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Ela me recebia como um velho amigo, apesar de nos conhecermos a pouco mais de um ano. Amizade e vínculo lhe eram coisas realmente intensas.
Tinha topado acompanhá-la à noite no lançamento de um livro que eu provavelmente nunca leria, mas ela conhecia uma das autoras.

Era início da tarde, eu assistia algo no computador para passar o tempo, enquanto ela lia e fazia anotações em alguns textos, para, posteriormente, escrever um artigo.

Ao contrário de mim, gostava de estudar deitada e nesta ocasião estava de lado, de costas para mim, seu quadril não era exatamente largo, mas nesta posição, o corpo de todas as mulheres tende a assumir a maravilhosa forma “violão”.

Sei que é clichê, mas sim, adoro cintura fina e uma bela bunda, então, ela não era exatamente meu tipo de “mulher gostosa”, mas deitada daquela forma…

Enquanto estava concentrada, uma das mãos apoiando a cabeça e a outra anotando, eu a assistia e, apesar de não haver nada exposto, não conseguia parar de imaginá-la apenas de camiseta e calcinha ou, melhor ainda, sem elas.

E como seria olhá-la mais de perto, admirar seus lábios unidos pela posição, a princípio, apenas ingênuos e delicados. Entretanto, como seria se por trás dela me aproximasse? Esquecendo o que fazia, mergulhei na minha fantasia de tocá-la, só pra começar. 

Em minha imaginação, me aproximei silenciosamente e cobri-lhe os olhos, ela se assustou sorrindo e sussurrei para que ficasse quieta “shiiii”…

Continuou com um sorrisinho e eu fui mais incisivo em seu ouvido “sem movimentos, nem reclamações, hein”. Tive que me conter para não tocá-la logo lá embaixo, mas a “tortura” também me dava prazer, e minha excitação já abusava da elasticidade da minha roupa.

Ataquei seu pescoço, nuca, orelhas e ombros com beijos molhados, passando minha mão por debaixo de seu pescoço para continuar a cobrir seus olhos, enquanto liberava a outra mão para percorrer sua cintura, quadril e coxa, subindo e brigando delicadamente com as mãos dela que lhe cobriam os seios.

Gemendo ela tentou preservá-los, mas peguei-lhe o braço mais livre, dobrando-o para cima e para trás, fiz com que segurasse meu pescoço, sabendo que adorava tocar minha nuca e meus cabelos.

A outra mão revezou em seus seios com a minha, apesar de não muito grandes, eram firmes e lindos, como saídos de um cuidadoso desenho, era uma das coisas que contrariava incisivamente sua idade.

Eu poderia “bater uma” só pedindo que ela os descobrisse para mim.

Enquanto os acariciava e apertava gentilmente seus mamilos ela gemia, com gritinhos de “aí” puxava meus cabelos ou me arranhava o pescoço, mesmo na posição incômoda em que a mantinha, para que pudesse dominá-la. Mas tinha outras coisas que ainda ansiava muito tocar.

Tinha certeza que a essa altura ela já estaria encharcada e novamente desci minha mão acariciando seu corpo, tocando-lhe as coxas em sua parte posterior, estavam quentes e ela arfava mais forte cada vez que ameaçava tocá-la.

Deslizei meus dedos e, quase que superficialmente, toquei-lhe e desta vez fui eu que gemi mais alto quando senti o quão molhados estavam os lábios e pensei com todas as minhas cabeças como seria delicioso deslizar para dentro dela.

Novamente a instruí assertivo “não se vire, entendeu?”. Ela assentiu com a cabeça e puxou um travesseiro para seu abraço. Com seu corpo ainda de lado, o contornei com minha boca, dentes e minha língua, dobrei um de seus joelhos, colocando uma de suas pernas um pouco mais à frente e deixando seu sexo mais à mostra.

Além de ver suas coxas também molhadas, a imagem que se abria para mim era um convite a toques delicados, chupões e, claro, uma penetração lenta e quase dolorida pela contenção para em seguida posicioná-la de quatro e meter com mais e mais força, segurando-o pelos quadris. Parecia deliciosa.

Mas, apesar de gostar da fantasia de não dar-lhe escolha, no fundo os homens precisam saber que sabem fazer uma mulher gozar até quase desmaiar, não há maior estimulante.

Então, apenas deslizei levemente um de meus dedos por seus lábios, entreabrindo-os e trazendo para minha boca um pouco do gosto dela que, ao ser tocada, se contorceu e gemeu suplicante por algo mais. Reforcei “não se vire”.

Adoro a visão de uma mulher nua, de bruços em cima de uma cama (ou não necessariamente). Cabelos jogados, nuca, costas, cintura, bunda, pernas, até os tornozelos e os pés passam a compor aquela maravilhosa escultura. 

Dei-me conta que ainda estava vestido e resolvi isso bem rápido, porém, mantive minha boxer para não ser tão constrangedor, no caso dela desistir. Voltei à cama e deitei-me atrás dela, abraçando-a cuidadosamente.

De tão pequena, poderia fazer o que quisesse com seu corpo e costumo querer muita coisa, mas apenas o senti com o meu, apesar de quente, sua pele também se arrepiou e ela sussurrou algo que tenho quase certeza que foi meu nome, além de virar a cabeça e me olhar profundamente nos olhos com a boca entreaberta.

Não pude deixar de beijá-la, quase que a devorando, enquanto outra parte de mim sinalizava a ela que queria devorá-la também de outra forma.

“Deixa-me te olhar”, ela pediu quando teve fôlego. “Não, hoje só eu te olho”, fiz questão de contrariá-la para aumentar a curiosidade, “você só sente e aproveita”, ela me olhou com maldade e respondeu “então me aproveita”.

Eu, no mínimo, sorri, porque era o consentimento, mais que isso, era o pedido que eu queria ouvir. Enquanto mordiscava sua orelha e segurava seu pescoço com carinho e, ao mesmo tempo firmeza, alertei “quero mais que te tocar, quero algo muito mais íntimo com você”. Suspirou fundo, me olhando com um pouco de receio, mas muito, muito tesão.

Outro beijo e me olhou dizendo “seja gentil”, com um sorrisinho muito safado. Em um segundo eu já estava mordendo-lhe o bumbum e dobrando-lhe a perna para melhor ver, lamber, chupar aqueles lábios, fazendo-a gemer e se contorcer, enquanto enfiava a mão na minha única peça de roupa, tentando me aliviar.

Não a deixei gozar.

Apesar de curtir muito quando percebi que estava muito perto disso, me afastei ligeiramente. Olhei-a novamente, desde os cabelos até os pés, fixando-me na parte úmida e vermelha que eu tinha acabado de preparar para me deleitar.

Livrei-me da boxer, me ajeitei atrás dela, também de lado, beijei-lhe o pescoço e o ombro, segurei e ajeitei-me entre eles, os lábios e aproveitei cada milímetro quente, molhado, gostoso.

Ficamos alguns segundos parados, sentindo latejarmos, ela pressionando, eu expandindo, mas já estava desesperado e parti para os movimentos que primeiro eram longos, demorados e profundos, fazendo-a gemer mais alto e se agarrar aos lençóis a cada investida. 

Vê-la entregue daquela forma me enlouqueceu ainda mais e não me contive muito antes de partir para movimentos mais curtos, rápidos e fortes, não tão fortes como eu gostaria, mas o suficiente para impressioná-la sem assustá-la.

Segurei seus cabelos suados, nem sei se pela imagem da dominação ou para aliviar-lhe o calor ou apenas por gostar da textura e do comprimento deles, mordi seus os ombros, suas costas, apertei-lhe os seios, as coxas.

Ela gozou, com gritos abafados pelo travesseiro, uma das mãos para trás, arranhando-me as costelas, parecia que era a primeira vez que experimentava aquela sensação e eu, embora soubesse que não era nem de longe sua melhor experiência, gozei com toda aquela cena maravilhosa e aquela sensação de ter dado a uma mulher um prazer digno de entrar para sua lista de melhores transas da vida.

Estava exausto, ela literalmente consumida, agora coberta parcialmente com um lençol. Em poucos minutos adormeceu e eu fiquei ali olhando até que…

Até que alguém me tocou no ombro “café?”, “o quê?” como que despertei com um taser. “Café?” repetiu, em pé na porta, mostrando-me uma caneca, “você parece estar dormindo acordado” falou caminhando para a cozinha.

“Já vou”, respondi, “mas preciso ir ao banheiro antes”, respirei fundo e ri de mim mesmo, ainda bem que fisicamente me contive. Quando cheguei à cozinha, ela sarcasticamente comentou “meu sobrinho de quatro anos também faz aquilo quando quer fazer xixi”. “O quê??”… Ela desconversou, “café?”.

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