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O que você procura?

Vem cá e senta aqui do meu ladinho que hoje temos um assunto muito importante para conversarmos: IST. Pra esse papo, vou chamar aqui a caríssima Dra. Carolina Lázari, assessora médica em infectologia do Fleury Medicina e Saúde (tô chique, né?).

ISoquê?

IST

Pra quem tá achando que eu cometi um erro de digitação, relaxa. Tá tudo certo. IST uma sigla que significa Infecção Sexualmente Transmissível. Você deve conhecê-la como a famosa DST (Doença Sexualmente Transmissível). Mas olha, não precisa se confundir e achar que tudo vai mudar agora. É só uma questão de mudança de terminologias, e a Dra. Carolina pode nos ajudar e entender isso melhor:

“O termo IST é mais adequado do que DST. O ‘D’, de ‘DST’, vem de doença, que implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo. Já as ‘Infecções’ podem ter períodos assintomáticos (que podem ocorrer no caso de HIV, Sífilis, Herpes genital e Condiloma acuminado, por exemplo), ou se mantém assintomáticas durante toda a vida do indivíduo (como em casos de infecção pelo HPV e vírus da Herpes).

Além disso, a sigla IST já era utilizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelos principais Organismos que lidam com a temática das infecções sexualmente transmissíveis ao redor do mundo desde novembro de 2016″.

Ou seja: um dos perigos das ISTs mora aí: algumas delas podem apresentar sintomas anos depois, ou nunca apresentar. É por isso que o uso da camisinha em todos os períodos da nossa vida (e não só no carnaval) é fundamental.

Ok. Mas, afinal, como saber se você pegou, então, uma IST? 

Será que todas elas têm algum sintoma em comum? Bem, nisso a Dra. Carolina também pode nos ajudar. Acontece que, logicamente, os efeitos de uma IST no corpo podem variar, afinal, existem mais de uma. Porém, ocorrem alguns pequenos detalhes gerais que podemos nos atentar. Como ela explica,

a sintomatologia das IST é muito variável. Todas elas devem ser investigadas sempre que ocorrer a presença de lesões ou secreções anormais na região genital e perianal, e em alguns tipos de lesões orais. Além disso, é importante o rastreamento de ISTs em pessoas que tenham apresentado alguma exposição sexual de risco, mesmo que assintomáticas. Mulheres são mais frequentemente assintomáticas do que homens, então o rastreamento dessas infecções pode ser considerado durante os exames ginecológicos de rotina. Algumas dessas infecções podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gestação. Logo, as ISTs devem ser investigadas na gestante, mesmo que não apresente sintomas”.  

Ou seja: se você teve (ou desconfia de que) a sua saúde sexual exposta a uma situação de risco, já é motivo para poder desconfiar de qualquer IST, principalmente quando pensamos que algumas delas são, inclusive, assintomáticas, né?

E se caso você esteja, então, desconfiando de uma IST em si mesma, ou em uma pessoa próxima?

Quais procedimentos de emergência e cuidado é preciso fazer até conseguir encontrar ajuda de uma profissional?

As recomendações da Dtra. Carolina são claras:

o atendimento médico deve ser procurado imediatamente, pois os procedimentos são muito variáveis de uma IST para outra. Além disso, você não deve, de forma alguma, manter qualquer tipo de relação sexual sem preservativo. 

Ok. Mas e se por acaso você não notar nenhum sintoma até a doença se complicar bastante?

Por isso reforçamos, mais uma vez, a importância do uso da camisinha. Afinal, como vimos anteriormente, uma IST pode ter períodos assintomáticos, ou então não apresentar sintoma algum até avançar bastante, como é o caso do HIV, Hepatite e Sífilis. Como explica a Dtra. Carolina,

Infecções genitais, de uma maneira geral, como gonorreia, clamídia, entre outras, podem provocar, em longo prazo, inflamação de órgãos internos, como os testículos no caso dos homens, e o útero, tubas uterinas e ovário, nas mulheres (podendo levar, inclusive, à infertilidade).

E como podemos nos prevenir, então, de uma IST?

IST

Dtra. Carolina, além de reforçar o uso da camisinha, orienta os foliões a procurarem atendimento médico imediato sempre que forem expostos a uma situação de risco ou um sintoma suspeito, e a realizarem as consultas ginecológicas e urológicas de rotina.

Então se cuida, miga!

A forma de se precaver de uma IST é muito simples. Pense em você e em sua saúde em primeiro lugar, e aproveite o carnaval BASTANTE e de forma segura. Assim, só lhe restaram memórias fantásticas!

Imagem: Kelly Monson

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