Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Pompoarismo já não é aquela super novidade. Muitas praticantes dessa arte milenar estão difundindo o aperta-e-solta pelo mundo. Só que o que tenho observado em pesquisas profundas sobre o tema, é que eu tinha aprendido muita coisa errada. Mas muita mesmo.

Se você também acha que o pompoar é pra dar prazer pro homem durante o sexo, e que quanto mais apertada sua pepeka for, melhor, senta que lá vem novidades.

Coisas que você não sabia sobre pompoarismo

1. Pompoarismo é sobre saúde integral da mulher

Ao longo dos meus 10 anos como pompoarista, encontrei livros, cursos e palestras que definiam as origens do pompoarismo. Era raro encontrar um consenso, viu? Muitos apontam pras descobertas do Dr. Kegel, outros pros shows das garotas tailandesas apagando velas e atirando bolinhas de ping-pong do outro lado da sala com suas vaginas. Tenho defendido que a prática original dessa arte é ainda mais antiga, por registros que consegui mapear em textos antigos do Tantra e Taoísmo.

Foi na China Imperial que a Imperatriz e as concubinas do Imperador começaram a fazer uma prática secreta. Elas inseriam um ovo de jade no canal vaginal, e trabalhavam com aquele cristal, articulando todo o canal e fortalecendo a musculatura pélvica.

O ovo de jade era usado apenas pela corte, sendo mantido como “a arte secreta do rejuvenescimento da mulher”. A prática era integral – tratava não apenas o corpo físico, mas também as emoções, a mente, energia e espírito da pompoarista.

Em tribos ancestrais do México, as mulheres também usavam e transmitiam conhecimento sobre o uso de cristais pra cura sexual, emocional e mental da mulher. A pedra usada por essas mulheres era (e ainda é, já que não se extinguiu) a obsidiana negra, também em formato de ovo.

Pompoarismo em sua origem é uma prática de manutenção da saúde integral da mulher. Não é uma coisinha sexy pra você aprender e apimentar a relação, sabe? Vai bem mais fundo do que isso, principalmente quando você faz um acompanhamento pra trabalhar com os cristais (yoni eggs).

2. Pompoarismo NÃO É sobre ter uma pepeka tensa

“Quanto mais apertada, melhor”. Converse com uma mulher que tem algum grau de vaginismo, que você vai entender que não é assim que a banda toca.

Na verdade, o que tenho percebido é que as mulheres jovens que atendo em consultorias individuais e cursos estão é com um assoalho pélvico mega enrijecido, cheio de tensão, que não está proporcionando prazer nenhum. Pelo contrário, elas estão sentindo dor pélvica constante, ou intermitente, durante a penetração. Ou insensibilidade na região.

Um assoalho pélvico tenso, retesado, apertado… não é necessariamente prazeroso. Em uma prática responsável e bem orientada de pompoarismo, você com certeza vai aprender a importância tanto de contrair quanto de relaxar a musculatura.

3. Isso NÃO É sobre dar prazer pra um pinto

Pompoarismo tá longe de ser sobre o prazer masculino. Ele é sobre o seu próprio prazer, sua própria libido, sua conexão consigo mesma. Quando você consegue entender isso, pode deixar a prática cumprir seu verdadeiro papel: o de cuidar da sua saúde de forma integral.

Em um nível físico, trabalhamos seu assoalho-pélvico: essa rede maravilhosa de músculos que segura seus órgãos internos e te permite viver feliz nesse planeta onde temos gravidade. Seu útero, bexiga e intestino agradecem.

Em um nível mais sutil, conseguimos liberar condicionamentos negativos sobre sexualidade, aumentar a qualidade da sua conexão com seu corpo, e até mesmo começar a limpar memórias uterinas de abuso e opressão que você carrega dessa existência e das suas ancestrais (principalmente em um mergulho mais profundo com acompanhamento especializado).

4. O elemento mais importante do pompoarismo é a prática constante

Acessórios não são importantes, nem mesmo ovos de cristal. Inclusive, eu não recomendo uso de yoni eggs sem toda uma preparação anterior, por ser uma medicina que mexe muito com o que muitas vezes não conseguimos entender de forma consciente.

O essencial ao praticar pompoarismo é manter o ritmo, manter a constância. Fora sua lunação, em que o seu sangue está em movimento pra fora, de soltura, limpeza e entrega, pratique todos os dias.

Esteja em conexão com sua vagina, vulva, útero… crie esse senso de “presença pélvica”, como batizou Olívia Bryant, uma das minhas grandes mentoras. Quando conseguimos viver a partir do nosso centro de poder, da nossa pelve, vivemos uma transformação maravilhosa. Nós nos reconectamos com a verdade do que é ser mulher, e nos permitimos receber cada vez mais prazer.

Tenho uma consultoria criada especialmente pra ensinar essa prática de conexão com seu feminino. Desperte sua pepeka! Por direct no Instagram @aoliviabarbosa você pode saber mais.

A foto que ilustra o post sou euzinha em um ensaio incrível com a talentosa @liviafernandesfoto.

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