Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Se você foi uma adolescente dos anos 90 / começo dos anos 2000 com certeza assistiu Buffy: A Caça-Vampiros. Se não, ainda dá tempo de você fazer a maratona de todas as 7 temporadas na Netflix antes que a série saia do catálogo no dia 1º de abril (sou otimista).

Buffy: A Caça-Vampiros é, com certeza, a minha série preferida. E tem motivo: além de ter uma temática super diferente (alô, vampiros eram sexy antes mesmo de Edward Cullen sequer pensar em existir) ela era incrivelmente empoderadora e feminista (sim, é isso mesmo!).

Em 2017, a série comemora 20 anos desde a sua estreia na televisão norte-americana e o Entertainment Weekly até fez a alegria dos fãs com um reencontro de todo o elenco original, olha só:

Quem duvida que uma série de duas décadas atrás pode ser empoderadora, senta que lá vem história. Eu elegi 6 provas (isso mesmo, provas concretas) de que a trama é uma das melhores já feitas para a televisão, e um verdadeiro exemplo para mulheres no mundo inteiro. Fora que tinha o David Boreanaz e precisamos concordar que ele era o personagem mais incrível depois da Buffy. E da Willow. E da Tara. Tá bom, ele só era muito gato e o meu crush por boa parte da adolescência.

Ah, atenção, este texto pode conter spoilers sobre Buffy: a Caça-Vampiros! Então clique aqui se você não quer perder a surpresa.

1.Buffy é uma mulher f***

Começando pelo básico, é difícil existir Buffy: A Caça-Vampiros sem a própria Buffy Summers, uma das personagens mais fortes que a televisão já viu. Ainda uma estudante colegial, ela precisa aprender a lutar e a lidar com vampiros sanguinários ao mesmo tempo que tenta não repetir de ano e fazer amizades em uma escola nova. Ela combate o apocalipse ao mesmo tempo que tem a sua primeira vez e depois precisa escolher entre matar o namorado ou salvar o mundo (ela escolhe a segunda opção, claro). Ela chora e sofre, mas nunca perde de vista o seu propósito: proteger as pessoas que ama e vê-las felizes.

2.Buffy não se deixa abalar por um homem

Verdade, Buffy teve um grande amor na série: Angel. Porém o relacionamento dos dois estava fadado ao fracasso desde o começo, já que o anjo não poderia manter a sua humanidade e bondade caso se entregasse de verdade para um relacionamento amoroso e mundano. Ainda assim, quando ele decide ir embora ela não para de fazer o que precisa fazer. O mesmo vale para Spike, que acabou se tornando o segundo grande amor da personagem. Ela não deixa de cumprir a sua função porque o seu amor está em jogo muito menos esquece do que precisa fazer só porque os seus namorados acham que é perigoso.

3.Buffy não tenta ser outra pessoa para agradar os outros

A personagem de Sarah Michelle Gellar sempre foi muito honesta e verdadeira – não à toa ela se tornou tão popular. Buffy era uma mulher que não fazia nada para agradar os outros e conseguiu amigos tão leais por ser quem ela era a todo momento – e nada mais. Ela mostrou a importância de não se preocupar com o que os outros pensam sobre você, de ser fiel ao que você acredita sempre e às pessoas que você ama, mesmo que elas tenham momentos de loucura de vez em quando (essa é pra você, Willow).

4.Ela manda o patriarcado para o inferno

O conselho dos Watchers – os conselheiros de caçadores de vampiros – é composto por um monte de homens velhos que acham que têm o direito de dizer o que uma mulher deve ou não fazer. Buffy não engole essa brincadeira – e o tratamento abusivo que eles têm com os caçadores – e resiste ao que eles dizem até que, finalmente, desiste de ouvir o que eles têm a dizer e seguir o seu coração. No fundo, eles não sabiam nada sobre a prática do que ela fazia e tentar controlá-la foi um tiro pela culatra.

5.É uma série que explora a sexualidade

E não estamos falando aqui só de sexo propriamente dito. Sim, Buffy é uma personagem sexualmente ativa, que tem desejos, gostos e que transa quando tem vontade – muito! Ao mesmo tempo, a série aborda um casal lésbico – o que foi um marco para a televisão na época. No começo, Willow chegou a namorar Oz (um dos meus casais preferidos da série, confesso), mas logo percebeu que homens não eram a sua praia e se apaixonou por Tara. A série mostra todo esse processo de descoberta até o dia que ela se sente pronta para falar abertamente sobre o assunto. O show se tornou uma referência para a comunidade LGBT e ajudou muitas pessoas a lidarem com o ‘sair do armário’ e aceitarem que não seguiam o que era considerado ‘normal’, e que isso não era errado.

6.Aborda a sororidade

O último episódio de Buffy: A Caça Vampiros mostra uma mudança na linhagem das caçadoras: ao invés de deixar todo esse poder na mão de uma única mulher, a protagonista decide mudar as regras e compartilhar o seu poder com toda mulher com potencial para ser uma caçadora (ou seja, com todas elas). Ela assume que todas são capazes de serem fortes e grandes o suficiente para fazerem o que quiserem, inclusive matar vampiros e salvar o mundo.

Imagem: Reprodução


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