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ATENÇÃO: ESTE TEXTO CONTÉM IMAGENS EXPLÍCITAS!

Era a segunda noite que não conseguia pregar os olhos de tanto tesão. Saber que depois de dias, em breve, eu voltaria para ele deixava-me cheia de ansiedade. Voltaria para a nossa cama, nossas loucuras, nosso desejo. Voltaria para, enfim, ter um de muitos orgasmos que me tirariam o fôlego e me fariam perder a cabeça. Ah sim, eu estava eufórica.

E talvez fosse realmente ansiedade o que eu sentia, porque não havia outra explicação para a inquietação que aflorava entre minhas pernas. Era a segunda noite que o pequeno vibrador em formato de batom, muito custosamente, tentava me satisfazer. Na combinação de dedos e vibração, eu queria relembrá-lo, fingir que era seu corpo me dando prazer. Imaginar sua língua entrando e saindo, me fazendo amor, seu pênis deliciosamente duro me tomando com força era o suficiente para que eu gozasse. Mas… Não como gozava com ele e isso era frustrante.

Conto Erótico: Através da tela 1

Theo, além de ser todo o meu prazer, também era o responsável por toda a minha frustração sexual. Pois, por culpa dele, brincar sozinha já não tinha mais graça. Cansada, larguei o vibrador de lado e decidi dormir. Cobri metade do corpo e fechei os olhos, na tentativa nula de pegar no sono. Virei de um lado, virei para o outro, e nada. Ainda sentia tanto calor, tanto tesão, que logo percebi que a ideia de dormir era totalmente idiota. Mesmo que eu quisesse, não conseguiria.

Joguei o lençol para o lado e encarei o teto. Faltavam apenas poucas horas para nos vermos, mas o desejo em mim estava insuportável. Eu precisava vê-lo. Nem que fosse um pouco, apenas ouvir sua voz e ver aquele sorriso todo sacana, deixando à mostra suas ‘covinhas’ mortalmente sensuais. Então, um pensamento veio. Dei um pulo da cama e corri como uma desesperada para agarrar o notebook sobre a cômoda. Voltei e me ajeitei no colchão.

Resolvi chamá-lo no skype.

No entanto, para a minha surpresa, sua chamada chegou primeiro. “Oi, baby!”, ele disse e sua voz grossa me arrepiou da cabeça aos pés. Meus olhos foram direto para o volume por debaixo do lençol e pude notar que não era a única ansiosa para o reencontro dos nossos corpos. Ele também queria jogar.

– Oi, meu lindo. – disse – Sentiu minha falta?
Sentado com as costas apoiadas na cabeceira da cama, assim como eu, Theo abriu um sorriso travesso e abaixou o olhar rapidamente para sua ereção escondida pelo tecido. E murmurou:
– Você não faz ideia.
Seu tom de voz malicioso fez meu centro pulsar de desejo. Se antes eu estava quente, depois do seu sussurro provocador, eu estava queimando.
– Estava a ponto de chamar, sabia?! – falei.
– Huh, é mesmo?!

Observei atentamente quando sua mão começou a puxar o lençol para o lado, bem devagar, como se quisesse me torturar, e de fato estava. Com os olhos vibrados na tela, senti a boca salivar e minha vagina latejar assim que seu pau, grosso e duro, ficou totalmente à mostra. Ele soltou um suspiro e eu quase gozei.
– Também estava sentindo minha falta? – perguntou.
– Muita!
Ele sorriu e foi minha vez de soltar um suspiro. Acalorada, larguei o notebook no colchão e tratei de tirar a camisola de algodão que usava, ficando nua. Senti os mamilos rígidos se imediato e, de longe, era por causa do frio.

Conto Erótico: Através da tela 2

– O que acha de brincarmos um pouco, minha gostosa? – falou, com a voz mais rouca que o normal, aquela voz cheia de desejo.
Nem respondi, apenas ajeitei o aparelho um pouco afastado, para que a câmera pegasse o meu corpo, e ele não conteve um urro de prazer ao me ver desse jeito.
– Porra, baby, estou louco para que chegue logo em casa.
– Eu também quero muito…!
Comecei a acariciar os meus seios, apreciando a sensação gostosa de passar os dedos enquanto estavam tão sensíveis. Olhei para a tela e deparei com a cena que me tirava dos eixos: meu namorado, pelado, batendo uma.

Conto Erótico: Através da tela 3

Ai, droga! Agora me arrependo de ter aceitado vir nessa viagem.
Com os olhos presos à tela do notebook, continuei me estimulando, apertando os mamilos duros com as pontas do dedos, e deixando um ou outro gemido escapar. Enquanto observava Theo mover a mão devagar, apertando sua dureza, subindo e descendo enquanto ofegava baixo. Mesmo estando longe, podia sentir seu calor em mim, a nossa tão conhecida conexão. E tanto, mais tanto tesão que não sabia explicar.
– Abra as pernas e mostre sua bocetinha para mim, baby.
Ele pediu em meio a um gemido e, óbvio, que eu não recusei.

Abri bem as pernas e me exibi, louca por suas carícias, molhada como nunca antes. Apertei meus mamilos com mais força e gemi mais alto. Olhei para a tela e os movimentos dele estavam mais rápidos. Sua respiração ofegante saindo dos altos falantes do notebook, e indiretamente se misturando aos meus, levavam aos poucos o controle que eu ainda tinha sobre o meu corpo.
– Você… Levou o vibrador? – ele perguntou de repente.
– Sim.
– Pegue.
Me estiquei e alcancei o vibrador em formato de batom largado no criado-mudo, levando-o comigo. Me ajeitei na mesma posição, de pernas abertas diante a câmera, diante ele, e indaguei:
– O que devo fazer?
– Você sabe o que deve fazer.

Separei ainda mais as pernas e coloquei o brinquedinho para funcionar, numa velocidade baixa. Encostei perto do clitóris e a vibração fez o meu corpo inteiro tremer. Mexi devagar, curtindo as sensações tão gostosas, e rebolei sem ao menos perceber. Aumentei mais a velocidade. Enfiei um dedo na minha entrada pra lá de encharcada e gemi ainda mais alto. Remexi o vibrador de novo, com um pouco mais de pressão, e minha coluna se arqueou automaticamente.
– Separe os lábios e ponha o vibrador em cima do seu botãozinho saboroso, baby. Imagine que sou eu devorando ele, huh?!

Conto Erótico: Através da tela 4

A voz do meu louco amor, outra vez, fez meu corpo estremecer de prazer. Fiz o que ele pediu, aumentei outro nível, me abri com os dedos e pressionei o batom sobre o meu clitóris inchado e molhado. Gritei e rebolei. Mais, mais e mais. Movia o quadril contra o brinquedo e ofegava, gemia, sussurrava por ele. Por minutos, fiquei perdida no meu próprio prazer, mas o grunhido de Theo me despertou. Olhei para a tela e, lá estava, meu namorado batendo uma com mais pressa do que me lembro. Me recostei a cabeceira e continuei me estimulando enquanto nos encarávamos despudoradamente, o desejo de ambos ficando palpável, a vontade de estarmos juntos gritando em nós.

– Quero tanto me enterrar em você – ele gemeu , denunciando estar perto – Aaahh… Vou te pegar com tanta força, baby, e com tanta vontade. Vou te fazer gritar de tanto que vou te foder.
Suas palavras me levaram aos céus. Seu lado perverso era minha perdição. E tudo o que eu mais queria era tê-lo ali para cumprir sua promessa. Nem que eu ficasse sem andar no dia seguinte, mas Theo teria que me foder como disse.

Coloquei no último nível e penetrei dois dedos para alcançar o que tanto ansiava. Os gemidos rouco do meu namorado estavam me levando a loucura, assim como sua imagem extremamente sexy ao se masturbar. Rebolei contra a minha mão e o brinquedo, gemendo até quase gritar, e segundos foram suficientes para que me derramasse sobre a cama do hotel, me contorcendo de tanto prazer, enquanto sua voz grossa soltava uma exclamação forte de sua satisfação.

Conto Erótico: Através da tela 5

Ofegante, dei atenção para a tela do notebook e pude vê-lo com seus cabelos molhados de suor e o rosto ruborizado de prazer. Simplesmente lindo.
Respirei fundo uma e outra vez até estar completamente recuperada, larguei o vibrador de volta no criado-mudo, cobri as pernas com o lençol e o chamei:
– Nam.
– Huh?!
– Sinto sua falta!
Theo suspirou antes de olhar para mim. Como se conseguisse me tocar, acariciou a tela do seu notebook e sorriu.

– Também sinto muito a sua falta, baby.
– Quero chegar logo em casa.
– Eu também. Quero te abraçar forte, te beijar, sentir o seu cheiro e…
– E eu quero que cumpra a sua promessa.
– Hã?
– Me fazer gritar, não é?! – soltei e ele gargalhou.
– Até você ficar sem voz.
– Idiota! – sorri – Te amo.
– Eu também, baby. Muito!

Ficamos trocando mais algumas palavras carinhosas, até que pediu que eu fosse dormir. Magicamente, eu consegui.
Na manhã seguinte, com as malas já prontas, fui para o aeroporto com o coração batendo à mil. Afinal, logo eu estaria nos braços do meu adorado Theo e à mercê da sua promessa sacana de me foder como gostávamos de fazer.

Imagem: Pexels

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