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Eu o conhecia de vista, apenas.

Faziam longos anos que eu não via, nem lembrava mais da existência dele, na verdade.

Eu estava no aniversário de uma prima e eis que aparece aquele homem, chamando atenção sem nem perceber ou querer. De cara não o reconheci, mas alguma coisa me dizia que eu já o conhecia dali das redondezas. Talvez da minha infância, quem sabe…

Ainda sem saber de onde eu conhecia aquele homem maravilhoso, começamos uma troca de olhares que estava me deixando louca.

Trocamos contato através de um intermediário e começamos a conversar até marcarmos um encontro fora do nosso local de morada.

Fomos ao cinema, vimos um filme bem fofo, mas não romântico. Confesso que queria ver as atitudes dele, se era do estilo apressado ou não. Durante o filme tiveram momentos em que ele passou o braço pelos meus ombros e começou a me apertar de uma forma tão gostosa que eu nem me mexia direito pra ele não parar de fazê-lo.

Após o filme ele me acompanhou em algumas empreitadas femininas com um sorriso tão gostoso no rosto que eu só sabia ficar quente, como se fosse agradecimento, mas não era..

… era safadeza mesmo.

Alguns dias se passaram depois isso e eu fui sair com algumas amigas. Lugar agradável, muitas mulheres, muitas risadas, tudo ótimo, mas eu queria ele ali comigo. Então eu o chamei, e ele foi ao meu encontro. Muito beijo, muito aperto, muita troca ao pé do ouvido. Voltando pra casa, ao invés de ir pra minha, fui pra dele.

Transamos uma, duas, três vezes…

O foda é que isso foi ele me contando dias depois, porque eu trepei tanto, mas trepei tanto e estava tão louca que eu não contei quantas foram as vezes, só lembrava que todas as trepadas foram maravilhosas e ele me confessou que chegou a cansar, mas que não pediu arrego porque queria ver até onde eu ia, e eu fui longe…  Até que desabei no sono de tanto que dei minha boceta pra ele.

No dia seguinte eu não lembrava tanto do detalhes das coisas, mas sabia que tinha dado maravilhosamente pra ele e que ele tinha adorado.

Alguma coisa em mim me dizia que eu precisava dele de novo e assim eu fiz. Fui dormir na casa dele.

Um calor cariocamente infernal e nós dois no quarto dele apenas com alguns ventiladores que não eram suficientes pro nosso fogo. Eu queria que ele me atravessasse, eu estava louca, mas dessa vez só de tesão mesmo, o que já foi o bastante.

Enquanto a gente conversava deitados na cama, ele passava as mãos nas minhas pernas, aquelas mãos quentes, beijava meu pescoço e ainda suspirava. Eu, que já não queria mais me segurar e nem tinha motivo pra isso, entrelacei ele com minhas pernas como uma viúva negra e alisava ele com esse conjunto divino, e ao mesmo tempo diabólico, que são meus pés, pernas e coxas. E a gente se beijava e tudo ficava cada vez mais quente, não pelo calor, mas pelo nosso tesão.

E aí ele desceu e começou a chupar meus peitos, sem a menor pressa, de forma delicada, atenciosa, intercalando entre um e outro, e ao mesmo tempo que os chupava de forma calma tinha um alvoroço naquela ação, tinha pegada. Com uma mão ele segurava o peito que estava chupando e com a outra mão ele alisava meu corpo e eu só gemia, sem concentração pra fazer mais nada.

Foi quando ele passou uma das mãos por dentro de uma das minhas pernas, abriu, tirou a bermuda dele e em seguida tirou minha calcinha bem devagar. Beijou minhas coxas, beijou minha virilha e começou a me chupar.

A boca dele estava quente, mas não era um quente morno, era quente de verdade. E eu estava em chamas, quase uma personagem de “Sex on Fire” do Kings Of Leon.

Pois sim, meu sexo estava em chamas.

Ele me chupava de forma deliciosamente inexplicável. E eu ficava cada vez mais molhada e ele se satisfazia e me satisfazia ainda mais. E ao mesmo tempo em que chupava minha boceta, alisava meus peitos, do jeito que eu adoro, de forma carinhosa.

E eu me contorcia.

E ele me chupava. E chupava mais, e me lambia, e me beijava, ou melhor, beijava minha boceta. E eu delirava.

E assim ele começou a passar a ponta da língua no meu clitóris e eu enlouqueci e pedi mais, pedi que ele não saísse dali porque era daquele jeito que eu iria gozar. E perguntei se realmente era daquele jeito que ele queria me fazer gozar. Quando ele confirmou, eu só me entreguei. Me entreguei a ele, à língua dele e ao nosso tesão.

E gozei.

Depois ele veio por cima, enfiou o pau em mim e me fodeu, ainda mais do que eu estava esperando. Movimentos leves que iam se encaixando em movimentos fortes. Ele que ia se encaixando, perfeitamente, em mim.

Viramos, eu por cima dele e ao mesmo tempo que eu rebolava também apertava o pau dele com a minha boceta e ficava ainda melhor vendo a cara de prazer dele. E eu fazia mais. E mais…

E eu quis ficar de quatro, eu adoro foder de quatro. Ele entendendo o recado, logo se colocou em posição.

Me empinei o máximo que pude pra ele e ele enfiou o pau na minha boceta que já estava latejando de novo. E me fodeu. Foi o melhor vai e vem, o melhor entra e sai que eu já senti. Mas não era apenas entra e sai, vai e vem. Ele também dava umas estocadas maravilhosas.

o amor pode ser

Imagem: Teri Hofford Photography

O pau dele era lindo, um pouquinho torto, mas na medida perfeitamente certa (esqueçam a redundância).

E ele foi acelerando e eu rebolando. E com ele segurando a minha cintura gozei de novo. Assim seguimos, com ele metendo e eu rebolando, e assim ele gozou a minha raba inteira.

Pra finalizar, pelo menos essa parte, ele apertou minha bunda ainda esfregando o pau melado em mim e disse:

As mulheres devem gozar primeiro’.

Imagem: via Wikimedia Common

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