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Era uma noite chuvosa. Tomava um vinho, enquanto olhava pela janela o movimento de entrada e saída dos carros no meu prédio. Eu esperava por ela. Não sabia como seria, o que falaria. Havia pensado várias coisas pra falar, desde o que sentia ao que já não sentia. Era angustiante aquele vazio no peito. Pesava e me sufocava a existência. Ficava sem ar. O vinho me ajudava a não enlouquecer, o vaivém de carros se assemelhava a minha mente com pensamentos indo e vindo.

Interfone toca. Porteiro pergunta se pode liberá-la. Digo que sim. Quero chorar, mas não consigo. Preciso chorar, mas não consigo.

A campainha toca. Vou atender, deixo a taça na bancada no caminho ao destino. Sinto seu cheiro antes mesmo de abrir a porta. Abri. Era ela.

Semblante meio triste, mas confiante. Como assassina profissional que mata a sangue frio, era ela vindo se despedir. Já sentiu, hoje não sente mais. Era preciso. Nós precisávamos.

Seu perfume tomou conta de mim, da minha sala. Seu batom claro repousava naqueles lábios rosinhas e macios. Rosto angelical, olhar penetrante. Um vestido negro de apenas uma alça, indo até um palmo acima dos joelhos; colava em seu corpo, desenhando-o. Cabelos soltos, brincos discretos e prateados. Saltos vermelhos e laços que a deixava na minha altura. Entrou rasante no apartamento.

Fechei a porta, ainda de costas pra ela. Virei-me.

Ela havia solto a bolsa na bancada, ao lado de minha taça.

Olhou-me, aproximou-se sem falar uma palavra. Chegou perto e uma lágrima começava a beirar em seu olhar. Envolveu minha cabeça em seus braços e a repousei confortavelmente em seu ombro. Queria chorar, precisava… Mas não conseguia.

Envolvi seu corpo com um forte abraço, meu corpo a protegia pela última vez. Excitei-me e meu pau já a pressionava. Precisava senti-la uma última vez.

De modo abrupto afastei seu corpo e comecei a beijá-la! Era beijo de um faminto de conexão, de calor humano. Era intenso, era molhado, era verdadeiro… Era o último.

Minha mão se perdia em seus cabelos, pegando firmemente sua nuca, enquanto a outra pressionava a sua cintura contra meu corpo, contra meu desejo ereto em forma de músculo.

Subi o seu vestido enquanto ela ia subindo minha camisa. Deixei-a apenas de salto e calcinha, como era sexy aquele pedacinho de tecido preto rendado, como era uma ninfa que me despertava a luxúria. E eu apenas de calça.

Ela pulou em mim e rapidamente me envolveu em suas pernas, enquanto a segurava firme em sua bunda. Joguei-a contra a parede e parecia que eu iria explodir de tesão. Suas unhas me arranhavam e me puniam por minha descrença, por meus medos, por minhas inseguranças.

Já não aguentava, precisava penetrá-la urgentemente, precisava foder aquela ninfa com força.

Cruzando a sala, joguei-a no sofá e arranquei a sua calcinha. Ela estava molhada, estava louca. A sanidade já não se fazia presente em nosso meio.

Ela sentou-se e foi logo baixando minha calça, minha cueca. Com uma mão segurou e pressionou forte meu cacete, enquanto a outra afundava suas unhas em minha bunda.

Segurei em seus cabelos e ela o engoliu.

Envolveu meu pau com sua boca angelical, divina. Sentia-me o próprio demônio fodendo os anjos do paraíso.

Ela ia e vinha no ritmo certo, com a pressão perfeita. Meu pau se lambuzava e as veias saltavam com a pressão do sangue que as percorria.

Puxei seus cabelos e tirei meu pau de sua boca, virei-a de quatro com força, apoiei suas mãos na cabeceira do sofá. Abri suas pernas, molhei meus dedos na boca e passei em sua bucetinha. Desnecessário, aquele fruto proibido já escorria seu suco.

Comecei a pôr meu pau devagarzinho, sentindo cada centímetro de seu corpo, de seu calor, de sua umidade. Suas pernas quiseram falhar, mas a sustentei em meus braços. Afundei meu pau nela. E comecei a estocar com força, com raiva, com desejo. Era intenso, era selvagem. Eu a batia com palmadas fortes em sua bunda e em suas pernas. Ela sustentava, pedia mais. Gemia de dor, gemia de prazer. Dei umas 15 bombadas e ela me insultava para não parar, precisava sentir mais, precisava ser punida. Precisávamos ser castigados.

Imagem: Unsplash 

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