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O cabelo dele é maior do que o meu. O que não é muito difícil já que meu cabelo é curto. Suas costas largas se destacavam, sua altura, seus olhos escuros. Sua tatuagem solitária no braço, suas roupas esquisitamente bonitas. Uma casual meio esfarrapado, que tem tudo a ver com todo o resto.

Eu nem sempre o quis. Eu nem sempre soube, até que descobri. O flerte começou de uma forma inusitada, mas muito premeditada. Um tanto de confusão, antes de entrarmos na sintonia que a sedução exige. A tensão sexual, quando é palpável, chega a deixar as pernas bambas, a boca seca, o estômago doído, é algo que não me apetece muito. Prefiro me livrar da tensão, prefiro ofegar, suar, prefiro sentir a sua dor, do que ansiar pela sua chegada.

Até que um dia marcamos depois do trabalho de nos encontrarmos, conversar, jogar palavras no ar para então, perceber o que já era notado. Nunca nada pareceu tão certo.

O dia começou despretensioso, acordei atrasada, resultado da minha terrível dificuldade para cair no sono. Eu estava pensando no dia que estava à caminho e o sono simplesmente não veio. Mas, mesmo assim, não esqueci de escolher uma bolsa maior e quase que religiosamente colocar tudo o que precisaria dentro dela, de uma forma bem organizada. Outra muda de roupa, um segundo par de sapato além do que já estava em meus pés. Calcinha e sutiã.

Eu não estava pretendendo nada, mas meu corpo já te queria – e não estava disposto a perder um minuto sequer. A manhã passou como um bebê que atrapalhadamente aprende seus primeiros passos, engatinha antes de andar. Assim foi a primeira parte daquele dia, reunião, conversas difíceis, problemas no sistema. O almoço chegou, com ele um pouco mais da ansiedade, a fome, no entanto, resolveu marcar presença.

Fui a um restaurante japonês, me deleitei, comi, satisfiz. Voltei ao escritório, aquela tarde precisava passar! Eu preciso que passe. Mais problemas, mais confusão, notícias. Passou. Ao sair, fui ao vestiário feminino da empresa que tem um chuveiro, e comecei o ritual de me preparar auspiciosamente, para o momento pelo qual esperei tanto. Minuciosamente, me embonequei.

E fui, sem olhar pra trás, animada. Cheguei ao local marcado, ele já estava lá, sentado de uma forma relaxada, charmosa, sedutora na cadeira, com seu copo de whisky a sua frente, me olhando. Como quem tira todas as peças de roupa do meu corpo, com os dentes.

Eu sentei de frente para ele, em direção ao meio de suas pernas. Eu estava nervosa, mas não aparentava. Tratei logo de pedir algo um pouco forte para beber, só para que os músculos começassem a ceder e então, eu pudesse aproveitar. A conversa fluiu como sempre fluía. Fomos bebendo e trocando todas as ideias possíveis. Ele chegou para o meu lado, dizendo que não estava escutando o que eu dizia pelo barulho que nos acercava. Roçávamos a pele um no outro, minha respiração começava a ficar entrecortada e eu torcendo para que ninguém notasse. Seria no mínimo constrangedor.

O papo era política, falávamos tudo o que sabíamos, queríamos, podíamos. Ele me questionou sobre algum ponto e eu o respondi de uma forma bem calorosa. Eu discuto os assuntos que domino de forma bastante apaixonada e não foi diferente. Eu estava apaixonada mais do que pelo assunto, por aquele momento.

Depois da minha resposta, ele me pegou pela nuca com uma mão enquanto que com a outra, acariciava a minha bochecha, roçou os lábios sobre ela também, e sobre os meus lábios. E me beijou. Eu sentia seu hálito quente, querente, voraz. Paramos de nos beijar abruptamente, ele me encarava, ficamos assim por quase um minuto, eu acredito e voltamos a nos beijar. Um tempo depois eu disse: “Quero ir embora.” Ele me entendeu, e fomos.

Fomos embora para a casa dele, chegando lá tirei o sapato e pedi água. Bebemos. Ele veio recolher o copo da minha mão, o colocou na mesa na qual eu estava encostada, repousando a mão na minha cintura e me beijando mais. Dessa vez mais forte, mais desesperado. Eu me inclinei bastante sobre a mesa, e fiquei parcialmente sentada. Era tão gostoso. Eu estava de vestido, e ele passava a mão de forma firme na minha buceta, eu já estava totalmente molhada e ele sentiu.

Conto erótico4

Enquanto me beijava e me deixava maluca com as suas mãos, eu desci da mesa troquei de posição com ele, fazendo com que ele agora ficasse recostado na mesa, coloquei a mão sobre seu pau, já estava totalmente duro. Eu fui abrindo sua calça, e me ajoelhando, peguei com toda a minha vontade, comecei a chupar, a deixar bem molhado com a minha saliva, passava a língua, babava, em movimentos frenéticos, até as bolas. Ele gemia demais, se contorcia, murmurava meu nome e alguns outros palavrões.

Estávamos totalmente excitados. Meu vestido foi tirado com raiva, quase que rasgado, eu quase me perdia na própria respiração. Ele me beijava como se fôssemos morrer a qualquer momento e começou a beijar todo o resto, os seios, parou nos mamilos, mordiscava, lambia, chupava, me olhava…

Conto erótico 2

Entre os seios cabiam beijos também e foi descendo até a barriga. Agora, eu estava no chão, com ele por cima de mim, um corpo pesado, bruto, suado. Ele desceu os beijos até a virilha e avançou para onde já estava encharcada apenas a sua espera. Me chupava com vontade, me enlouquecia com a língua. Colocava-a fundo em mim, ou a passava com propriedade por tudo que era meu e como quem me beijava, me fodia com a língua.  Eu gemia alto, eu me tremia, mas eu queria mais. Passei a pedir como quem implora: “Mete com força, vem!”.

Ele mais do que prontamente, me colocou de quatro, eu me empinei toda para recebê-lo. Ele segurando meu quadril, começou a me foder com força e devagar, com força e devagar. Sempre segurando minha cintura, se forçando para dentro de mim. Me fazendo gemer mais – e gemendo também. Me virou de frente, e me olhando sem desviar os olhos, continuou a me comer, dessa vez ele ia devagar mas muito fundo, penetrando intensamente, eu falava pra ele tudo o que eu queria e o que me excitava.

Conto erótico 1

Juntos gozamos. Sincronia total, óbvia desde o dia que nos vimos. Conversamos por mais um tempo sobre várias coisas, e adormecemos. Ele entre as minhas pernas com a cabeça nos meus seios. Sim, no chão, acordamos todos quebrados. Fodemos mais uma vez, tomamos banho juntos, tomamos café e seguimos para onde tudo começou. O trabalho. Foi um ótimo dia aquele que antecedeu o nosso encontro e o começo do novo dia estava ainda melhor.

 

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