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O que você procura?

A ideia de autoestima que vendem para as mulheres está intrinsecamente ligada à beleza. Mulheres vaidosas, maquiadas, de salto alto e produzidas são também mais confiantes e empoderadas. Será mesmo?

Pode até ser que você se sinta mais segura usando um batom vermelho ou um brinco de argola. Mas, esse sentimento continua quando você está de cara lavada e sem nenhum acessório? A pergunta é importante para começar a pensar o que está por trás da palavra autoestima.

Claro, você não precisa ser confiante e segura 100% do tempo. Inclusive, fraquezas existem e aceitá-las é um importante passo no processo de construção da autoestima. A ideia aqui é pensar se você realmente é confortável com a própria imagem.

Quando você está sozinha, gosta da sua própria companhia?

Afinal, autoestima é muito mais sobre como nos sentimos do que a nossa aparência. Se sentir confortável com as decisões que toma, com os projetos que executa e com a forma como conduz a vida são pontos que também fazem parte da autoestima. Quando tudo isso está em sintonia, o exterior reflete de forma positiva o que está acontecendo dentro de você. E pode ter certeza, as pessoas vão passar a te elogiar mais e reconhecer a sua beleza, já que a lógica se inverte: quanto mais confiante, mais bonita.

Olhar para dentro

Se sentir bem com a própria companhia e estar feliz com seu interior é um processo que exige tempo, dedicação e paciência. Como sempre falamos, ter uma boa autoestima é um processo longo que passa por altos e baixos. Por isso é tão importante olhar para dentro diariamente e se fazer algumas perguntas: o que me move? Qual o meu propósito?

O exercício de autorreflexão é uma forma de perceber quais são seus pontos positivos e o que ainda precisa ser trabalhado, transformado ou ressignificado. Olhar para dentro e focar apenas em si é a melhor maneira de se reconectar com a sua essência na busca de bem-estar e autoestima.

Deixar as cobranças de lado é algo muito difícil, mas o exercício é necessário. Estamos o tempo todo nos comparando com o outro, medindo as nossas conquistas e tentando nos adequar a padrões – e principalmente reforçando a rivalidade entre mulheres. Ver o outro como inspiração e entender que a própria existência, projetos e feitos também são importantes pode ser uma forma de deixar as coisas mais leves e fazer as pazes com você mesma.

Autoestima na prática

Conseguir tirar tudo isso do papel é transformador, porém, é preciso lembrar do processo e do tempo que essa jornada pode levar. Sempre falamos sobre não existir um passo a passo para atingir uma boa autoestima e não se esquecer disso é fundamental.

Há um perigo muito grande em deixar que essa ideia que estamos trabalhando torne-se um mais um padrão a ser seguido. Se a autoestima se tornar um ideal inalcançável, teremos outro motivo para ansiedade e frustração e não é isso o que queremos. Quando isso acontece, você caminha contrário ao objetivo de se sentir bem e confortável consigo. Portanto, não esqueça de ter paciência e fazer as pazes com você quando for necessário.

Imagens: Naked Fotografia


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