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Hoje, quero aproveitar o dia de Halloween para contar a vocês a minha versão de ‘doces ou travessuras’.

Acontece que essa é uma típica brincadeira americana em que as crianças, fantasiadas, andam pelo bairro batendo de porta em porta, perguntando: “doces ou travessuras”? Os moradores escolhem se dão doces aos pequenos, que os recolhem com pequenas sacolinhas, ou travessuras (que é quando eles não têm doce algum para dar).

A parte das travessuras inclui papeis higiênicos e ovos lançados contra as casas, e outros tipos de “vandalismos” que só o halloween perdoa. Bem… pelo menos foi isso que meu professor predileto da faculdade explicou, durante a disciplina de Comunicação e Culturas.  

O professor

O doutor Caio (não de médico, nem de advogado, mas sim de conhecimentos especializados em culturas ocidentais) era um professor incrível.

Jovem, atraente, ele andava pelos corredores da faculdade com o cabelo bagunçado, barba por fazer, calças jeans rasgadas e blusas coladas (que pareciam estar ali justamente para tornar seus músculos, semi-definidos, à mostra).

Ele cheirava a café com canela, colônia masculina e livros (SIM, livros, acredite). Suas mãos eram grandes, nenhum pouco delicadas, e o sorriso, então, me tirava o fôlego. 

Como tudo começou…

Eu sempre deixei bastante claro a ele. E sim, eu estou me referindo a travessuras. Nós nos olhávamos profundamente durante as aulas, e eu sempre arranjava algum jeito de provocá-lo. 

O ápice dessas minhas brincadeirinhas, e quando levei o meu primeiro “fora” dele foi um dia em que, cansada de mandar indiretas, resolvi ir direto ao ponto. Sentei-me na primeira carteira do meio da sala, só de saia, e me exibi inteira para ele. 

Inclinava para frente discretamente, mostrava meu decote, passava o lápis pelos lábios e mexia nos cabelos. Ele perdia a palavra de vez em quando, mas conseguia recuperá-la de forma que ninguém mais reparava o que estava acontecendo. 

Quando estávamos próximos do fim do horário, abri minhas pernas, chupei meus dedos e desci as mãos até a parte interna das coxas. Acariciei-as por uns segundos e comecei a me tocar. Ele suava, e eu também.

‘Você ainda vai me deixar louco’

Foi isso que ele me disse no canto da escada do prédio do meu curso, quando passei por ela e fui puxada para o seu “ponto cego”. Não precisei pensar duas vezes, aquele cheiro era inconfundível. 

Começamos a nos beijarmos e suas mãos envolviam meus seios, enquanto eu puxava seus cabelos. Sua barba, roçando em meu pescoço, me fazia gemer bem baixinho. 

Assim que eu estava começando a descer as mãos enquanto ele desabotoava minha blusa, um grupo de alunos passou e nos assustamos. Quase fomos pêgos e, apesar de ter ficado ainda com mais tesão, o professor praticamente de desesperou.

De volta a si, ele me puxou ainda mais para o canto e sussurrou em meus ouvidos, ofegante: “não podemos continuar com isso. Sou seu professor, e isso pode pegar MUITO mal para mim”. Bem… antes que eu pudesse responder que não ligava para isso, ele se ajeitou e foi embora. 

‘Doces ou travessuras?’

O tempo foi passando, continuei dando algumas investidas mais leves, mas nada sem muito sucesso. Confesso que me desanimei um pouco.

Porém, no dia 31 de outubro, em pleno Halloween, o professor resolveu dar uma aula sobre o tema, explicando tudo sobre como essa cultura começou e se espalhou pelo mundo, e encerrou com a história dos doces ou travessuras.

Por fim, assim que o sinal da faculdade se acionou, ele pediu alguns minutos nossos para compartilhar uma notícia. “Pessoal, fui aceito no programa internacional de pós-doutorado! Viajo para a Holanda logo no final do semestre”.

Bingo!

Então quer dizer que, tecnicamente, ele deixará de ser meu professor, certo? Certo. Para ter certeza, ainda investiguei as próximas disciplinas que viriam até o final do curso e opa: nenhuma aula dele mais! É… meu momento, ou melhor, NOSSO momento, chegou. 

‘Doces ou travessuras, professor?’

Foi isso que perguntei a ele quando este, mais tarde, abriu a porta de sua sala. Com um sorriso safado, ele bisbilhotou os corredores (vazios, claro, não sou amadora), me puxou para dentro e fechou a porta. 

A sala era minúscula, sem janelas e com um ar-condicionado no talo (que, para a nossa sorte, extremamente barulhento). Já escorada na mesa, comecei a beijá-lo com intensidade, descarregando todo aquele desejo reprimido durante o semestre.

Com as mãos em sua gravata, consegui tirá-la com facilidade, assim como sua blusa. Me aproveitei daquele peitoral viril. Passei as mãos pelo “quase tanquinho” que ele tinha, arranhei suas costas, desafivelei o cinto.

Neste momento, ele me interrompe segurando minhas mãos forte, arrasta a barba pelo meu pescoço, sobe para o canto da orelha e fala baixinho, com a voz grossa: “não, não. Quem me perguntou se eu queria doces ou travessuras foi você, e eu quero tudo. Vamos fazer direito.”

As travessuras… 

Concordando com a cabeça, já zonza de tanto tesão, observei o professor pegar a gravata que eu havia tirado de seu pescoço e amarrá-la em meu rosto, tapando meus olhos. Me despiu por inteira e esquentava meu corpo com o seu enquanto o fazia.

Ouvi ele tirando o cinto de sua calça com pressa e, então, senti meus braços sendo puxados para trás e amarrados com ele.

Céus… eu estava indefesa e bem.. eu AMAVA isso. Ele me sentou na mesa com apenas um movimento (como ele era forte….) e começou a beijar meu pescoço novamente. Com as pernas entrelaçadas em sua cintura, eu sentia que ele ainda estava de cueca. 

“Tira essa cueca e me come logo”, eu suplicava baixinho. “Fiquei o semestre inteiro namorando seu corpo, te desejando todinha e sendo provocado todos os dias, sendo obrigado a voltar para a casa alucinando por você. Agora é a minha vez, e eu vou te provar todinha, experimentando cada pedacinho do seu corpo. E você não sai daqui enquanto eu não acabar”.

A submissão nunca me caiu tão bem….

Ele mordia meus lábios, apertava meus seios e esfregava seu pau duro contra meu corpo. Puxou meus cabelos com uma mão, me pegou pela cintura com a outra e me colocou ainda mais na beira da mesa. 

Ofegante, ele foi descendo devagarinho, chupando meus peitos e agarrando/levantando minhas coxas, colocando-as em seus ombros e abaixando. Apertando minha bunda contra o seu rosto com as duas mãos, ele começou a me chupar devagarinho, aproveitando cada segundo. 

Sua língua, extremamente úmida, firme e gentil, passeou por todo o território, pressionando meu clitóris e me dando um prazer absurdo. Quanto mais eu tremia, mais ele sabia o que fazer.

Comecei a implorar para que ele parasse porque eu iria gozar mas… parece que isso deu ainda mais vontade nele e, com mais firmeza e assertividade na boca, ele acariciou minhas pernas e me apertou ainda mais contra ele, como quem quisesse saber exatamente a hora em que eu gozasse. E é claro que ele soube.

Graças a Deus esse ar-condicionado estava lá…

Eu gemi tão alto enquanto gozava que ele levantou rápido, tampou minha boca com as mãos e fez um “shhhhh” bem baixinho no canto do meu ouvido. 

Depois, com as mãos carinhosas e leves, ele apertou meus cabelos, me abraçou e começou a me beijar. Senti que suas mãos, depois de um tempo, já não estavam mais em meu corpo. “Ah, meu Deus, ele está tirando a cueca”, pensei. 

Dito e feito. Quando assustei, estava sentindo seu pau entrando em mim. Era grosso, quentinho e de bom tamanho (o suficiente para me encher de prazer sem me machucar).

Neste momento, nós dois já estávamos com calor, todos suados e cheios, mas CHEIOS de desejo. Ele gemia bem baixinho, quase que fazendo um esforço para não gozar rápido, metendo em minha boceta bem de pertinho, enquanto meu clitóris esfregava em sua virilha.

Ensopado por mim (em cima e embaixo), ele me inclinou na mesa, colocou minhas duas pernas em cima do seu ombro direito, ajeitou meus braços para que eu me apoiasse sobre eles e começou a meter forte. Eu estava tão apertadinha que foi impossível não gozar uma segunda vez.

Meu primeiro anal

A parte de doces e travessuras estava acontecendo MUITO melhor do que eu podia imaginar. Quando achei que não tinha mais como melhorar, ele tirou o pau da minha boceta, me levantou, me colocou de costas para ele e levantou uma de minhas pernas, flexionando-as em cima da mesa, de forma que meu joelho tivesse completamente apoiado. 

Me inclinando um pouquinho, ele começou a me masturbar com uma de suas mãos enquanto a outra me segurava pelos cabelos. Meu Deus, não é possível que até nisso ele era bom. Seus dedos massageavam meu clitóris bem devagarzinho, porém, no lugar exato. Ele fazia de sacanagem, para me deixar extremamente excitada, porém, sem gozar. E sim, eu estava gostando.

Depois de algum tempo, ele começou a massagear meu ânus com a outra mão, passeando por ele, enfiando só as pontinhas dos dedos e brincando por alí. 

‘Doces ou travessuras, querida aluna?’

Ele me pergunta. “Travessuras”, respondo mal conseguindo respirar. 

Senti ele me penetrando pelo ânus bem delicadamente, dando tempo ao tempo. Enquanto isso, ele continuava a me masturbar com os dedos até que, quase como em uma dança, nós dois gozamos juntos, em uníssono. 

Depois de tirar a gravata de meus olhos, ele me virou com força, me envolveu com os braços e me beijou mais uma vez, com sede e, curiosamente, carinho.

Nos vestimos e, antes de abrir a porta novamente, ele pergunta: “nos encontramos de novo no próximo Halloween?”.

Marcado, eu respondo. E.. bem… esse próximo compromisso é HOJE! Depois volto para contar a vocês como foi!

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