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Carnaval é sinônimo de blocos, fantasias, cerveja e muita pegação. Se você está solteira e não vê a hora de ficar com aquele (ou aquela) crush dos sonhos, saiba que apesar de divertido, é preciso tomar alguns cuidados na hora do flerte. No meio da multidão, a gente fica suscetível ao sol, come pouco, bebe muito e fica com a imunidade baixa. Junta isso com a trocação de saliva e uma eventual sarração, é a receita perfeita para se expor a vírus como os da família herpes.

“O herpes pode ser causado por três tipos de vírus. Os tipos simples são o 1 e 2, e o 3 é chamado de varicela- zóster. Todos são transmitidos a partir do contato direto com a lesão”, conta a médica da família Silvia Goulart. Ela afirma que todas as variações do vírus podem ocorrer em qualquer parte do corpo, porém, é mais comum que cada tipo se manifeste em uma região específica.

Segundo a Silvia, o herpes tipo 1 acontece quando o vírus se aloja na boca e causa vermelhidão, ardor e pequenas bolhas, geralmente no canto dos lábios. É mais comum que seja adquirido na infância, através de secreções orais, e permaneça durante toda a vida, mas fica em estado de latência e reaparece quando a pessoa fica mais vulnerável.

Por sua vez, o herpes tipo 2 ocorre na região genital. Os sintomas são similares aos da herpes tipo 1, porém localizados nas áreas ao redor da vulva, pênis ou ânus. Normalmente o contato com o vírus acontece da adolescência em diante, e é preciso tomar muito cuidado com as lesões, já que aumentam o risco de contágio de outras infecções sexualmente transmissíveis, como a sífilis ou HIV.

Já o herpes tipo 3 é popularmente conhecido como catapora. Assim como no tipo 1, a infecção geralmente acontece na infância, por secreções orais, e depois aparecem as clássicas bolinhas avermelhadas e bolhas espalhadas pelo corpo, “normalmente seguindo o trajeto de um nervo”, de acordo com a doutora. O vírus do tipo 3 também permanece em estado de latência, e quando reaparece na vida adulta, é conhecido como herpes-zóster

É comum que as pessoas apresentem casos repetidos desta doença por uma série de motivos como o estresse, tensão pré- menstrual, exposição excessiva ao sol, cirurgias ou qualquer outro fato que baixe a imunidade.

Como tratar cada tipo de vírus

Para todos os tipos de herpes, o tratamento é realizado com antivirais e posteriormente são indicados os procedimentos específicos. Cada um possui um tempo certo para o início do tratamento, já que depois de certo prazo os medicamentos podem não ter benefício, como é o caso da herpes oral. Já no caso do tipo 3, a partir de 3 dias o antiviral pode perder o efeito, então o indicado é procurar um médico logo início do aparecimento das lesões.

Dicas para evitar o herpes no carnaval

Segundo a Silvia, para evitar totalmente o contato com o vírus, o ideal seria o celibato! Como ninguém está disposta a perder a curtição, existem alguns cuidados que você pode ter para não abaixar a imunidade e (tentar) desviar da infecção durante a folia:

  • Beba bastante água durante e após os blocos: a hidratação tem muitos benefícios como evitar o PT e melhorar o aspecto da pele;

  • Não se esqueça da higiene bucal: escove os dentes e use fio dental;

  • Se estiver com boca seca, sangramentos, ador e lesões avermelhadas, consulte um dentista ou o médico de sua confiança

Imagem de capa: Reprodução/ Otariano

 


Agora que você já sabe tudo sobre a prevenção e tratamento do vírus do herpes, que tal ajudar uma amiga no Clube Superela? Você pode responder a pergunta abaixo ou clicar aqui.


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