Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Tudo que ainda pode acontecer depois da quarta-feira de cinzas.

Ela apareceu. Reclamações sobre o trânsito e sobre o calor, comentários sobre o recepcionista bisbilhoteiro e um sorriso tímido que eu desconhecia.  Bem pudera, nos vimos uma vez, no Carnaval, dias antes. Suada, rouca e animada, me ofereceu um gole de cerveja. Aceitei. Ela me abriu um sorrisão. Tinha dentes bonitos e uma boca que me chamava.

Nos beijamos ali mesmo. Começou brincando com minha boca e terminou num embolar de línguas, um apertar de bundas e peitos, um morder de lábios. Ela salvou meu número num celular antigo, tomou mais um gole da cerveja e saiu pulando. Senti vontade de pedir pra ela ficar – ou ir – comigo.

Entro no quarto espalhando areia e pego o celular.

Se esse não for o Beijo-do-Trio-19, desculpe o inconveniente e não esqueça de dar boas risadas da minha cara. Se for: desculpa o nick-chat-uol.

Tá desculpada.

Você fica até que dia aqui na cidade? Até sempre, ué, moro aqui. E ainda não trocou o número de Curitiba? Fiquei sem graça e ri. Meu voo sai amanhã, às 8:20. Então, Luisa, eu tenho… Vinte e duas horas pra te ver sem precisar anunciar seu nome no aeroporto. Nem arrumei a mala ainda. Você tá ficando onde? Chego às 17h e ainda te ajudo a arrumar a mala.

Paixão s.f. 1. Movimento violento, impetuoso, do ser para o que ele deseja. 2. Atração muito viva que se sente por alguma coisa. 3. Objeto dessa afeição. 4. Arrebatamento, cólera.

Estava apaixonada. Envolvida por aquela estranha tão direta e decidida e sem medo de parecer sem noção. Apaixonada por um beijo, um sorriso e uma atitude. Não haveria solução pra mim?

17:30. Ela apareceu. Reclamações sobre o trânsito e sobre o calor e comentários sobre o recepcionista meio bisbilhoteiro. Cabelos presos pra trás de um jeito meio bagunçado, chinelo, short, camiseta folgada, unhas azuis e relógio amarelo. Ela queria parecer cotidiana, como se estivesse visitando uma amiga vizinha.

Ficamos na janela vendo o pôr-do-sol, tomando uns goles de cerveja, conversando sobre as festas, nossas cidades, nossas vidas. Como se não fosse tudo por terceiras intenções. Eu tentava não tremer, queria disfarçar o desejo, manter a conversa, não ser eu a afobada. Mas todo o Carnaval não me fez esquecer aquele beijo. Aquela boca me chamava e fazia meu corpo inteiro esquentar.

Interrompi o que ela falava, coloquei nossas cervejas na janela, segurei sua mão e me aproximei. Ficamos grudadas, respirando a respirações da outra, olhando nos olhos da outra até que eu a beijei. Não havia pressa, mas eu não conseguia disfarçar a intensidade daquilo. Ela me puxou pra mais perto e respondeu com força. Sugou minha língua, apertou minha bunda. Apertei seus peitos e a segurei pela nuca. Não havia nada a ser disfarçado.

Caí na poltrona e ela se sentou em cima de mim. Sempre intensa, sempre decidida. Ainda me beijando, abaixou a alça do meu vestido e acariciou meus peitos, depois apertou-os com vontade e foi beijando meu pescoço, minha barriga. Brincou com meus peitos e começou a beijá-los levemente, mordiscando os mamilos e chupou-os cada vez com mais vontade. Foi descendo as mãos e tirando meu vestido. Me lançou um sorriso gostoso quando percebeu que eu estava sem calcinha.

Safada.

Sim, eu também sabia o que estava fazendo. Deu beijos leves nas minhas coxas e na minha buceta e ficou de pé. Tirou o short, deixando a melhor parte pra mim.

Permaneci sentada, sua buceta na altura do meu rosto. Apertei sua bunda, dei uns tapas, que ela respondeu com risadas e a maior cara de safada que já vi.

Você gosta né cachorra?

Abaixei sua calcinha bem devagar. Imitei-a e beijei de leve sua buceta, ainda por baixo da camiseta, sem ver nada daquilo que me aguardava, olhando nos seus olhos. Passei as mãos nas suas coxas e subi pelas suas costas, tirando a camiseta. Uma frase que não me preocupei em ler abaixo do peito direito. Peitos pequenos, gostosos, marcas leves de biquíni. Brinquei com os mamilos, duros, e pedi que ela se sentasse no meu colo.

Meus peitos roçando nas costas dela, minhas mãos deslizando das suas pernas, fechadas, para o pescoço que, volta e meia, eu puxava para poder beijar sua boca. Ela, rebolando, esfregando a bunda em mim, começou um jogo de abrir as pernas aos poucos e fechar bruscamente. Eu estava ficando alucinada, respirando cada vez mais rápido, era só tesão e vontade. Abri suas pernas com força, ela me lançou um gemido e uma risada descarada. Apertei suas coxas e finalmente coloquei uma mão na sua buceta enquanto a outra brincava com os peitos.

Eu não sabia que era possível, mas fiquei mais excitada. Ela estava molhadíssima. E eu segurei minha vontade de chupar imediatamente cada gota, acumulando tesão. Alisei com calma aquela buceta, meus dedos lambuzados e ela parecia abrir as pernas cada vez mais, rebolando no meu colo, esfregando a bunda na minha buceta que ardia de tesão, eu mesma me sentia escorrendo. Enfiei os dois dedos e massageava seu clitóris. Ela rebolava num ritmo mais acelerado, ofegava, suava, gemia.

Me chupa, gostosa. Chupa minha buceta.

Ainda não estava na hora, queria prolongar o que eu tanto ansiava. Coloquei-a sentada de frente para mim, ela colou sua buceta na minha o máximo que pôde e me beijou alucinadamente. Chupava minha língua, puxava meu cabelo pela nuca. Eu enchia sua bunda de tapas, apertava seus peitos e seu pescoço. Rebolávamos no mesmo ritmo e sempre mais rápido e sempre mais molhadas. Eu podia sentir ela escorrendo em mim. Chupei seu pescoço e suguei sua boca.

Por favor, chupa minha buceta desse jeito. Por favor. Eu só quero gozar na sua boca.

Ela implorava e dessa vez não consegui mais resistir. Joguei-a na cama e tentei abocanhar aquela buceta toda de uma vez. Eu podia sentir o calor dela com o calor da minha boca. Beijei aqueles lábios intoxicada pelo cheiro forte de tesão puro, vivo. Chupava com força, com lábios e línguas, e minha saliva se misturava com ela e ela se contorcia e gemia e mandava eu não parar nunca de chupá-la.

Quando ela começou a gozar, enfiei meus dedos novamente e continuei chupando. Ela gozou em minha boca e em minhas mãos, me lambuzei enquanto ela tremia e se controlava pra não gritar. E eu fui diminuindo o ritmo. Colei meu corpo sobre o dela, ainda com os dedos alisando sua buceta e beijei-a bem de leve. Ela me puxou com força, enfiou sua língua em minha boca e seus dedos deslizaram na minha buceta.

Minha vez.

Não sei dizer o que mais fizemos naquelas horas.

O celular despertou às 5h da manhã seguinte.

Morena do Maresia, teremos outros carnavais.

Imagens: Pinterest e Girls love girls

Área especial sobre Orgasmo Feminino

Sabia que a gente tem uma área especial sobre Orgasmo Feminino com muitas dicas, técnicas, fotos e vídeos?

Veja uma prévia do que espera por você

Você ainda poderá participar do nosso grupo fechado no Facebook e tirar dúvidas com uma Sex Coach, além de falar sobre o assunto com outras mulheres!
Vamos nessa? 😉

Acessar o especial Orgasmo Sozinha
@ load more