um tempo para ligar na operadora e negociar isso. Essa dica também vale para internet, você pode ter certeza que talvez esteja pagando caro e nem está usando!

Manutenção de equipamentos e veículos

Os veículos, assim como os equipamentos, sofrem depreciação e, com isso, você vai gastar com manutenção. Certa vez, estava fazendo uma consultoria para uma empresa e conseguimos identificar o quanto cada carro gastava de manutenção. No final das contas, foi mais vantajoso comprar um veículo novo, então comece a rastrear os seus equipamentos e veículos e veja por mês quanto você está gastando, pois em muitos casos vale a pena comprar um novo, até porque vem com a garantia.

Capacite sua equipe

Seus colaboradores têm conhecimento do trabalho realizado, mas precisamos sempre estar atualizados, afinal as coisas mudam muito rápido e talvez por falta de reciclagem pode ter desperdício. Com isso, você pode estar comprometendo a lucratividade do seu negócio.

Veja, não basta somente capacitar, você precisa também envolver a sua equipe, pois, na maioria das vezes, por estarem com a mão na massa, eles têm muitas ideias e isso pode ajudar na redução de gastos.

Pessoas precisam de pessoas o que seria do seu negócio sem os seus colaboradores? Então trabalhe como um time!

Espero que essas dicas possam te ajudar, até a próxima!


 

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Pessoal, vamos bater um papo MUITO sério sobre um assunto polêmico que deu uma reverberada hoje no Twitter? Que que rola: Pietro Riguengo, um TikToker de 19 anos, assumiu estar namorando uma criança de 12 anos. Daí em diante, minhas caríssimas, os ataques ao “casal” tomaram conta da internet de um jeito bizarro.

A grande questão de tudo isso é que o universo online não é lugar para tribunais alheios. Não importa o que eu acho, ou o que o casal acha, ou até mesmo o que os pais de Pietro e sua parceira acham desse assunto. O namoro entre uma pessoa maior de idade e uma menor de 14 anos é considerado pedofilia. Para se ter uma noção da SERIEDADE que é esse assunto, quando há relação sexual no relacionamento, o réu é acusado de estupro de vulnerável (previsto no artigo 217-A do Código Penal).

Mas… e se a pessoa mais nova QUER estar na relação, e deixa isso muito claro para as outras pessoas?

Continua errado. Olha só: eu já tive 12 anos e sei que você também. Nessa idade, a gente realmente acha que nossa opinião está formadíssima e vai muito bem, obrigada!

Além disso, já nos sentimos maduras o suficiente (ou doidas para forçarmos essa barra, afirmando com orgulho o novo posto de pré-adolescente e abandonando as barbies e bonecas) para começarmos as primeiras paqueras.

Tudo isso, aí sim, é normal e faz parte do nosso crescimento e desenvolvimento.

O corpo, nessa idade, já começa a se preparar, dentre outras coisas, para a reprodução. Para isso, ele precisa de uma chuva de hormônios que farão com que nosso corpo consiga cumprir bem essa “função” dali a alguns anos.

Então sim: a gente COMEÇA (e veja bem, COMEÇA) a ter uma noção da nossa sexualidade e, consequentemente, passa a se atrair, de forma genuína, por outras pessoas. Além disso, a mídia dá um belo de um impulso nisso. Afinal, até mesmo as novelas mais mirins introduzem um casalzinho aqui e ali.

Pensando nisso, é até normal imaginar que uma criança de 12 anos está realmente interessada em engatar um namoro, mesmo que seja cedo demais. Minha filha, pensa comigo: se os seus próprios parentes, durante as ceias de natal, já não perguntam sobre os “namoradinhos” das suas primas que acabaram de aderir aos sutiãs, o que dirá o que se passa na cabeça própria menina?

A sociedade, machista que só, já prepara a gente prum cenário perigoso, sabe?

Ah… a romantização dos relacionamentos. Desde os primórdios contos de fadas até os rolês de Cirilo e Maria Joaquina, nós somos convidadas a sonharmos com um príncipe encantado e um romance absolutamente INCRÍVEL, com final garantido: o felizes para sempre.

E aí, meu amor… quando um “bofe” de 19 anos demonstra interesse em nossas pessoinhas, tão imaturas, delicadas, sonhadoras e inocentes, o bicho pega. É como se o nosso sonho finalmente tivesse se tornando realidade.

O grande problema, então, está do outro lado.

Sinceramente, eu nem vou me ater aos argumentos de que “nenhum homem, em sã consciência, sentiria ATRAÇÃO por uma criança de 12 anos”. Esse tipo de discussão a gente pode deixar para os psicólogos.

Meu ponto, aqui, é que um relacionamento entre uma menina que acabou de entender o que que é a menstruação, e um cara que acabou de entrar na faculdade, é extremamente preocupante. Enquanto a gente, aos 12, tá colhendo o milho e pensando na melhor forma de carregá-lo, o moço tá na metade do caminho de volta, com o fubá quentinho nas mãos.

Isso abre margem, e com muito espaço, para relacionamentos abusivos, violentos e de completa dominância.

É só pensar que a menina, de um lado, está completamente debaixo das asas dos pais, enquanto o moço já tá dando seus pulos para sair delas. Isso chega a ser assustador, entende?

Imagina que TIPO DE VISÃO essa criança de 12 anos não tem sobre o namoradão mais velho e maduro dela? É quase colocá-lo em um pedestal e assumir o papel de “companheira que nunca vai bater o pé, ou impor a própria opinião, até porque nessa idade, quem vai formá-la é o próprio rapaz”.

É, gente… esse terreno é extremamente perigoso e, por isso, não se iludam: namorar uma criança de 12 anos, sendo você maior de idade, é sim pedofilia, e não adianta discutir.

A exceção pode até vir por meio do consentimento dos pais, da menina, da circunstância e do que mais for. Então, quando outros casos como o desse TikToker aparecerem por aí, não tem dessa de “ah, vamos ponderar os fatos”, sabe?

Infelizmente, eles podem estar felizes da vida, assim como a família, e o boy pode ser uma fofura que só. Ainda é crime e precisa ser discutido com seriedade.

Imagem de capa: via @pi_riguengo

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