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Amigo de amigos, mas logo já era como meu amigo também. “Como” porque ele não me queria apenas como amiga, queria mais. Fui com as amigas no aniversário de uns amigos em comum, em Marechal Hermes, bairro carioca muito presente nas minhas putarias e nessa noite não seria diferente.

Muita risada, muita cerveja, muita dança, muitas trocas de olhares e um quartinho sem luz onde ficava o aparelho de som. Num determinado momento me tornei a Dj da festa, ou seja, estava sozinha naquele cubículo escuro e alguém chegou na porta. Era ele. Eu não queria que fosse, mas ainda assim iniciamos uma conversa meio safada até chegar mais um casal de amigos. Conversas, risadas, cervejas, beijo triplo, selinho.

“Está muito quente aqui, vou sair… Coé, aumenta o som, quero dançar.”

O sol começou a aparecer e, bom, fim de festa.

Conto Erótico: Penetrando o corpo e a alma 5

No dia seguinte, minhas amigas me insistem que ele era super afim de mim, e que eu, logo eu, estava dando mole de não dar brecha. E eu fiquei com isso na cabeça.

Alguns fins de semanas depois, mais um encontro de amigos, um esquenta na casa da melhor amiga, em Sulacap, para irmos pra balada. Casa cheia, bebida, risadas, brincadeiras, trocas de olhares. Banho, maquiagem, vestido, salto e partiu.

Noite a dentro, Rio de Janeiro, calor, balada lotada, roda de amigos, música, cobiça, paquera, dança, rebola. Onde eu estava? Dentro da rodinha dos meninos dançando pra eles. Onde ele estava? De fora da rodinha olhando cada mínimo movimento que meu corpo fazia na dança. E aí saí da rodinha, fui dançar pra mim mesma, e vi ele parada na minha frente. Um negro maravilhoso de estatura mediana e olhos amendoados, de costas.

Passei meu braço direito pelo pescoço dele e parei minha mão no meio do peitoral e dancei numa espécie de convite silencioso. E ele aceitou.

Cuidado que isso aí é uma diaba, hein, cara…” – disse algum dos nossos amigos tentando alertá-lo, mas acho que já era tarde demais pra esse aviso.

Continuamos dançando. Me virei encostando minhas costas no peito dele, e rebolei no ritmo lento do funk que tocava e senti ele ficar de pau duro, ali, na hora.

Conto Erótico: Penetrando o corpo e a alma 4

Fomos pra casa, ficamos no quintal terminando a noite, até que todos foram dormir, menos nós dois que ainda passamos um bom tempo conversando com o clima de “e agora?” pairando no ar.

Até que enfim, nos beijamos. Quentes, cheios de desejo, não dava pra parar e nem queríamos parar.

Fomos pro carro. E nos beijamos novamente, e mais, e melhor, com mais vontade. Ele foi tirando a minha roupa alternando entre rápido e devagar, ele queria olhar cada centímetro do meu corpo e olhava também nos meus olhos buscando cada centímetro da minha alma. Ele realmente parecia hipnotizado.

Juntamos nossos corpos, que nessa altura já estavam muito suados. E ele começou a beijar minhas pernas, minhas coxas… e me chupou com a língua quente, tão ou mais quente que nós dois. A língua dele dançava lenta e maravilhosamente pela minha boceta, que escorria de tesão.

Conto Erótico: Penetrando o corpo e a alma 3

E assim eu gozei pelaa primeira vez naquela noite.

O pau dele já estava parecendo que ia estourar a calça quando abri o zíper abaixando sua calça e cueca, tudo junto, e sentei. A sensação era de estar entre o inferno e o paraíso. Aquele belo pau, grande e grosso, mas na medida da minha satisfação, estava me deixando louca.

Sentei, rebolei, ele segurava minha cintura, mas sem precisar me guiar, só me acariciando. E aí quem ficou hipnotizada fui eu.

Ele me olhava profundamente como quem não acreditava ainda que aquilo estava mesmo acontecendo.

Saí de cima dele e me coloquei entre suas pernas naquele espacinho entre o banco do carona e o banco de trás, e engoli o pau dele com a sede de um vampiro recém transformado. E ele goza na minha boca e eu me delicio com cada gota sem deixar escapar nenhuma. De repente ele põe uma das mãos nas minhas costas, me segura firme, me deita e vem pra cima de mim. Ofegante. Os vidros estão embaçados demais, mas a gente não está nem aí pra isso. A gente quer mais e a gente vai fazendo mais.

Conto Erótico: Penetrando o corpo e a alma 2

Num ritmo inimaginável de tão maravilhoso, ele entra e sai de mim, o ritmo acelera, o ritmo diminui. Ele se cala pra ouvir meus gemidos, que pareciam enchê-lo ainda mais de tesão.

Ele vai fundo, na minha boceta, nos meus olhos. Ele vai fundo em mim.

Não sabíamos o que era aquilo, mas estávamos adorando. Adrenalina, sangue pulsando mais acelerado, medo de sermos pegos. Mas se alguém estivesse vendo, também estaria hipnotizado com a cena.

Pegamos no sono, mas não por muito tempo. Ele acordou alisando minhas pernas que estavam cruzadas por cima das dele. E como alguém que sempre quer ganhar na base da provocação, logo passei uma delas por trás dele e quando ele olhou, quase implorando pra eu não fazer aquilo, eu já estava colocando a calcinha pro lado. E como uma criança que não resiste a doce, ele começa a acariciar e dedar minha boceta ao mesmo tempo.

Conto Erótico: Penetrando o corpo e a alma 1

Mais uma vez, estourando de tesão, eu subo nele, e a gente recomeça.

O tesão era tão grande que as vezes eu parecia levar choques, daqueles leves.

Rebolei, com ele agarrando e apertando a minha bunda. E apertava mais na medida que eu rebolava mais. E com a outra mão me dava os dedos pra chupar.

E assim gozamos juntos, pela segunda vez naquela noite, que já havia se tornado dia.

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