Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Entro no carro, coloco a bolsa no banco de trás e tiro a calcinha. Em um único movimento, enquanto Ricardo fica me olhando sem entender o que estava acontecendo. Pego a mão dele, que estava na marcha e a coloco por baixo da minha saia.

– Sinta como eu já estou melada.

– O que está acontecendo, Lari?

– Quero que você sinta o mesmo tesão que eu estou sentindo nesse momento.

Ele massageia meu clitóris de forma lenta, ainda sem entender direito o motivo de tanto tesão.

Eu pego no seu pau, por cima da bermuda e começo a apertar para que ele fique duro. Ele aumenta a velocidade dos dedos na minha boceta e eu sinto o inchaço daquele pau enorme. Abro o zíper e vejo que ele está de cueca preta, coloco ele para fora e me viro para chupar. A mão, que estava na minha boceta, sai e vai direto para minha cabeça, fazendo pressão para que eu o chupasse mais.

– Não vai ligar esse caro?

– Mas…

– Não precisa falar nada, só vai.

Ele começa a dirigir e eu não paro de chupar. Desde a cabeça até o talo, vou de uma vez. Sinto que ele vai ficando cada vez mais inchado e começa a latejar na minha boca. Quando paramos em um sinal, eu fico de quatro no banco e ignoro minha bunda pra cima em direção a janela.

Está esperando o que para colocar sua mão na minha boceta?

Ele coloca minha calcinha de renda branca de lado e totalmente sem jeito chega novamente nela, que está muito molhada e quente. O carro já implorava para que ele passasse a marcha, mas ele estava muito empolgado e não deu a mínima. O pau dele já estava clamando para gozar, mas eu não queria que ele chegasse lá agora. Minha boca estava toda lambuzada de pau, eu chupava, sugava e fazia tudo que ele gosta.

– É assim que você gosta né? Bem babado, deixando tudo lambuzado.

– Se você continuar eu vou gozar.

Sabia que ele estava prestes a jorrar porra na minha boca e me deixar toda melada. Ele sabe o quanto eu gosto da porra dele. Ele sabe que eu adoro uma aventura. Quando estávamos saindo do túnel, eu dei um grito.

– Vira agora a direita.

– Onde vamos? O que é isso?

Eu não o respondi. Ele virou e o dedo dele já estava chegando no meu cu. Ele sempre quis comer meu cuzinho, mas eu estava esperando essa ocasião para liberar a cereja do bolo. Meu tesão já estava lá em cima e eu sentaria sem lubrificante no pau grosso dele.

– Entra nesse motel que tem a seguir.

– Motel? Porque não vamos para casa?

– Você quer meu cuzinho ou não?

Ele entrou. Chegando na cabine para falar com a recepcionista, coloquei meu blazer por cima do pau, que ainda estava de fora. A moça disse que todos os quartos estavam ocupados, mas que nós poderíamos aguardar porque não iria demorar. Ele subiu o vidro e eu continuei. Chupava tanto que fazia aquele barulho super excitante.

Ele segurava minha nuca de forma firme e eu ia até o final.

Masturbava e chupava ao mesmo tempo. Ora devagar, ora mais rápido. Ele começou a bufar e eu não conseguia parar. Com certeza a recepcionista estava vendo o que estava acontecendo, mas eu só queria sentir o jato de porra na minha garganta. Ele gozou. Gozou como nunca tinha gozado. Preencheu minha boca toda e ainda escorria porra pelo seu pau. Eu engoli tudo e passei a língua para me certificar de que estava todo limpinho. Assim que eu levantei a cabeça, a moça autorizou nossa entrada. Quarto 107.

– Será que você está pronto para o prato principal? Isso só foi o aperitivo!

– Meu pau já está duro de novo só de imaginar o que você vai me dar…

Imagem: Reprodução / Instagram

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