Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Quem já se apaixonou sabe que o amor parece ser uma força inexplicável, incontrolável, indomável. Que o coração parece que vai bater fora do peito. De fato, nossas emoções não são perfeitamente organizadas nem fáceis de prever.

A gente pode seguir acreditando na versão dos filmes com príncipes, princesas e felizes para sempre. Lindo de ver no Netflix. Improvável de acontecer comigo ou com você. Ou a gente pode cair na real, por a mão na massa e entender como se constrói um relacionamento saudável.

Porque se analisarmos as experiências de pessoas que vivem em relacionamentos estáveis e felizes, podemos perceber que alguns padrões são evidentes.

Eu juro. Para todo dedo pobre dá-se um jeito. Acredite em mim!

Onde é que a maioria está errando?  Por que há tanta confusão quando o assunto é amor?

A raiz do problema está no fato de que nossas emoções nos empurram na direção de problemas que nos são familiares. Aprendemos a amar lá atrás, na primeira infância. Desde então, só sentimos uma ‘conexão’, uma ‘química especial’ quando reconhecemos no par romântico características das nossas primeiras referências afetivas.

Uma menina criada por um pai amoroso, por exemplo, tende a se ‘ter química’ com homens com essa característica. A tendência é que essa mesma mulher rejeite caras rudes e grosseiros – potencialmente péssimos parceiros. E o contrário também acontece.

Acredite: amor de verdade não esfria a barriga.  Aquece o coração. E definitivamente não chega pronto.  A gente constrói. O que vem de repente (que também é uma delícia) é tesão.

Muitas de nós fomos educadas a culpar os outros, a se sentir vítima das situações e das pessoas. A gente nem percebe, mas acaba repetindo as ações – curiosidade boba, ciúme, controle, possessividade – que vão gerar as mesmas reações que levam a corações partidos.

Só quando cada um assume as rédeas da própria vida amorosa e se responsabiliza pelas consequências de suas escolhas é que a história começa a mudar em direção da estabilidade e da felicidade.

Mas o amor não é uma força tão poderosa que ninguém controla?

Não. O amor não é apenas uma emoção, é também uma habilidade que deve ser desenvolvida.  Agora você pode estar se perguntando: “Tá, Natalia. E como é que construo um amor, já que não vai bater na minha porta prontinho?”.

Em primeiro lugar, é preciso ter uma comunicação eficaz com quem se está ao lado. Aprender a se expressar sem caos ou dramas é essencial.

E, já que concordamos que não existem seres humanos perfeitos, o segundo passo é desapegar das idealizações. O mito da perfeição joga uma pá de cal em boas opções que passam em nossas frente. Na maioria das vezes, a gente nem os enxerga…

E, por fim, já dizia Geroge Bernard Shaw, ‘se quiser falar a verdade a alguém faça-a ria.  Do contrário, ela vai te matar.’ Bom humor é fundamental.

Vamos separar os mitos dos fatos?

Não é a compatibilidade natural entre as pessoas que gera o amor.  É justamente a ordem inversa! A construção do amor, a tolerância, o ensinar e aprender com o outro constantemente que geram a compatibilidade. E aí vem tudo de bom: alegria, segurança, romance.

Se você está pensando que parece mais fácil escrever do que fazer, você está certíssima.  Este texto não é suficiente para mudar os padrões de comportamento que a gente vem repetindo há gerações.

Por isso, em parceria com o Superela, eu e a Ana Paula Padrão preparamos uma série de cursos online que ensinam, na prática, a reconhecer relacionamentos tóxicos e a fazer as mudanças internas necessárias pra romper os padrões negativos de comportamento.

Está preparada pra embarcar nessa viagem maravilhosa de autoconhecimento e amor próprio? Vai ser intenso e sem mimimi. Nos vemos lá!

Clique e acesse o curso: superelas.sambaplay.tv

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