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O que você procura?

Quando acordei e vi o número dele na tela, confesso: meu corpo tremeu. Na cabeça começaram a se passar imagens de nós dois sem fôlego. Eu que já tinha até deletado aquela tentação do celular, mas ele tinha voltado com um convite amigável de uma visita de fim de semana que eu bem sabia onde ia acabar…

No banho, eu logo vi que meu corpo já queria o dele, as minhas mãos deslizavam com o sabão já imaginando a pegada. Seguindo para o trabalho, minha cabeça não parava de ir e voltar nas possibilidades que o nosso novo encontro podia render. Foi assim durante a semana, trocamos mensagens que passaram de “Como estão as coisas?” para “O que você está vestindo?” em poucos minutos. Na sexta-feira, assim que cheguei do trabalho, sua voz anunciava que chegaria em 1h, então apressei em me arrumar.

Entrando no carro, tentei disfarçar o meu desejo e o cumprimentei com um rápido selinho já louca para ir ao motel.

– Oi, meu bem. Como foi pegar a estrada? Está cansado?

Os olhos deles denunciavam as intenções maliciosas.

– Não, nem um pouco. – ele disse já tirando o cinto, passando a mão em minha perna e devolvendo o cumprimento com um beijo longo.

– Onde vamos comer? – interrompi, a fome me pregava uma peça.

– Por mim, eu te comia aqui mesmo. – ele retrucou maliciosamente enquanto a mão subia por debaixo do meu vestido e ele voltava a me beijar.

Só de ouvir aquelas palavras, minha calcinha ficou molhada e o corpo quente. A rua estava escura e deserta, mas eu tinha medo de ser vista, sorri com a ideia e o afastei.

– Eu acabei de chegar do trabalho, só deu tempo de tomar um banho… Estou com fome. – admiti timidamente.

Ele riu um pouco decepcionado e voltou a se concentrar.

– Ah minha branquinha, não conheço muito a cidade, podemos ir onde você quiser.

Sugeri um bom restaurante que ficava perto, fizemos uma rápida refeição cercada de risos e de olhares dele cheios de malicia, acertamos a conta e fomos ao carro que estava na travessa daquela rua em um lugar bem deserto. Ele me abriu a porta, entrei imaginando se ele conseguiria esperar mais para me ter. Ele entrou, fez que ia ligar o carro, mas se virou para mim e me olhou como se fosse me devorar.

– Você está tão gostosa!

– Sabe o que eu deixei na bolsa quando voltei do banheiro? – retruquei.

Ele olhou confuso e me observou enquanto eu tirava a calcinha da bolsa, o sorriso se abriu quando reconheceu a renda vermelha.

– Por isso não demorou quase nada lá?! – disse ele surpreso e maravilhado com minha ousadia.

– Só quando chegarmos… – eu lhe disse, certa do efeito que tinha causado.

Ele me olhou nos olhos, a cara de cachorro quando estava prestes a matar a fome, chegou no meu ouvido: “Deixa eu te comer aqui, deixa?!”.

Não deu tempo de responder, ele me deu um beijo intenso enquanto as mãos exploravam meu corpo e me puxavam para ele. Não demorou muito para estar em seu colo, embaixo sentia ele remexer enquanto seu desejo crescia entre minhas pernas, eu mesma não me aguentava de vontade de senti-lo dentro de mim com força. Desci um pouco para abrir sua calça e abaixar a cueca, sua mão me puxou de novo e eu rebolei em cima, a outra mão veio me segurar por baixo, habilidosamente ele começou a mexer no meu clitóris enquanto eu arfava em seu ouvido.

Conto Erótico: Na [In]segurança dos teus braços - Parte I - SUPERELA 2

– Ah, já senti que está molhada… Estava fazendo jogo duro todo esse tempo para que?

Eu mordia os lábios e remexia à medida que me vinha o prazer. Olhava para ele enquanto ele enfiava o primeiro dedo, depois o segundo… A minha boca mal era capaz de pronunciar uma palavra e ele me beijava, então enfiava mais fundo e me observava. Os beijos desceram, tomaram conta do meu pescoço e eu me consumia de tesão… Depois de um tempo, ele parou e me afastou, suas mãos foram para os meus seios, começou a beija-los e abocanha-los, sabia exatamente o que fazer.

Voltei para o banco e me empinei em sua direção, o pau tão duro que era impossível não querer chupar. Comecei lentamente pela cabeça, enquanto ele me observava de cima e segurava meus cabelos. Lambuzei-o e lambi todo o cumprimento algumas vezes, em seguida comecei a chupa-lo, ele tentava me ajudar no ritmo com a mão em minha cabeça, mas não havia o que acertar… Eu sabia ir fundo e ele delirava. Às vezes eu parava para encarar seus olhos sedentos por mim e beijava-o, adorava vê-lo me desejar, quando percebi que estava prestes a gozar, voltei pro banco.

– Vamos para trás? – questionei. Ele me puxou pelo cabelo, beijou minha boca labuzada, chupou e mordeu delicadamente meus lábios…

– Sim, agora eu quero foder forte com você.

Passamos para trás, tiramos a roupa e ele ficou me olhando por um tempo, parecia se recuperar enquanto me atiçava passeando as mãos por mim e mordendo a boca como se decidisse pelo que viria em seguida… Então me fez deitar e ficou por cima, logo meteu com força encarando meus olhos, gemi com o golpe. Então ele repetiu e me penetrou cada vez mais forte, eu gemia em seu ouvido. Enquanto nossos corpos ficavam suados, ele segurava minhas mãos acima da cabeça e eu me contorcia a cada metida.

– Geme de novo, Branca. – ele falava em meu ouvido e metia mais uma vez.

O vai e vem ganhou ritmo, ele liberou minhas mãos e se apoiou no banco, minhas unhas logo cravaram sua pele com o crescente prazer. De baixo, eu rebolava e via ele enlouquecer, a boca dele ainda explorava meu pescoço e voltava ao meu ouvido, meu corpo pedia mais e mais daquela fodida forte.

Conto Erótico: Na [In]segurança dos teus braços - Parte I - SUPERELA 1

– Geme de novo! – ele dizia, fodia e me observava. Era impossível não gemer quando seu ritmo diminuía e ele metia forte. Gozei uma. Pouco depois, me veio mais uma onda de puro prazer e eu pensava o quanto ele ia aguentar… Continuou por mais um tempo, eu mordia e tentava conter o crescente êxtase que me impelia a gritar, até que ele finalmente anunciou:

– Vou gozar em você…

Senti seu prazer me invadir e ele fraquejou um pouco em cima de mim, minha respiração estava arfada e ele se recompunha rapidamente.

– É sempre um prazer te foder, Branca. – disse com um sorriso safado.

Quando levantamos, percebemos que alguém nos observava do parapeito da janela do segundo andar de um prédio que ficava do outro lado da rua. Miguel riu enquanto eu ficava totalmente embaraçada e experimentava o misto de surpresa e embaraço ao ser flagrada fazendo algo proibido.

– Parece que mais alguém curtiu o nosso gozo… – disse ele deliciado com a descoberta.

Peguei meu vestido e me apressei em me cobrir, voltamos para frente e nos ajeitamos para a volta. Antes de ligar o carro, ele me deu mais um beijo quente.

– Agora a gente termina no motel sem que ninguém possa ver o nosso showzinho particular…

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