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(Conheça a história: Parte 1Parte 2)

O DIA EM QUE EU APRENDI QUE SEXO ANAL É UMA DELÍCIA

Quinta-feira. O alarme tocou às seis, mas eu já estava acordada – não conseguia parar de pensar na noite anterior. Levantei da cama com as pernas ainda bambas – e a boceta deliciosamente assada – e fui para o banho. O dia de hoje tinha que ser tão bom quanto os últimos dois. Foder todo dia acostuma.

A primeira mensagem chegou pouco antes do meio dia. Eu ainda estava em casa, tinha acabado de chegar da escola e estava me preparando para ir trabalhar quando senti o telefone vibrar: “Bom dia, gostosa! Tudo bem? Espero que tenha tido uma boa noite. Estou com saudades. Quero te ver de novo.”. Ele estava com saudades. Queria me ver – ou melhor, me comer – de novo.

Eu respondi à mensagem de maneira educada, perguntando se ele estava bem e dizendo que também estava com saudades. Nada demais. Até que a mensagem seguinte me surpreendeu: “Então… estou em horário de almoço, só volto a trabalhar às 14:00. Será que você não gostaria de uma carona para o trabalho?”. É claro que eu queria uma carona para o trabalho.

Coincidentemente, meu horário de chegar ao trabalho era o mesmo que o dele. Respondi: “Sim, claro. Estarei na esquina de casa em 20 minutos”. Terminei de me arrumar, peguei minha bolsa e desci a rua. Incrivelmente, ele já estava à minha espera quando eu cheguei. Entrei rapidamente no carro, cumprimentei-o com um beijo e fomos conversando sobre os mais variados assuntos enquanto não chegávamos à tal rua que fazíamos de motel.

Pouco mais de dez minutos depois, ele estacionou o carro. Estava com cara de tarado. Eu estava com “a cara de puta mais gostosa do mundo”, segundo ele. Como nós dois sabíamos bem o que queríamos, não havia necessidade de perder tempo fazendo charminho. Dei logo um sorrisinho maldoso e ele veio com tudo para cima de mim. Me beijou com vontade, com pegada. Eu suspirava e arranhava suas costas.

contos de uma aprendiz 1

Devagar e ainda me beijando, ele tirou minha blusa. Depois, meu sutiã. Com as mãos nos meus peitos, disse: “Tira a calça pra mim, tira?”, e eu, claro, tirei na mesma hora. Antes que ele dissesse qualquer coisa, tirei também sua camisa e sua calça. Eu fiquei só de calcinha. Ele, só de cueca. Minha calcinha já estava molhada, só com o beijo que ele tinha me dado. Ele, percebendo, começou a passar o dedo nela, por fora, pra me provocar.

Eu gemia gostoso, baixinho no ouvido dele. Até que ele começou a beijar meu pescoço, lamber a ponta da minha orelha, me dar umas mordidinhas de leve e beijar minha boca. Tudo devagar, sem pressa e sem tirar a mão da minha calcinha. Estava uma delícia toda aquela provocação, até que ele sugeriu que fôssemos para o banco de trás.

Já no banco de trás, ele tirou minha calcinha e me deitou (leia mais aqui). Se encaixando entre minhas pernas, continuou a me beijar e morder. Primeiro, no pescoço e na orelha. Depois, começou a descer. Chegou até meu peito e começou a chupar um deles, enquanto usava um dedo para brincar com o outro. Enquanto fazia isso, começou a pressionar seu pau contra minha boceta (estando ambos ainda cobertos).

Que delícia aquilo estava! Eu gemia, suspirava. Ele também suspirava, sem parar de chupar meus peitos. Eu estava desesperada para começar a trepar de verdade, mas estava amando aquelas preliminares mais elaboradas. Não estávamos com a menor pressa – tínhamos mais tempo que o de costume. Fechei os olhos e continuei curtindo a brincadeira, sem parar de gemer.

Depois de um tempo brincando com meus peitos, ele começou a descer pela minha barriga, mordendo, lambendo e beijando. Eu passei uma mão pelo pescoço dele e comecei a arranhar bem de leve. Senti que ele se arrepiou. Depois de arrepiar meu corpo inteiro com as lambidinhas que me deu na barriga, ele foi descendo. Passou a cara na minha boceta com vontade, ainda por cima da calcinha.

Beijou e lambeu minha virilha, fazendo com que eu me contorcesse. Até que, finalmente, arrastou minha calcinha para o lado e passou a língua no meu grelinho. Eu gemi. Ele me olhou e lambeu os beiços, com cara de safado. Eu dei o sorriso mais maldoso que consegui. Ele continuou a lamber meu grelinho, mas depois de alguns instantes dando lambidinhas leves enquanto segurava minha calcinha, ele decidiu tirá-la.

contos de uma aprendiz 2

Calmamente, colocou-a no banco da frente e enfiou a cara na minha boceta com uma certa pressão, mas num ritmo lento. Eu gemia gostoso e rebolava na cara dele. Pouco tempo depois, percebi que ele estava suspirando enquanto me chupava. Que delícia! Perceber que ele sentia prazer em me dar prazer foi uma sensação incrível.

Eu gemia, rebolava, segurava o cabelo dele. Até que tive uma idéia; aquela chupada estava deliciosa, mas eu queria muito chupá-lo também. Então, entre suspiros e gemidos, sussurrei : “Ei… você não quer fazer um 69?” – e ele, sorrindo, concordou com a cabeça. Eu me levantei para que ele se deitasse. Depois, com ele já deitado, sentei com as pernas bem abertas e encaixei minha boceta em sua boca. Então, abaixei sua cueca e comecei a chupar. Comecei devagar, chupando só a cabecinha.

Aos poucos, fui aumentando o ritmo, mas sem exagerar. Fui colocando o aos poucos, até que seu pau estivesse inteirinho na minha boca. Enquanto isso, ele me chupava gostoso, sugava meu grelinho pra dentro da boca e passava a língua nele com muita destreza (leia mais aqui). Aquilo estava delicioso! A ideia era manter o ritmo – pra que mudar algo que já estava bom? – mas ele teve a brilhante idéia de enfiar dois dedinhos na minha boceta enquanto chupava meu grelinho.

Aquilo me deixou louca – o que já estava bom tinha acabado de ficar perfeito. Eu gritava de prazer, mas o pau dele na minha boca abafava meus gritos. Ele batia na minha bunda, me chupava com gosto, e eu respondia chupando o pau dele com muita vontade. Estava gostoso demais! Ele continuou me chupando, até que percebi que estava prestes a gozar. Como queria que ele gozasse junto comigo, comecei a usar as mãos ao invés da boca.

Tocava seu pau com ritmo, enquanto mantinha a cabecinha na minha língua. Em reposta, ele gemia e enfiava os dedos em mim com mais vontade. Depois de poucos minutos naquele ritmo, ele anunciou que ia gozar. Segundos depois, gozou na minha boca. Mesmo sem forças, continuou a mexer os dedos e a língua bem gostoso na minha boceta, e não parou até eu gozar também. E, instantes depois, foi exatamente isso que aconteceu.

conto de uma aprendiz 3

Ficamos por vários minutos ali, parados, calados e exaustos. Foi simplesmente incrível! Um tempo depois, saí de cima dele e me sentei no banco. Ele também se levantou, sentou do meu lado e passou o braço pelo meu ombro. Ficamos ali, abraçados e calados. Preocupado com o horário de chegar no trabalho, ele olhou no relógio. Ainda tínhamos 50 minutos. Ao ver que ainda tínhamos tempo, nos permitimos alguns minutos de conversa.

Ele passou a mão no meu cabelo de forma carinhosa e começou a me fazer algumas perguntas sobre coisas como o trabalho e os estudos. Eu respondi e fiz algumas perguntas, também. Depois de cerca de 15 minutos conversando como amigos, eu resolvi tomar a atitude e ir para cima dele. Lentamente, levantei do banco e me sentei no colo dele, de frente. Estávamos nus e minha boceta – ainda molhadinha – fez o pau dele endurecer instantaneamente.

Mesmo sentindo que o pau dele estava duro, não fiz nada além de beijá-lo na boca, no pescoço e na orelha. Queria provocá-lo bastante antes de qualquer coisa; colocar em prática tudo o que ele havia me ensinado na noite anterior. Depois de um tempo trocando provocações, comecei a rebolar. Ele encaixou as duas mãos na minha bunda e me ajudava a me movimentar. Estava muito gostoso! Nós dois suspirávamos.

Ele arranhava minhas costas e eu passava a unha pelo pescoço dele, causando arrepios.  Depois de um tempo nessa brincadeira, eu estava a ponto de enlouquecer de tanto tesão.  Então, levantei do colo dele sem dizer uma palavra e comecei a chupar seu pau. Ele me olhava com cara de quem estava louco de tesão – e também parecia orgulhoso por ver que eu tinha aprendido a lição: “nunca sente antes de chupar”.

Chupei ele todinho, deixei bem molhado. Então, levantei e encaixei minha boceta na cabecinha dele. Comecei com movimentos lentos, e fui descendo devagar. Não demorou até que aquele pau gostoso estivesse inteirinho dentro de mim.  Eu rebolava e gemia. Ele suspirava e me arranhava.

Depois de alguns minutos fodendo gostoso daquele jeito, ele encaixou as mãos na minha bunda e começou a me ajudar a quicar. Assim, o ritmo acelerou. Eu quicava rápido, com força – gemia, gritava, falava palavrões e dizia para ele não parar. Em resposta, ele me dava tapa na cara, puxão de cabelo e me chamava de puta. Nenhum de nós dois estava preocupado com as pessoas que podiam estar passando – elas que ouvissem como é uma foda de verdade!

Depois de um tempo fodendo naquela posição, ele me mandou ficar de quatro. Rapidamente, eu fiquei e empinei bastante a bunda. Ele me deu um tapa gostoso. Eu olhei para trás, com cara de quem tinha gostado. Ele deu um sorriso malicioso e me deu outro tapa. Antes de meter, passou a língua no meu grelinho, de leve. Só então, começou a me comer. Enfiou o pau de uma vez.

Eu estava bem molhada, o pau dele escorregava. Ele me fodia com força, me dava tapas fortes na bunda, puxava meu cabelo e não economizava nos palavrões. Eu forçava meu corpo contra o dele, gemia, gritava. Estava maravilhoso! Finalmente, depois de um bom tempo, ele anunciou que ia gozar. Eu perguntei onde ele queria gozar e ele sussurrou: “Na sua boca!”. Na mesma hora, eu disse pra ele sentar e comecei a chupar.

Dessa vez, não comecei devagar; já comecei num ritmo frenético, chupando com gosto. Ele suspirava, puxava meu cabelo e sorria, com cara de tarado. Minutos depois, ele gozou. Encheu minha boca de porra. E eu, claro, engoli tudo bem rapidinho. Muito cansados, sentamos no banco, encostados um no outro. Depois de alguns instantes de silêncio, ele me perguntou a hora. 13:45. Hora de ir embora. Já no banco da frente, nos vestimos rapidamente.

Em instantes, já estávamos a caminho do meu trabalho. “Te busco às 20:00?” – disse ele ao chegarmos na porta do prédio onde eu trabalhava. Ficando feliz em saber que ainda ia ter mais, respondi que sim. “Ótimo. Tenho uma surpresa pra você.” – ele disse. Antes que eu tivesse tempo de perguntar sobre a tal surpresa, ele me mandou um beijo e saiu com o carro.

Quase morri de curiosidade, pensando no que poderia ser – vindo daquele homem, poderia ser qualquer coisa. A única certeza que eu tinha é que, o que quer que fosse, seria muito bom! Cheguei no trabalho pontualmente às 14:00. Ao entrar no prédio, uma das recepcionistas fez um comentário, no mínimo, interessante: “Você tem estado tão bonita! O que é que está fazendo, hein?”. “Sendo bem comida.”, eu quis responder.

Em vez disso, fiquei com o bom e velho: “Obrigada, são seus olhos!”. Extasiada, arranhada, assada e feliz, fui trabalhar – morrendo de ansiedade e torcendo para que a hora passasse bem rápido.

Imagem: Pinterest

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