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Era o meu primeiro dia no trabalho. Estava animada e ao mesmo tempo receosa. Nunca tinha sido secretária antes. Apesar da maioria das vagas pedirem experiência anterior, conquistei-a mesmo assim, e deixando muito claro que nunca tinha exercido tal função. Coisas do destino, eu acredito. E que gostoso foi ter conseguido tal vaga!

A senhora que tinha me entrevistado na semana anterior era a mesma que encontrei no meu primeiro. Era ela quem iria me apresentar a empresa, as pessoas e a rotina. Seu nome era Neuza. Bondosa, paciente e engraçada. Eu estava entrando como sua substituta, pois ela estava prestes a se aposentar. De acordo com suas palavras: “é tão bom se aposentar, quanto começar a trabalhar.”

Eu nunca me aposentei, mas vou acreditar em Neuza. Meu trabalho começaria assim que ela passasse todos os precedimentos da empresa para mim. E assim foi. Dois dias mais tarde..

e eu já era secretária do senhor Marcelo, em uma grande empresa.

Marcelo era um homem muito sexy e gostoso, que já estava em torno dos seus 55 anos. Com cabelos grisalhos, tinha cerca de 1.90m de altura e costas largas. Era simpático, educado e de poucas palavras. E seu olhar era gostoso de se observar. E de ser observada. Divorciado, 3 filhos. Sempre cheio de muitos compromissos, andando pra lá e pra cá, lidando com uma agenda – agora organizada por mim – muito atribulada. Quase não parava.

Um belo dia, no qual me deixou atordoada, ele garantiu que tinha duas reuniões no mesmo horário em lugares completamente diferentes. Me chamou e disse:

“O que vamos fazer?”

Eu sabia, com toda a certeza, que não tinha marcado duas reuniões para o mesmo horário. Sendo assim, começamos a debater sobre o que faríamos. Ele impaciente, porém sempre educado, me pediu para entrar em contato com uma das empresas e desmarcasse uma das reuniões. Eu estava realmente chateada, porque sabia que havia um erro e que, de fato, não tinha sido meu.

Até que, de repente, ele solta: “eu estava olhando os horários das reuniões em dias diferentes. Me desculpe, acabei confundindo as coisas.”

Eu na hora, com um alívio e um ar de vitória, falei sem pensar: “o senhor deve querer MESMO me matar de susto, não é?  Vou te ajudar a mexer na agenda do seu celular porque, claramente, o senhor não está muito íntimo da tecnologia.”

Sim, eu falei isso para um diretor de uma grande empresa na qual eu trabalhava há apenas 2 dias. Depois que soltei a pérola, minha cara de quem espera uma reação para poder reagir foi bem óbvia. E ele logo se manifestou: “vai me ajudar mesmo, porque eu não estou me achando aqui sozinho.”

Ufa! Ele reagiu bem.

E desse dia em diante, passamos a construir uma relação de amizade e, mais importante ainda, uma relação descontraída, mesmo que profissional. Saíamos para almoçar, conversávamos sobre tudo, inclusive assuntos delicados. Ríamos demais, enfim.

As pessoas maldavam, eu não sou inocente né? Eu sabia que falavam de forma debochada sobre nossa relação que nunca passou de amistosa. Colegas de trabalho, mais precisamente. Porque eu não tenho o costume de julgar, ou qualificar pessoas pelos cargos que ocupam. E nem acho que as posições hierárquicas possam determinar se duas pessoas podem ou não ser próximas.

Então, seguimos e continuamos nos falando e fazendo o que tínhamos que fazer, como sempre.

A convivência é curiosa, assim como a intimidade. Conforme a relação com Marcelo ia se estreitando, as brigas se tornavam mais fervorosas. Não tínhamos mais tanto filtro um com o outro e, em uma dessas brigas, passamos de um limite que nos impediria a ser como éramos até então. Era início de semana e estávamos em sua sala, repassando os compromissos dele para aquele dia. Como fazíamos todos os dias. E começamos, por alguma razão que não lembro, a discutir. No meio da confusão verbal, ele diz:”você, às vezes, é insuportável”.

Em seguida, colocando minha cabeça entre as suas duas mãos, me tascou um beijo. Os corpos não se tocaram, foi apenas um beijo.

E que beijo gostoso.

gostoso

Se inclinou sobre mim, fazendo com que eu sentasse na mesa que estava atrás de onde me mantinha em pé. Obviamente, fiquei sem reação e permaneci sem ter o que fazer. Então emendei: “vou para a minha sala, tenho muito o que fazer.” E fui.

Na minha sala não fiz mais nada. Não conseguia concentrar, nem reagir. De um momento para o outro, tudo mudou. Eu sabia que tinha mudado. E ele também. Pelo resto daquela semana, não estávamos sabendo conviver. Estávamos sem jeito. Não almoçamos juntos, não conversamos.

A fatídica sexta-feira chegou, e eu precisava sair para relaxar. A semana tinha sido problemática em todos os sentidos. Marcelo estava de poucos amigos, e o dinheiro estava curto, apesar de meu novo emprego. Meu pai não andava bem da saúde por mil motivos. As noites mal dormidas, as dores de cabeça, o consumo excessivo de café que me dava por alguma razão misteriosa, uma dor de cabeça poderosa, estavam me sufocando. É, não era uma boa semana.

Marcelo notou que minha semana estava um lixo. Estava muito óbvio. Na hora do almoço, em um dos poucos momentos de interação que tivemos desde que nos beijamos, me perguntou se eu queria fazer algo depois do expediente.

Eu respondi que sim. Não fazia sentido um beijo nos afastar. E não afastaria.

Fomos jantar, porque ele era mais de jantares em lugares bonitos, do que de bares descolados. Eu gosto dos dois, então fomos. No meio do jantar, ele abordou o assunto que vínhamos incansavelmente tentando fugir: o beijo.

Ele começa: “acho que passei dos limites, ou pelo menos fiz algo muito inesperado. Entendo sua surpresa e espero que me desculpe.” Ele tinha uma expressão tão desconcertada que era tão linda ao mesmo tempo. Eu queria, desesperadamente, contar que tinha adorado a atitude dele e não tinha motivos para as desculpas. Mas se ele estava se desculpando, ou tinha se arrependido, ou queria falar sobre o acontecido, tudo bem. E eu queria manter a conversa fluindo para descobrir quais das opções era o que estava acontecendo naquele momento diante de mim.

Eu rebato: “você se arrependeu?“. Ele fez uma cara que não está entendendo a pergunta, e começou a responder vagamente, na tentativa de se explicar. Porém, só conseguiu se atrapalhar ainda mais. Eu o interrompo e pergunto novamente: “você se arrependeu? Sim ou não?

Ele responde: “não. Não estou falando de arrependimento do que aconteceu, mas de como aconteceu. Você ficou assustada”. Eu o corrijo: “não fiquei assustada com o beijo. Foi gostoso. O que me irritou foi a sua forma grosseira de falar que eu era insuportável. Aquilo foi bem deselegante.

Ele gargalha com vontade. Ufa! E diz: “mas você é. Não sempre. Como eu disse, só às vezes.

E agora, os dois riem.

Continuamos a falar do acontecido até que ele diz: “eu tô cansado. Bem cansado. Vamos para casa?” Me faço de desentendida, na expectativa de que ele fosse mais claro: “vou chamar o táxi, então.

Ele com uma cara de quem não sabe flertar, ou entender insinuações, trata logo de ser direto: “mas você não vai pra casa comigo?” E eu, da mesma forma, sem rodeios, rebato: “então é um convite?“. Ele faz que sim com a cabeça, e seguimos para o estacionamento.

Estávamos quase chegando no carro quando ele me pegou pelo braço, me fez rodopiar e cair encostada no carro dele. Enquanto seu corpo cola no meu, ele me beija muito forte. É um beijo ofegante, quase como uma súplica. Ele para de me beijar e, com os lábios bem colados no meu ouvido, sussurra: “odiei me afastar de você e desse cheiro gostoso que você tem.

Eu meio que gemendo, reagindo ao seu hálito quente bem perto de mim, respondo que também não gostei, mas não consigo falar muito. Eu já me sinto totalmente molhada. Como quem lê pensamentos, ele vai tateando meu corpo até chegar na altura dos joelhos. Ele para e, por debaixo do vestido, coloca a mão, move minha calcinha para o lado, e me sente totalmente encharcada de vontade. Coloca seus dedos dentro de mim e me fode com eles. Muito rapidamente, ele para. Retira os dedos, coloca-os na boca e começa a lambê-los, dizendo: “não é só o cheiro que é bom, o gosto também. Vamos pra casa.

E fomos.

O apartamento é claro e limpo. Uma decoração bem minimalista que confere um ar sério ao ambiente. Ele me oferece algo para beber. Entre as opções, escolho vinho branco. Era o mais gostoso para aquela ocasião. Ele enche a minha a taça e a dele, ele completa com Whisky. Sentando no sofá, perto de mim, ele pergunta: “que doideira é essa?“. Eu interrompo o gole no meu vinho e respondo: “você acha que eu sei?” Ele sorri. Bebemos, e nos beijamos. Coloco a taça já vazia em cima da mesa de centro que está na nossa frente. E recomeço o que interrompemos, no estacionamento.

Vou para cima dele. Começo beijando-o bem forte, assim como ele tinha feito um pouco antes. Um beijo molhado, com línguas cheias de apetite, com mordidas e balbucios de quem vai explodir de tesão a qualquer momento. Ele avança e tira meu vestido pela cabeça. Observa por segundos meu sutiã preto e a calcinha pequena, da mesma cor.

E seguimos intercalando os passos.

Eu tiro sua blusa, beijando e mordiscando os espaços do rosto, do pescoço, e começo a descer pelo peito. Vou descendo e me ajoelho, olhando para ele e o vendo perder a cabeça. Sigo desabotoando sua calça, ele geme. Por cima da cueca, eu o massageio, mordisco e lambo, nunca tirando os olhos dele. Seu pau já está duro e firme, me esperando. Vou tirando a cueca, fico em pé na sua frente e tiro a calcinha, deixando que ele me encare durante o processo.

Seguimos vidrados um no outro. Já estávamos nus, quando sentei em cima dele e comecei a rebolar ainda sem penetração. Os dois gemem com o estímulo. Ergo o corpo rapidamente, pego sua piroca e a coloco firmemente dentro de mim. Recomeço a rebolar novamente, sentindo-o até o talo, latejando e quente, me fodendo.

Enquanto eu cavalgava com força, ele me beijava bem gostoso, na boca e nos seios. Em seguida, em cima do sofá, ele me colocou de quatro e me comeu por trás. Movimentos fortes, repetidos e raivosos iam se repetindo, me levando a gozar. Ele repetia: “que buceta gostosa!” e outras coisas que me excitavam ainda mais.

A cada metida que ele forçava em mim, de uma forma deliciosa, eu gemia mais e mais alto.  Ele sai de dentro de mim, me pega pelos braços, como se fosse me pegar no colo, eu entrelaço as minhas pernas em seu quadril, e assim vamos os dois nos beijando até o quarto.

Ele me joga na cama, me olha com uma cara de transtornado, e vem pra cima de mim, no melhor estilo papai e mamãe, e começa a foder de novo. O barulho do atrito dos corpos, alto, se repetia como em uma melodia provocante. Ele continuava a falar todos os tipos de coisa a fim de me provocar e me encher de tesão,  ao mesmo tempo que continuava socando gostoso com força em mim.

E gozamos, juntos.

Suados, ofegantes, exaustos, porém, muito satisfeitos. Marcelo chegou para o lado, me oferecendo um cigarro. Eu aceito e fumamos juntos enquanto conversávamos assuntos aleatórios. Até que adormecemos. Para então, nos prepararmos para enfrentar mais um dia, aparentemente igual a qualquer outro, mas que, para nós dois, seria totalmente diferente.

Imagem: Pexels


 

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