Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Já é o terceiro final de semana seguido que ele aparece aqui no bar.

Sempre vestido com uma jaqueta de couro surrada por cima de uma camiseta com o nome de uma banda de rock qualquer, além da calça jeans rasgada e as botas pesadas de motoqueiro. O cabelo num corte meio despojado e bem sensual.

A primeira coisa que ele sempre faz ao entrar é escanear o lugar, o que não foi diferente hoje. Depois, vem caminhando até o balcão em passos decididos e com a postura confiante, e me pede uma garrafa longneck de cerveja, geralmente a mais forte e bem gelada. Não diz mais do que “obrigado” antes de tirar a tampa e dar um longo gole, seguido pelo olhar intenso e firme, para então mergulhar em um profundo silêncio e ficar igual a uma águia analisando tudo ao seu redor.

Uma das garçonetes comentou que o nome dele é Benjamim.

Aparentemente, ele anda pela cidade em sua Harley Davidson cromada, que fica estacionada em frente ao bar junto com outras seis, dos membros do moto clube local e do qual agora ele faz parte. Os mais conhecidos por aqui são o JK, o Park e o RM.

Eu me pergunto até agora como ela descobriu tudo isso, sendo que o cara mal abre a boca, à não ser quando vem acompanhado dos outros motoqueiros ou flerta com alguma mulher, à fim de uma noite sem compromisso. Tudo bem que trabalhando com o público, acabamos sabendo de muitas coisas, que às vezes nem queremos.

Mas eu também não descarto a possibilidade de que ela esteve na cama dele.

Bom, se ela esteve, só o que posso dizer é que teve muita sorte. Qual é? O cara é uma perdição! Eu não sou cega e muito menos idiota para não notar que Benjamim é uma delícia. Aquele espécime masculino que molha a sua calcinha com um olhar.

O cheiro do couro em conjunto com o do perfume amadeirado impregnado em sua pele bronzeada. A sensação de perigo que o envolve é tão excitante. O brilho intenso de seus olhos castanhos que convida a tentação.

Uma mistura muito provocante.    

Mas quem sou eu, não é mesmo? O cara sequer nota que eu existo, à não ser quando pede sua cerveja ou alguma dose de outra bebida mais forte. Nem um “oi, boa noite” consigo receber dele, quem dirá uma passagem para a sua cama.

Há! Só que não.

Tudo bem. Se o Benjamim não me quer, há quem queira.

Estou limpando o balcão como de costume e trocando algumas palavras com o pessoal sentado nas banquetas, no momento em que o gerente aparece na porta dos fundos e me chama com a mão. Dou um toque para a minha colega de que vou me ausentar uns minutinhos e saio apressada na direção em que ele está. Entro no escritório de Victor, nosso gerente, e sento na cadeira para a qual aponta.

Ficamos de frente um para o outro.

— E aí, Vic, precisa de alguma coisa?

— Eu queria falar sobre a folga que você pediu para a semana que vem.

— Sim.

— Desculpe, mas não vai rolar.

— Por que? — indago, chateada — É o meu aniversário, poxa.

— Eu sei e sinto muito. Desde que a Susan deixou o bar, estamos apertados de garçonetes e baristas. Não posso deixar que folgue justamente nos dias em que temos maior movimento.

— Entendo.

Suspiro derrotada.

Eu entendo mesmo, só que não estou nada feliz. Terei que passar a noite do meu aniversário trabalhando. Olha que maravilha de presente eu acabo de ganhar.

— Sério. Desculpe mesmo.

— Tudo bem, Vic. Fazer o que? — dou de ombros.

— O que posso fazer é lhe dar uma folga extra na semana, além da que é sua por direito.

— Certo. Eu aceito.

Melhor do que nada, não é mesmo?

Saio do escritório um pouco cabisbaixa, porém, conformada. No fundo, eu sabia que a folga não ia rolar, por isso não fiz planos para a próxima noite de sábado. Seria muito mais frustrante se eu tivesse marcado de fazer alguma coisa. Bom, pelo menos terei dois dias livres na semana e poderia aproveitar para mofar em casa. Ou talvez arranjar um programa divertido por aí. Ainda não sei ao certo.

De qualquer forma, tentarei curtir nem que seja um pouco o meu aniversário.

A semana passa como de costume, num piscar de olhos, e já estamos no final de semana de novo. Dia do meu aniversário! Se eu estou chateada por ficar mais velha? É claro que não! Mais um ano, mais uma oportunidade de fazer acontecer e mais experiências para esse currículo chamado vida. Ai, adoro essas filosofias.

Por ser um dia especial, opto por trocar meus inseparáveis jeans por uma saia do mesmo tecido. Uma blusinha com estampa floral e meu velho companheiro tênis. Nada muito glamoroso, mas que difere do que eu geralmente uso para trabalhar.

Entro no bar, sendo cumprimentada pelos colegas, e sou pega de surpresa quando aparecem com um pequeno bolinho confeitado e velas acesas. Cantam “parabéns” e fico toda emocionada. Meus companheiros de trabalho são os melhores. Aproveitamos o tempo que temos antes de abrir para os clientes e fazemos uma pequena comemoração, com direito a uma rodada por conta do gerente como presente. Não costumamos beber antes ou durante o expediente, mas Victor sempre abre uma exceção quando se trata do aniversário de um dos funcionários.

Abrimos as portas exatamente as oito da noite. O movimento é relativamente pequeno devido ao horário, mas, depois das dez, tenho que estar com as pernas e braços preparados para atender a todos que irão aparecer. Outra noite corrida.

Dito e feito. A correria começa assim que alguns membros do moto clube local aparecem, atraindo outros passantes para dentro do bar. Instintivamente, o meu olhar vai atrás de Benjamim. Porém, nem sinal dele. Não sei ao certo o porquê, só que hoje eu estou com muita vontade a vê-lo, mais do que as vezes anteriores. Não que eu esteja planejando tomar alguma iniciativa, longe disso, mas convenhamos que ter a bela visão daquele homem é um presente e tanto de aniversário. Já que as chances de o ter como presente são nulas, me conformo apenas em olhar e botar a imaginação para funcionar mais tarde lá em casa.

As horas passam e nada de Benjamim aparecer. Não deveria, mas estou ficando frustrada (e um pouco preocupada). Tento ocupar a mente com o trabalho, correndo de um lado para o outro atrás do balcão e servindo o pessoal, ainda que o meu olhar recai na porta de vez em vez, esperando vê-lo entrar todo sensual.

O que não acontece.

Enfim a hora de fechar o bar chega e, com ele, a ficha de que Benjamim achou algo melhor para fazer do que aparecer e beber sua cerveja gelada. Que droga! Justo hoje que eu estava à fim de secar o rostinho bonito dele até o amanhecer?

Sacanagem do universo que chama isso.

Cansada e nitidamente desapontada, aceno para os colegas que estão saindo e fico para fechar o bar, pois, é o meu dia. Termino de enxaguar os copos e guardo-os em seus devidos lugares. Em seguida, limpo o balcão e viro para colocar as garrafas de bebidas na prateleira. Sorte que eu moro a duas quadras de distância, assim conseguirei chegar rápido em casa e ter o meu merecido descanso.

Cantarolando uma música baixinho enquanto separo os rótulos para devolver ao lugar certo, ouço o sininho sobre a porta soar, indicando que alguém entrou.

— Desculpe, já estamos fechados. — digo.

Ninguém responde. Olho para trás e quase tropeços nos pés ao ver Benjamim parado ao lado da porta. O que ele está fazendo aqui e a essa hora da madrugada?

Sem se abalar, vestido com sua inseparável jaqueta de couro, vem caminhando lentamente rumo ao balcão. Meus olhos não desviam de seus passos firmes.

— Tudo bem se eu beber uma cerveja antes de ir? — pergunta.

Uau! Ele falou mais do que “uma longneck bem gelada”. Que avanço.

Encaro-o um instante, pensando se abro ou não a exceção, visto que já fechamos e o mesmo vale para o caixa. Suspirando para a resposta óbvia desde o começo, pego uma cerveja na geladeira e entrego a ele, que faz um gesto com a cabeça agradecendo. Ao notar que está puxando a carteira, faço um gesto negativo e falo:

— É por minha conta.

Ele franze as sobrancelhas e retruca:

— Eu posso pagar, você sabe.

— Sim, eu sei. Mas o caixa já está fechado, então.

Nós nos entreolhamos uns segundos, até ele sorrir e eu quase derreter com o poder de seu sorriso. É a primeira vez desde que vejo e, definitivamente, é lindo.

— Obrigado.

Sorrio para ele e, um tanto sem jeito, procuro qualquer coisa para fazer com a intenção de fugir do silêncio constrangedor que se instala de repente. Decido continuar guardando as garrafas que deixei para atendê-lo. Seguimos assim durante alguns minutos, até Benjamim tomar a iniciativa ao perguntar:

— Seu nome é Rosana, certo?

Franzo o cenho, encarando-o. Como raios ele sabe o meu nome?

— Eu vi escrito no crachá que estava usando a duas semanas atrás. — responde, como se lesse os meus pensamentos — Mas preferi checar mesmo assim.

Dá de ombros, virando um gole da cerveja que lhe servi. Seus olhos estão atentos.

— Não é como se eu pudesse mentir, então… — suspiro — Sim, sou Rosana.

Ele balança a cabeça, concordando, e dá outro gole. Não que eu queira ficar reparando, mas, a forma como ele segura a garrafa e encosta a boca no gargalo é bastante sexy. Especialmente porque seu olhar continua felino e muito intenso.

— Verdade que hoje é o seu aniversário? — indaga — Ou melhor, foi seu aniversário?

— Como você sabe disso?

— As notícias correm por aí.

Seu tom demonstra indiferença, como se não fosse nada demais. Porém, convenhamos, você não se preocupa em saber a data de aniversário de uma pessoa por nada, não é? Especialmente se não é sua amiga ou qualquer coisa do gênero.

Desconfiada, observo-o beber despreocupadamente e sem tirar os olhos de mim. Uma sensação calorosa atravessa meu corpo. Engulo em seco. Estou ficando excitada e isso não é bom. O cara só perguntou do meu aniversário. Qual é?

— Bom, sim. Ontem foi meu aniversário. — respondo enfim — Mas, como pode ver, eu fui escalada para trabalhar e tiver que comemorar servindo o pessoal.

Dou uma risadinha, que logo desaparece ao que noto que Benjamim não sorri. Ele permanece calado, seus olhos atentos a cada movimento que faço, quase como se estudasse alguma coisa que não faço ideia do que seja ou planejasse algo. Começo a ficar nervosa. Excitantemente inquieta. Minhas pernas se esfregam uma na outra.

Ao dar o último gole na cerveja, o homem a minha frente ergue lentamente as pálpebras e vislumbra-me através de seus longos cílios escuros. Solto um suspiro.

— Acha que…. Está tarde para eu entregar o seu presente?

Sua pergunta me pega desprevenida e não sei o que dizer.

Presente? Que presente?

Curvando o canto dos lábios em um sorrisinho travesso, Benjamim, num movimento rápido e totalmente inesperado, debruça sobre o balcão e beija a minha boca. Paraliso e arregalo os olhos. A pressão de seus lábios contra os meus é ardente e, mesmo sendo apenas um selinho, exigente. Te convida a querer mais.

E é exatamente o que eu faço. Sem pensar muito no que isso significa ou no que pode acarretar, enfio os dedos entre as mechas do cabelo dele e o beijo de verdade. Abro sua boca com a língua e o toque quente arranca suspiros de nós dois. O que era somente um selar casual se transforma em algo inteiramente sexual.

Caramba, que beijo bom esse homem tem!

Estou quase subindo pelo balcão para me jogar em seus braços, quando ele se afasta, tomando ar e respirando um pouco ofegante, assim como eu mesma.

Trocamos olhares. Certo… Ãhn… O que foi que acabou de acontecer aqui?

Meio desconcertada por entrar no clima e me deixar levar, penso em dizer algo, mas não tenho chance. Pois, Benjamim dá as costas e caminha calmamente até a porta. Observo-o virar a placa com a palavra “fechado” e abaixar a persiana que cobre o vidro. Em seguida, girar a tranca e confinar a nós dois do lado de dentro.

Estamos à sós e trancados em um bar. As engrenagens dentro da minha cabeça só conseguem chegar à seguinte conclusão: nós iremos transar. E transar muito.

Oh, céus! Eu não acredito que… Calma, calma. Talvez nem seja o que estou imaginando. Ele pode ter somente dado esse beijo porque foi meu aniversário e…

— Acho melhor você sair de trás desse balcão, antes que eu te arranque daí.

Seu tom é baixo e autoritário. Dominador. E faz com que os pelinhos do meu corpo arrepiem. Mais do que isso. Encharcam a minha calcinha como nenhum outro conseguiu antes. Sério, qual é o poder dele? Tanta sensualidade não é normal.

Mesmo com as pernas trêmulas pelo beijo recente, dou a volta no balcão e ficamos frente a frente, sem nada para atrapalhar. A tensão crescendo entre nós.

Benjamim dá um passo e eu estremeço em expectativa.

— Antes de qualquer coisa, eu preciso perguntar: você quer o meu presente? — suas mãos pousam suavemente em minha cintura — Não quero e nem vou forçar a nada.

Eu refletiria se tivesse capacidade para tal. Contudo, eu não tenho. No momento em que fui beijada, meus neurônios fundiram e sobrou apenas instinto. Se eu quero? Não é óbvio? Tentei negar com todas as forças a atração que sentia por ele, mas é impossível continuar quando a oportunidade de o ter está na minha cara.

E eu seria idiota se não a agarrasse.

— Claro que eu quero. — respondo num murmúrio.

Ele sorri e passa a ponta da língua no lábio inferior.

— Perfeito!

— Porém, me responda uma coisa.

— E o que seria? — chega mais perto.

— Por que tão de repente?

— Não foi de repente, acredite.

Beija minha bochecha, depois a outra.

— Por que você acha que eu estava frequentando tanto o bar?

— Por minha causa? — surpreendo-me.

— Exatamente.

— Mas você sequer falava comigo.

— Pode não parecer, mas eu sou um cara bastante tímido.

Seus lábios molhados roçam minha pele do pescoço. Solto mais um suspiro.

— E as garotas com quem você flertava?

— Como acabou de dizer, nada mais do que flertes. Além disso, você continuava indiferente a mim. Eu estava tentando chamar a sua atenção de alguma forma.

— Dando em cima de outras mulheres?! — debocho.

— Não foi a melhor tática, admito.

Dá de ombros, condescendente, e eu sorrio para a sua cara de pau.

Quem diria que ele olharia logo para mim.

Incitada por suas palavras, pela forma como devora-me com os olhos, beijo-o outra vez. Empurro a jaqueta de couro para fora de seus ombros e ele deixa que escorregue pelos braços até cair no chão. A próxima é a camiseta de banda. Tomo alguns segundos para admirar sua barriga lisa e o peito levemente definido, chegando à conclusão de que combina muito com todo o conjunto da obra.

— Já transou em cima de uma mesa de sinuca antes? — Benjamim questiona.

— Não.

— Vai transar agora.

Num impulso, me põe sentada em cima da mesa e se acomoda entre as minhas pernas abertas, o que faz o tecido da saia levantar um pouco. Sua boca cobre a minha em um beijo audacioso e irresistível. Sinto o aperto de seus dedos hábeis ao redor dos meus seios sensíveis e não exerço qualquer empecilho no instante em que ele puxa a blusa que uso e livra-se dela. O mesmo acontece com o sutiã.

Com os mamilos expostos e intumescidos, só falto gritar de prazer quando Benjamim leva um deles a boca e chupa. A mão livre massageia meu outro biquinho, ao passo que eu arranho levemente seus ombros largos e nus. Seus lábios trocam de lugar e continuam com as carícias. Minha calcinha já está inteiramente molhada e eu pronta para recebê-lo, desejosa e desesperadamente.

Ele empurra o tecido da saia até embolar na altura da minha cintura e afasta meus joelhos à ponto de eu estar praticamente arreganhada diante de si. Suas mãos cavam por debaixo da barra e encontram minha calcinha, puxando-a vagarosamente de meus quadris para deslizar pelo comprimento das pernas e jogá-la sem qualquer cuidado no chão. Inclinando-se novamente sobre mim, esfrega os dedos esguios na fenda do meu sexo úmido e então enfia um até o fundo.

Suspiro com seu toque e busco outra vez sua boca. Nós nos beijamos. Minhas mãos afoitas seguem direto para a fivela do cinto que está usando e puxando cegamente querendo tirar o mais rápido possível. Benjamim ri contra os meus lábios e introduz um segundo dedo, estocando-os com mais rapidez. Reviro os olhos, tomada pelo tesão. Meus quadris ganham vida própria e balançam para que vá com tudo. Estou enlouquecendo segundo a segundo com as carícias dele, e o desejo de que meta logo seu pau em mim só aumenta. Se ele é capaz de fazer maravilhas com os dedos, estremeço ao imaginar o que pode fazer com seu outro equipamento.

Muito duro e marcado descaradamente na calça, vale ressaltar.

Dando uma mordidinha malditamente sexy em meu lábio inferior, Benjamim se afasta e faz o que eu tanto queria. Desafivela o cinto e abre os botões de seu jeans, o tecido cai em seus quadris estreitos, deixando à mostra o elástico da cueca boxer cinza e a ponta do pênis claramente expelindo pré-gozo. Minha respiração acelera.

Levanto a mão para trás, alcança algo em seu bolso traseiro.

— Não é só dinheiro que eu levo dentro da carteira. — comenta, bricalhão.

Lança uma piscadela e eu sorrio. Mesmo bêbada de tesão, eu lhe dou um sorriso.

A expectativa cresce ao vê-lo tirar um pacotinho laminado e segurá-lo com os dentes para jogar a carteira de lado. Cravando seu olhar acastanhado em mim, rasga a embalagem e abaixa o restante de suas roupas. Não me contenho e fico apoiada nos cotovelos para admirar o momento em que reveste seu membro com a camisinha e… Wow! Que é isso, minha gente? Que pau impressionante é esse?

— Vamos lá, gatinha, foder bem gostoso.

Ele sussurra e volta a me beijar. Abraço-o pelo pescoço e suspiro deleitosa ao senti-lo empurrar a cabecinha em minha boceta. Suas mãos agarram firme minhas coxas, prendendo-as ao redor de sua cintura, e dá o primeiro impulso para entrar inteiro.

Ambos gememos. Quentes, impetuosos.

Benjamim se esfrega a cada entra e sai, deslizando mais e mais fundo, tomando tudo o que quer e entregando tudo o que desejo. Suas palmas cálidas vagueiam entre as curvas do meu corpo enquanto seus lábios revezam entre a minha boca e o meu pescoço, provavelmente já cheio de marcas vermelhas. Porém, não ligo.

Quero que ele me marque, me chupe…. Faça o que bem entender comigo.

Afundo os dedos entre os fios do seu cabelo bagunçado e aperto, ganhando um gemido rouco em troca. Seus movimentos se intensificam. Meus seios estão colados em seu peito e o roçar dos mamilos em sua pele suada pelo esforço de me foder, é insanamente prazeroso. Faíscas de uma sensação indescritível correm por todo o meu corpo. E eu só consigo suspirar e pedir em lamúrias que vá mais forte.

Benjamim agarra minhas coxas e me traz para a borda da mesa, dá um impulso e se mete o mais fundo que é capaz. Reviro os olhos. Não vai demorar muito para que eu goze e ele provavelmente sabe disso, pois, aumenta suas estocadas para esfregar sua glande inchada em minhas paredes internas com mais fervor.

— Oh, eu vou…

— Vem pra mim, gatinha. Goza bem gostoso, huh.

Agarro-me a ele e, no momento em que aperta seus quadris contra os meus, solto um gemido libertador e deixo-me levar pelo orgasmo incrível. Céus, espetacular!

Apesar de um pouco trêmula, levanto a cabeça para beijá-lo e a expressão em seu rosto denota que está muito próximo também. Sua respiração é ofegante.

— Estou prestes a gozar. — diz entrecortado.

Tento uma ideia genial, afasto-o e ajoelho a sua frente. Ele me encara sem entender, mas, basta eu tirar a camisinha e abrir a boca, que sua ficha cai.

— Tem certeza? — pergunta.

— Não quero ser a única a receber um presente essa noite.

Dando um de seus sorrisos, Benjamim acaricia minha bochecha com o polegar e o escorrega para os meus lábios. Com a mão livre, começa a se masturbar e então encaixa a glande em minha boca. Enterrando os dedos entre as mechas do meu cabelo, move-se para frente e para trás, enquanto chupo seu membro maravilhosamente duro e saboreio cada centímetro de pele suave e esticada.

Seu gozo inunda meu paladar no segundo em que Benjamim solta um gemido pra lá de sensual e joga a cabeça para trás em satisfação. Não é muito do meu feitio engolir, porém, hoje vou abrir uma exceção (mais uma). Afinal, é o gosto dele.

Me ajudando a levantar, ele deposita um selar suave em meus lábios e diz:

— Gostou do presente de aniversário atrasado?

— Acho que o meu corpo falou por si só.

Damos risada e, fazendo um carinho em minha cintura, Benjamim sugere:

— Que tal uma segunda rodada no meu apartamento? Eu não moro muito longe.

— Huh, tentador o seu convite.

— A festa só está começando, gatinha. Quero fazer muitas coisas más com você.

— Quem sou eu para negar, não é?

Pegamos nossas roupas no chão e vestimos. Embora eu esteja ansiosa para a próxima rodada, confiro se tudo está em seu lugar para fechar o bar e não receber reclamações depois. Uma vez que certifico estar tudo certo, sigo Benjamim em direção à rua e vejo sua Harley Davidson cromada estacionada em frente.

Ele sobe na moto enorme e me entrega um capacete. Me acomodo na parte de trás e envolvo sua cintura com os braços para não cair ao dar a partida.

— Está pronta?

— Com certeza.

Dando um tapinha em minha coxa, Benjamim põe o capacete e acelera rua a fora.

Como o mesmo disse, a festa está só começando e eu não poderia estar mais feliz com o presente de aniversário que recebi dele. E que delicioso presente!

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