Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

– Você sumiu. – Ouvi de um amigo enquanto eu estava arrumando o que havia sobrado da festa. Olho para ele de relance e simplesmente dou de ombros. Não tem muito o que dizer, não quero explicar sobre ter 18 anos e ter saído para dar beijos em um garoto de 16 anos.

Tudo o que eu consigo fazer mentalmente é agradecer pela legislação brasileira não prender qualquer adulto que se envolva com um menor de idade, que seja maior de 14 anos.

– Foi impressão sua. – Respondo enquanto pego a lixeira com as garrafas de bebida que acabaram e tinham que ser descartadas para a reciclagem.

– Foi muito boa a festa, parabéns. – Lucas comenta por fim me dando um abraço de lado. Ele está varrendo o chão junto com a moça da limpeza.

– Obrigada, eu tentei fazer meu melhor.

***

“Sua boca é uma delícia”, aquela era uma mensagem de Alex na tarde seguinte, “Não consigo parar de pensar em como eu quero que você me beije mais.”

“Vem aqui em casa.”, respondo imediatamente. Ele sabe exatamente onde conseguir o que ele quer.

“Me passa seu endereço para eu chamar o Uber”,  não posso negar que meu coração acelera todas as vezes que ele está para chegar. Sinto um sentimento forte de adrenalina tomar conta de todo meu corpo. Parece que eu estou ligada numa tomada de 220 volts.

Passo o endereço e me sento no sofá.

Ligo a TV e seleciono o Netflix, zapeio pelas opções de filmes e séries, mas não consigo me interessar em nada. Vou até a cozinha e pego um copo de água, bebo com pouca vontade, mas minha boca está seca e precisando desesperadamente de água.

Meu corpo está todo estremecido com a possibilidade de vê-lo, principalmente depois da noite de ontem.

Meu celular vibrou em mais uma mensagem “O Uber chegou, já estou a caminho”.

O coração acelerou ainda mais no peito e fui obrigada a beber mais um copo de água.

Ainda não havíamos tido uma conversa séria sobre o que estava acontecendo e isso me preocupava bastante, tudo o que eu queria era subitamente sair correndo daquela situação, mas eu estava tão viciada nele e nos toques dele que eu sentia que não havia muito para onde correr.

Eu estava completamente viciada em como ele me fazia sentir, era hora de assumir isso.

Respirei fundo.

Olhei o celular, minhas redes sociais, numa tentativa idiota de fazer passar o tempo. Minha vontade real era de tomar um Rivotril para acalmar meu peito e me relaxar.

Fiquei inquieta, me levantei e fiquei andando de um lado para o outro dentro de casa, esperando a hora que meu interfone chegasse.

Minha cabeça estava a mil por hora.

As vezes tudo o que eu mais queria era não ter sido tola de ter prestado a atenção naquele garoto colegial.

O interfone toca. Corro para liberar a entrada e em poucos minutos Alex está parado na minha frente.

O puxo pelo braço e ele entra na minha casa direto em direção aos meus lábios. Ele não questiona, nem protesta, ele gosta daquilo, gosta de estar comigo e gosta de que quando isso acontece, ser todo e somente meu.

Do lado de fora a chuva cai, ouvimos os pingos e o barulho pelas janelas de vidro.

Nem questiono, o carrego diretamente para meu quarto, sem falar nada.

Ele se senta na borda da minha cama, e fecha os olhos enquanto eu sento por cima dele. Sinto que ele está excitado, eu também estou e quero senti-lo por completo naquele momento. Não penso nem duas vezes enquanto tiro sua camisa e começo a arranhar seu peito.

Seu corpo inteiro vai reagindo aos meus toques e isso vai me atingindo em cheio, vou ficando cada vez mais inspirada.

virgindade - 1

– Cami, tem algo que eu quero te contar. – Ele diz entre um beijo que dou nele. Nossos lábios estão se arrastando e estou sentindo seu corpo tocar no meu.

– Fala. – Estou ofegando e ele também está, sinto a respiração dele tocar meu rosto e isso me enlouquece.

– Eu nunca… Com ninguém. – Aquelas palavras funcionam como um gatilho para mim, me pego sem nem pensar duas vezes naquela situação. Apenas me jogo naquela situação, meu corpo inteiro se umedece com aquela frase.

– Não tem problema nenhum, eu te ensino tudo o que você precisa saber. O corpo de Alex era magro, liso e extremamente macio. Faziam décadas que eu não sentia como era um corpo como aquele.

Deitei-o na cama e sem dizer nada fui beijando além de sua boca. Distribuí toques com a boca pelas: bochechas, orelhas, nuca, ombros e pelo peitoral dele. Cada toque, cada carícia, cada beijo e chupão rendia um gemido e uma pequena contorção da parte de Alex.

Ele estava ali, parado, inerte, apenas esperando qual seria meu próximo passo, meu próximo show. Passei minhas mãos pelo cós da calça dele, esperando ver alguma reação, foi quando percebi que ele estava endurecido. Seu corpo jovem estava endurecido só para mim. Com tantas mulheres mais jovens e mais bonitas lá fora, dentro daquele quarto seu corpo juvenil era somente meu. Que privilégio!

– Tira minha calça, por favor. – Ele disse enquanto eu me ajoelhava na frente dele tirava minha camiseta e sutiã. A expressão de seu rosto ao ver meus seios foi impagável! Ele parecia extremamente apaixonado pelo que via. Era a primeira vez que via peitos pessoalmente, provável.

– Vou tirar agorinha mesmo. – Digo enquanto me aproximo de seu cós, distribuindo beijinhos enquanto vou lentamente afastando a calça. Quando vejo que ele está sendo o bastante e que Alex se contorce demais, simplesmente abro o botão e deixo que ele, com seu afobamento, retire a calça e a cueca.

Seu membro está tenro e duro a minha frente, é grande para a maioria dos meninos de sua idade e ele não aguenta e acaba se tocando para mim enquanto, dessa vez eu, tiro minha calça e minha calcinha. Essa é a vez em que ele me deita na cama.

Ele foca os beijos pelo pescoço e orelhas, onde acredito que ele tenha gostado mais, depois beija meus ombros e corre cheio de curiosidade para meus seios. Onde lambe as mamas e suga o bico. Enquanto ele o faz, mantém seus olhos presos em mim, para saber se está indo bem ou não.

Meus gemidos são resposta e combustível, é tudo o que ele precisa para se sentir motivado e continuar a fazer o que estava antes. Agarro seus cabelos e ele para a carícia para me beijar, me beija com vontade, mas percebo também que ele treme de ansiedade.

Sei o quanto é crueldade com ele manter o jogo que estamos fazendo, e por isso, percebo que está na hora de retribuir. Com minhas mãos corro em direção ao seu pau e começo a acariciá-lo de cima para baixo, lentamente enquanto ele me beija.

Não demora muito para que ele encoste sua cabeça no meu ombro e comece a ofegar baixo, segurando suas mãos em meus ombros e arranhando. Nessa hora consigo ouvir seu sussurro baixinho: “Ah… Camila…”

Dou um sorriso de satisfação. Isso é melhor do que eu imaginava, não posso negar. Aquele garoto, que um dia estava na frente da escola, agora estava ali, em minhas mãos e pertencendo somente a mim.

Faço com que ele se sente, sinto que ele ainda está nervoso, mas não faço nada, apenas quero saciar meu desejo.

Quando ele se acomoda, ainda com seu membro em mãos, começo a colocar minha boca nele. Primeiro, sugo devagar o topo, para então enterrar minha cabeça por toda a extensão. Quando o faço, ele geme alto e agarra meus cabelos, começando a guiar meus movimentos.

Suas carícias são leves, enquanto as minhas são intensas. Sugo, lambo, chupo e nas pausas ainda acaricio com as mãos. Alex está extasiado, mas ainda não quero parar. Estou com muita excitação dentro de mim.

Me levanto, ainda deixando ele sentado sem entender nada sobre a cama, vou até o criado mudo, pego uma camisinha e coloco em seu pênis. Alex ainda está parado sem entender nada, levemente desacreditando naquela situação. Ele está nervoso e mal consegue acreditar que finalmente está transando pela primeira vez.

Acaricio levemente seu rosto, numa tentativa de acalmá-lo, mas claramente em vão. Ele dá um sorriso meio bobo enquanto vou lentamente deitando-o na cama e subo em cima de seu pênis.

Deixo para receber o sexo oral no final, quando poderei ensiná-lo com toda a calma que aquela carícia merece.

Monto em seu corpo e encaixo-o dentro do meu. Solto um gemido ao sentir toda sua extensão adentrar a minha. Ele sorri e então eu começo a rebolar. Ele, com a ansiedade típica da juventude, se levanta  e coloca as mãos em minha cintura. Faço um movimento para que ele volte a deitar e volto a me movimentar.

Ele se contenta em apenas pegar na minha bunda.

Nossos sons se unem enquanto eu me movimento com ele dentro de mim, não tenho o que reclamar, está uma delicia. Sei que ele também não vai durar muito, mas é normal por conta da idade.

– Podemos mudar de posição? – Aceno positivamente e saio de dentro dele. – Fica de quatro pra mim?

Dou um sorriso safado enquanto me deito na cama e viro minha bunda em direção a ele. Vejo que um sorriso se forma em seu rosto juvenil e isso me excita. Alex entra dentro de mim com facilidade, o que é um alívio e logo começa a se movimentar rapidamente dentro de mim.

Fecho meus olhos e empino ainda mais meu corpo para ele, seus movimentos são rápidos, concisos e fortes.

Não tem como negar, é sua primeira vez, mas ele é bom nisso, bom demais.

– Camila… Cami… Ca… – Ele me chama três vezes e por fim, percebo que ele chegou ao seu ápice e eu chego junto com ele.

Alex se deita na cama e eu sorrio.

– Bobinho, ainda não acabou… – Ele dá um sorriso cansado.

– Estou morto, o que falta? – Ele limpa com as costas da mão um pouco de sor da testa, sua voz está ofegante.

– Minha oral.

– Isso pode ficar pra aula dois?

Imagem: Stocksnap

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