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Como nos tornamos um casal completo – parte 1

Oi, pessoal, finalmente criei coragem para publicar algumas de nossas aventuras sexuais, minhas e de meu companheiro que amo tanto. Hoje tenho 35 anos e o Marcelo (nome fictício) está com 39. Estamos juntos há sete anos e, de três anos pra cá, descobrimos que não somos obrigados a viver segundo essa moral hipócrita que tentam nos impor.

Nós namoramos por dois anos e tanto ele como eu sempre fizemos questão de não nos preocuparmos com o passado um do outro. Ele sempre dizia que o que eu tinha feito antes de conhecê-lo só era importante porque eu era fruto das experiências que tinha vivido etc e tal. E eu concordo com ele.

Com um ano de casada, engravidei e tive nosso filho que é tudo pra mim. Com a gravidez ganhei alguns quilos e, durante um tempo, nossa vida sexual deu uma esfriada. Na tentativa de reanimar, a gente conversava muito, sempre, sobre tudo, inclusive sexo. Foi quando ele começou a me perguntar de minhas aventuras antes de conhecê-lo. Um belo dia, meu bebê foi dormir na casa de minha sogra e combinamos de fazer um jantar romântico regado a muito vinho e um bom sexo depois. Afinal, durante seis meses, nossas transas eram burocráticas, com medo de acordar o bebê e marcadas pelo cansaço dos dois.

Quando começamos a jantar, eu já estava na terceira taça de vinho e ele me pergunta qual tinha sido a maior loucura que eu já tinha feito na vida em termos de sexo. Eu ri alto e olhei bem fundo nos olhos dele, depois fiquei séria e confirmei se ele realmente queria saber, se ele não achava melhor deixar pra lá. Ele insistiu e eu resolvi contar.

O Professor

professor

Na época da faculdade eu tinha um professor muito safado, daqueles que não disfarçavam. Ele usava umas calças que, às vezes, no meio da aula eu me pegava olhando o volume no meio de suas pernas. Detalhe: eu era noiva e ia me casar nas férias. Era meu segundo ano da faculdade aqui em São Paulo e o Roger, meu futuro marido, ainda morava em Belo Horizonte, mas já estava preparando tudo pra se mudar em Julho pra cá.

Um belo dia, quem eu encontro no elevador? O professor. Ele não era muito bonito, mas a inteligência dele me deixava muito acesa. Ele me dá um sorriso e faz uma pergunta boba sobre alguma comunidade do Orkut (rsrsrs). Aquilo foi a deixa pra eu revirar o perfil dele e começarmos a conversar.

Conversa vai, conversa vem, marcamos de sair depois da aula. Ele era esperto e mandou eu aguardar no estacionamento de um comércio, longe dos olhos do povo da faculdade. Fomos tomar um choppinho e ele foi logo me elogiando, falando que eu tinha exatamente o que ele gostava numa mulher: um belo corpo, uma cara de quem sabe o que quer e, de quebra, ainda era inteligente!

Eu estava meio receosa e pedi pra ele me levar pra casa. Ele fez cara de decepcionado mas não questionou. Chegando lá, conversamos mais um tanto e na hora de despedir, rolou um beijo tão gostoso, mas tão gostoso que acabei pedindo pra ele subir. Eu morava com minha irmã, mas ela não estava. Mal entramos no apartamento e ele já foi beijando meu pescoço, me deixando completamente sem juízo. Ele dava mordidinhas de leve, outras, mais fortes, depois lambia os lugares que tinha mordido e que ficavam sensíveis, falando coisas gostosas no meu ouvido.

Aí ele desceu pros meus seios, que naquela época eram médios, arrebitados e que estavam durinhos, espetando minha blusa. Ele mordiscava por cima da blusa e o atrito do tecido em minha pele era enlouquecedor. Quando ele levantou minha blusa, quase automaticamente levantei a dele também e meu Deus, que delícia era sentir meus biquinhos dos seios ralando naquele peito levemente peludo.

Ele desceu lambendo minha barriga, enfiou a língua em meu umbigo e continuou descendo. Juro que nem percebi como ele tirou minha calça, só sei que ele já me chupava ainda em pé e fui às nuvens. Depois ele me deitou e continuou me chupando magistralmente, pondo um, depois dois e até três dedos em minha bocetinha depilada, até eu gozar em sua boca. Fui nas alturas e não acabavam nunca as correntes elétricas em meu corpo.

Ele mal me deixou respirar e já sacou o pau, maior que o do Roger e uma camisinha, que eu pus com a boca nele. Ele falou que adora enfiar enquanto a mulher ainda está gozando e, realmente, a sensação é muito boa de sentir! Como ele me comeu gostoso, eu sentia a cabeça bater no fundo da minha boceta e, como ele me puxava apertando forte minha bunda, eu comecei a gemer anunciando que ia gozar novamente, aí parece que ele se transformou de vez e socava fundo e me beijava e mordia toda. De repente ele parou e mudou de posição. Ia entrando devagar em mim, depois acelerava, depois acalmava de novo e ficou nessa por um tempão.

Depois ele me pôs de quatro e eu tive que pedir pra ele ir devagar porque parecia que ia me rasgar inteira. E ele começou a brincar em meu cuzinho com os dedos enquanto eu controlava o vai-e-vem. Ele alargava meu traseiro com maestria. Dava uns tapas bem firmes com uma mão e com a outra punha, ora um, ora dois dedos, brincando só na portinha. Quando eu comecei a gemer de novo anunciando novo gozo, ele me perguntou se eu já tinha gozado com um pau pulsando forte atrás. Não pensei duas vezes e dei um pulo indo buscar meu KY (com anestésico). Depois que pensei bem, implorei pra ele ir devagar porque eu estava acostumada com um bem menor, e que nunca me comia por trás.

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Aí ele realmente mostrou que sabia como fazer uma mulher delirar de tesão.

Primeiro ficou brincando, colocando só reguinho e esfregando as bolas enormes em meus lábios, depois apontava a cabeça na portinha e pedia pra eu rebolar, depois ele me ajeitou e disse que eu controlava a situação, que era pra eu empurrar aquele mastro delicioso pra dentro de mim. Fui devagar, bem devagar sentindo cada milímetro dele me invadir. Por incrível que pareça, depois que entrou tudo estava mais gostoso do que na boceta, quando eu estava de quatro.

Eu movimentava pra frente e pra trás, ele me dedilhava o clitóris com os dedos bem lambuzados do meu mel que escorria abundante pelas pernas. Nunca tinha gozado tão gostoso e tão escandalosa em toda minha vida. Relembrando aqui contando pra vocês, tive que pedir pro Marcelo me chupar de tão tesuda que fico. Depois desse orgasmo tão maravilhoso, tirei a camisinha de meu professor do sexo e chupei aquele pau como se fosse o último pinto do universo. Ele gozou muito, mas muito mesmo, tanto que não consegui engolir tudo. Quando tirei ele da boca, fiquei punhetando enquanto ainda esguichava e meu macho me deu um beijo descomunal, compartilhando comigo de seu esperma e selando aquela noite com chave de ouro.

Nessa mesma noite ainda contei pro Marcelo como foi minha despedida de solteira numa casa de swing, leia a parte 2 dessa conversa aqui.

Imagem: Pexels

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