Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Sou casado a cinco anos com Débora. Um casamento bem sucedido diga-se de passagem. Ela é incrível, bonita, morena com o corpo atlético, aliás uma das coisas que nos liga, sem dúvida, é o gosto por exercícios e boa forma. 

Sou bancário e minha esposa é professora, conseguimos ter uma vida razoavelmente boa, tanto pessoal quanto financeira. E no sexo não é diferente.

Talvez por isso, em todo esse tempo, nunca pensei em trair a Deby. Embora, oportunidades não tenham faltado, foram muitas as vezes em que me desviei de investidas no trabalho, na academia e até mesmo em eventos.

Não sou exatamente um galã de telenovela, mas dou pro gasto. Faço muito exercício, me alimento bem e, em razão do trabalho ando bem vestido.

Sei que minha esposa também deve receber muitas cantadas por ser encantadora e sexy. Ela sempre me surpreende com brinquedos, jogos e fantasias sexuais e temos muitas histórias interessantes. Mas o que vou contar agora é simplesmente a história mais excitante de toda a minha vida.

Era dezembro, e como sempre iniciaram-se as confraternizações de fim de ano. E dessa vez era do trabalho de Débora. Chegamos ao restaurante um pouco atrasados (Deby sempre demora para se arrumar embora eu sempre acho ela linda até de pijama).

Entre os rostos conhecidos dos professores e diretores da escola, os quais fui cumprimentando automaticamente estava ela, que Débora me apresentou como sendo uma das estagiárias.

– Amor essa é a Meg, a estagiária mais dedicada que já conheci. Meg, este é meu esposo Otávio.

Senti um movimento quase incontrolável na pelve no mesmo instante. Ela era ruiva, cabelo crespo e bastante volumoso, pele clara e olhos azuis, 1,50 no máximo e lábios carnudos.

Ao contrário de todas as mulheres com que tinha me envolvido ela não era malhada, estava levemente acima do peso e era encantadora. Usava calça jeans, all star e uma camiseta com a palavra FEMINIST escrita em roxo que deixava um de seus ombros a mostra.

Percebi que nossa atração era recíproca, ela corou ao me olhar e respirou fundo quando a cumprimentei com os clássicos três beijinhos.

Deby continuou tecendo elogios ao desempenho de Meg por mais alguns segundos o que ela retribuiu com um sorriso tímido e poucas palavras. Não sei como minha esposa não percebeu, eu estava prestes a ficar de pau duro bem ali, na frente dela e de seus colegas de trabalho.

O restante da noite correu normalmente, umas taças de vinho e algumas gargalhadas. Por duas vezes olhei na direção de Meg e ela estava me olhando. Claro que disfarçamos e decidi não pensar mais naquilo.

Fomos para casa e ao chegar fui logo arrancando a roupa de Débora, atirei ela de quatro no sofá e a  penetrei de forma quase animal, virei ela de frente pra mim pra poder gozar no seu rosto delicado. 

– Nossa, quanto tesão para uma quarta- feira.

Os dias seguiram e não pensei mais na estagiária gostosa do trabalho da minha esposa. Então recebi uma mensagem da Débora durante o trabalho.

– Amor o que faremos amanhã no seu aniversário?

Caramba, meu aniversário. Eu havia esquecido completamente! Não sei amor, quer sair para jantar?

– Talvez, vou procurar algum restaurante diferente, não podemos deixar passar seus 38 aninhos.

Nunca gostei de comemorar meus aniversários. Primeiro porque é muito próximo do Natal e perde um pouco graça e segundo que os últimos anos tem aumentado de mais a cabeleira branca em minha cabeça que antes era castanho clara. Mas Deby nunca deixava passar.

No outro dia de manhã, estranhamente, minha esposa não me deu parabéns  e durante o dia todo não falou mais nada. 

Ah não! Será que ela vai fazer uma festa surpresa.

Não gosto de festas surpresa. Tão pouco gosto de festas em casa, mas como fugir do próprio aniversário? Ao chegar encontrei Deby sorridente em seu robe de cetim preto (ela certamente não planejava sair). Ao me ver ela pulou no meu colo me dando um beijo bastante empolgado.

– Feliz aniversário amor!

– Achei que tinha esquecido!

E foi então que tudo começou, ela me lançou um olhar safado, já conhecido por mim a tempos, se afastou uns passos e tirando o robe me disse:

– Eu nunca esqueço, aliás podemos começar as comemorações

Ela não vestia nada por baixo, estava totalmente nua… se virou e foi andando até o quarto, eu a segui abraçando-a por trás e beijando seu pescoço enquanto deslizava minha mão pelos seus seios e sua bunda. Adoro sentir o cheiro dela de pertinho!

Quando chegamos no quarto eu já estava com o pau parecendo uma rocha, comecei a beijá-la enquanto apertava sua bunda e a apertava contra mim. desci para o seu pescoço com pequenas mordidas até chegar nos seus seios. E que seios lindos ela tem!

Passei a língua em nos mamilos de Deby e minhas mãos apertavam cada vez mais aquela bundinha dura, ela estava mais excitada do que de costume, esfregava os seios na minha face e eu já estava louco.

Foi então que ela me afastou e começou a tirar o resto da minha roupa, eu já estava a ponto de jogar ela na cama quando ela parou de repente.

– Nossa amor eu esqueci seu presente

– Amor não podemos deixar isso pra depois?

– De forma alguma né! Eu  vou buscar e já volto.

– Ok.

Ela saiu sorridente e eu fiquei esperando intrigado. Minutos depois ouvi a maçaneta da porta se abrindo e não acreditei no que vi.

Diante de mim estavam minha esposa e sua estagiária Meg. As duas sorriam, embora Meg estivesse claramente tímida. Ela me disse boa noite com um sorriso.

– Ela é linda né amor? Eu percebi que vocês se gostaram muito no jantar!

– Querida eu… não…

– Tudo bem amor, eu também gostei dela.

– Nós gostamos muito uma da outra, não é Débora? Disse Meg.

As duas se olharam com expressão afoita. Deby puxou Meg para perto dela e começou a beijá-la! Como assim? Era o que eu me perguntava.

As duas se beijavam em pé na minha frente, Débora tinha recolocado seu roupão e Meg usava calça jeans e blusa branca colada. Eu atônito. Parecia haver muita intimidade e tesão entre as duas. E Deby me escondendo o jogo esse tempo todo! Que safada!

Os beijos foram ficando mais ardentes. Meg passava a mão pelos cabelos de Débora enquanto ela beijava seu pescoço. Eu admirava a cena sentado na cama, e meu pau estava quase explodindo de tanto tesão. Que coisa linda!

Aos poucos elas foram se despindo.

Débora tirou seu roupão revelando mais uma vez seu corpo nu e delicadamente tirou a roupa colada de Meg, ela estava usando um sutiã do Piu-piu e uma calcinha rosa com um lacinho o que me deixou com mais tesão do que já estava.

Continuando as carícias elas foram se  aproximando até que minha esposa deitou sua estagiária na cama ao meu lado. Meg era toda branquinha, um pouco cheinha, mas nos lugares certos, tinha coxas grossas e seios fartos, Debora a beijava apertando seu corpo contra o dela.

Não sei descrever o quanto foi excitante ver os corpos das duas se roçando e ouvir suas respirações ofegantes. Eu não conseguia dizer uma só palavra, e por mim elas podiam esquecer que eu estava ali. Só queria assistir.

Débora foi deslizando sua boca por todo o corpo macio de Meg que, de olhos fechados, demonstrava estar muito excitada. Sem dificuldades Deby tirou o sutiã dela e passou a língua pelos seus grandes seios.

Nunca imaginei ver minha esposa mamando em outra mulher com tamanha vontade. Meg, deitada, recebia as carícias expressando prazer enquanto minha esposa descia pela sua barriga até chegar bem perto de sua calcinha cor de rosa. Com habilidade ela passou a mão sobre o tecido e com um sorriso malicioso disse:

– Já está molhadinha é?

E Meg sorriu.

Rapidamente Deby tirou sua calcinha revelando resto de seu corpo.

Ela tinha pelinhos ruivos! E que bucetinha linda, rosinha, parecia uma tulipa e estava visivelmente molhada.

As duas se olhavam enquanto minha esposa mordia levemente a parte interna das coxas de Meg, até que ela caiu de boca naquela boceta ruiva. Como Deby era habilidosa! Sua língua ia e vinha, percorria toda a extensão daquela bocetinha, Meg se contorcia e gemia baixinho. Foi então que eu não aguentei mais.

Fui chegando mais perto, Meg que até então estava de olhos fechados pareceu finalmente perceber a minha presença e ficou um pouco corada.

– Você é linda, relaxa – Eu disse

Então a beijei, comecei a passar a mão pelo seu corpo e ela se arrepiou inteira. Mordisquei seu lábio inferior enquanto acariciava os seus seios, eles cabiam perfeitamente na minha mão!

Comecei a lamber e chupar seus mamilos enquanto minha esposa continuava concentrada na boceta delicada de sua estagiária, e essa ofegava e gemia entregue aos estímulos. Ela estava quase gozando quando Debora parou e me encarou de forma quase angelical:

– Aproveite seu presente amor!

Dava pra ver a umidade ao redor de seus lábios, eu a beijei e pude sentir o gostinho da boceta de Meg e sua boca. Se afastando, Débora me disse que queria me ver foder Meg como fazia com ela.

Meg estava sentada na cama nos olhando, me ajoelhei e a beijei novamente, ela estava quente e me puxava para perto dela com vontade.

– Eu quero te chupar – Ela disse baixinho.

Coloquei ela de joelhos na frente e ela segurou meu pau esfregando ele na sua face. Debora nos olhava sentada na poltrona quase hipnotizada. Meg começou a lamber a cabeça do meu pau de forma circular e logo começou os movimentos de mamada, sua cabeça ia e vinha com sofreguidão e enfiava cada vez mais fundo meu pau em sua boca até sua garganta. Minhas mãos estavam perdidas em seu cabelo vermelho. ”Vou gozar agora, não posso fazer isso”.

Num movimento rápido coloquei ela em pé, a joguei na cama, abri suas pernas o máximo que pude e comecei a chupá-la. Passei minha língua por toda aquela bocetinha ruiva e delicada! Ela estava muito molhada e tinha um gosto incrível, quase docinha. Eu poderia ficar horas e horas ali, só bebendo seus fluidos.

Ela já não gemia mais baixinho, eu encontrei seu ponto de prazer e comecei a estimulá-lo com a língua, penetrei um dedo em sua boceta molhada e seus gemidos se tornaram mais intensos, seus quadris se mexiam o que denunciava que o clímax estava próximo.

Coloquei mais um dedo e foi então que ela não resistiu e se deixou gozar se contorcendo e gemendo alto, quase gritando de prazer.

Agora era minha vez!

Meg ainda gemia quando a coloquei de quatro, parei um segundo para apreciar a sua bunda redondinha, suas costas ostentavam uma tatuagem colorida (algo em inglês que não quis perder tempo traduzindo).

Eu a penetrei e ela ainda pulsava devido ao recente orgasmo, estava tão molhada e tão macia que parecia estar fazendo uma massagem em toda a extensão do meu pau. Empinando a bunda ela me pediu mais força e eu atendi.

Como era gostosa aquela buceta e ao mesmo tempo tão delicada, nesse ponto eu já estava me segurando, não sabia quanto tempo aguentaria tanto tesão!

Continuei fodendo ela, agora mais devagar enquanto ela gemia entregue. Foi então que Meg se virou de frente e me puxou pra junto dela me prendendo entre as suas pernas.

Nossos peitos estavam grudados, sentia o cheiro dela, um perfume amadeirado, nossos suores se misturavam, gemíamos juntos em sincronia. Suas mãos me apertavam com força contra o corpo dela à medida que aquela boceta macia se contraia mais e mais e os gemidos ficavam cada vez mais altos. Ela estava se entregando de novo. Eu podia sentir, ela estava gozando!

Eu que já não aguentava mais, explodi dentro dela que agora gemia sem pudores, minhas pernas tremiam e eu também gemia alto! Nos beijamos agradecidos mais uma vez antes de separarmos nossos corpos.

Olhei para Débora que me encarava mordendo o lábio inferior e visivelmente satisfeita. Depois do banho, ela tinha muito a me explicar!

Imagem de Saulius Rozanas

Área especial sobre Orgasmo Feminino

Sabia que a gente tem uma área especial sobre Orgasmo Feminino com muitas dicas, técnicas, fotos e vídeos?

Veja uma prévia do que espera por você

Você ainda poderá participar do nosso grupo fechado no Facebook e tirar dúvidas com uma Sex Coach, além de falar sobre o assunto com outras mulheres!
Vamos nessa? 😉

Acessar o especial Orgasmo Sozinha
@ load more