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O DIA EM QUE EU APRENDI QUE SEXO ANAL É UMA DELÍCIA…

Leia a parte 3.1 aqui.

Ao contrário dos outros dias, não trocamos mensagens ao longo da tarde. Pontualmente às 20:00, ele já me esperava na frente do prédio. Fui em direção ao carro e entrei. Ele me esperava de braços abertos – me abraçou, me beijou e perguntou como tinha sido a minha tarde. Eu respondi e devolvi a pergunta. E assim mantivemos um diálogo amigável até chegarmos à famosa rua onde ficávamos.

Chegando lá, ele se transformou. Já me deu uma pegada bem forte e um beijo cheio de tesão. Num movimento rápido, tirou minha blusa. Com a mesma rapidez, tirou meu sutiã. Começou a chupar meus peitos enquanto abaixava minha calça, já com a calcinha junto. Em questão de minutos, eu já estava completamente nua. Ele me beijava com tesão, me arranhava, me mordia. Eu tirei sua camisa e ele tirou a calça, já com a cueca. Estávamos nus e cheios de tesão.

Ele me segurou pelos cabelos e me jogou para o banco de trás. Antes que eu pudesse me mexer, ele enfiou a cara na minha boceta. Eu estava de joelhos no banco. Empinei bem a bunda e deixei-o brincar. Aquela chupada estava deliciosa! Ele movia a língua em várias direções. Quando eu menos esperava, começou a lamber meu cu. Eu estava ficando louca com aquilo! Queria chupá-lo também, mas estava tão gostoso que eu simplesmente não tinha coragem de sugerir qualquer mudança.

Depois de um certo tempo só usando a língua, ele decidiu enfiar dois dedinhos dentro de mim. Tudo me levava a crer que ele queria me fazer gozar. Eu gemia e rebolava. Ele mantinha o ritmo. Minutos depois, intensifiquei os gritos. Ele, percebendo que eu ia gozar, intensificou a chupada. Em questão de segundos, comecei a sentir as pernas bambas, os músculos se contraindo e uma explosão de prazer. Gozei gostoso na boquinha dele. Sem entender exatamente o porquê de ele ter me feito gozar tão rápido – mas sem me importar nem um pouco com isso –, sentei do lado dele. Ele me olhou com cara de satisfação. Eu olhei para ele com cara de satisfeita.

Ele me deu alguns poucos minutos para me recompor. Passado esse tempo, começou a tocar seu pau olhando para mim. “Cai de boca, vem!” – ele disse. E eu, claro, obedeci. Sem fazer idéia de que estava me preparando para o primeiro anal da minha vida. Eu chupava com gosto, enfiava aquele pau todinho na boca, enquanto massageava as bolas. Ele suspirava de prazer. Quando eu menos esperava, ele puxou meu cabelo, fazendo com que eu me levantasse.

Nesse momento, ele olhou para mim e perguntou: “Você quer experimentar algo novo hoje?”. Sem entender, perguntei: “Do que você está falando?”. Ele, com cara de quem tinha certeza de que eu ia topar, explicou: “Sexo anal, gostosa. Você quer me dar o cu hoje?”. Eu dei um sorriso de fascínio e pavor – tudo misturado. Já tinha ouvido algumas histórias nada legais sobre sexo anal e não tinha certeza se queria tentar. Sem responder, fiquei olhando para o nada, como se estivesse pesando os prós e contras. Ele, percebendo minha insegurança, disse: “Fica tranquila e confia em mim. Se eu só te dei prazer todas as vezes que ficamos, por que é que hoje seria diferente? Você acabou de gozar, está bem relaxada. Vai ser gostoso!”.  Ouvindo isso, eu sorri – entendendo, finalmente, o motivo pelo qual ele me fez gozar logo de cara – e disse: “Eu topo!”.

Eu não tinha motivo algum para não confiar no homem que, até então, só tinha me dado prazer. Então, ele começou a comandar. Disse para eu ficar de quatro no banco. Então, começou a lamber meu rabinho, enquanto enfiava um dedo na minha boceta. Eu gemia de prazer. Depois de alguns minutos nesse movimento, tirou o dedo da minha boceta e começou a enfiá-lo no meu cu, bem devagar.

No início, a sensação foi bem diferente; não era um diferente ruim, era apenas diferente. Eu fiquei parada, deixei que ele continuasse. Até que, depois de poucos instantes, o que estava diferente passou a ser gostoso. Eu comecei a suspirar baixinho. Ele, ouvindo, começou a passar uma das mãos pela minha bunda, enquanto enfiava o dedo devagar. Depois de um certo tempo naquela brincadeira, chegou a hora da coisa ficar séria. Ele tirou o dedo de dentro de mim bem devagar e sentou no banco. Comigo ainda de quatro, ele lambeu meu cu mais uma vez, para que ficasse bem molhado.

O banco de trás do carro dele era bem espaçoso. Ele me pediu para deitar de lado e ficar bem relaxada. Então, ele deitou atrás de mim e encaixou o pau na entradinha do meu rabinho. Antes de meter, começou a beijar minha nuca e passar a língua bem de leve pela minha orelha. Eu suspirava de prazer – estava louca de tesão. Quando ele percebeu que eu já estava bem relaxada, começou a enfiar. Bem devagar, ele ia empurrando o pau para dentro de mim. Logo de cara, a sensação foi um pouco estranha. Mas instantes depois, à medida do que eu ia relaxando, a estranheza foi dando lugar ao prazer.

Enquanto ele metia devagar no meu rabo, ele me disse para eu usar uma das mãos para brincar com meu grelinho. E assim eu fiz. Nessa hora, o prazer se completou. Ele enfiava o pau devagar, enquanto suspirava no meu ouvido, me enlouquecendo de tesão. Eu suspirava. Por mais incrível que isso parecesse, estava muito gostoso. Ele estava fazendo tudo com muita calma, respeitando meu tempo e os limites do meu corpo. Estava sendo perfeito. Pouco tempo depois, eu comecei a rebolar devagar. Ele soltou um gemido delicioso ao ver que eu já estava me sentindo segura o suficiente para fazer isso. Então, aumentou o ritmo (sem exagerar).

A esse ponto, os suspiros já davam lugar a gemidos intensos. Aquilo estava muito, mas muito gostoso! Eu percebi que, quanto mais à vontade eu ficava, mais prazer eu sentia. Ele suspirava no meu ouvido, me chamava de gostosa, dizia que só uma puta de verdade sentia tanto prazer em dar o cu. “Mas é isso mesmo que eu sou!” – eu pensava, sem dizer uma só palavra. Eu rebolava, gemia, brincava com meu grelinho. Enfiei um dedo na boceta e dei para ele lamber. Ele sussurrou: “Seu gosto é doce!” – e continuou metendo.

Depois de um bom tempo dessa foda maravilhosa, ele anunciou que ia gozar. Disse que queria gozar dentro do meu cu. Sem dizer uma só palavra, eu comecei a rebolar um pouco mais rápido. Isso o fez gemer. Ele segurava meu cabelo enquanto se movia com muita destreza. Não demorou até que gozasse dentro de mim. Depois de gozar, ele saiu de trás de mim e se sentou do meu lado. Logo em seguida, eu fiz o mesmo. Ele me abraçou e – pela primeira vez – me perguntou se eu tinha gostado. “Olha bem para a minha cara de felicidade. O que você acha?”, eu respondi. Ele, sorrindo, me abraçou. Depois de alguns minutos de conversa, percebi que já estava em cima da hora de chegar em casa. Fomos para o banco da frente, nos vestimos e fomos embora.

Conversamos bastante no caminho até minha casa. Rimos, brincamos – tudo que bons amigos fazem. Chegando na esquina da minha casa, ele me abraçou. Depois do abraço, olhou para mim, sorriu e disse: “Eu estou gostando muito disso tudo. Espero que esteja sendo tão bom para você quanto está sendo para mim.”. “Você tem alguma dúvida?”, respondi com um sorriso. Ele negou com a cabeça, me deu um beijo e me abraçou de novo. Desci do carro com uma cara de alegria que seria impossível disfarçar.

Eu já sabia ser puta. Já sabia ser gostosa. Já sabia dar o cu. Fui andando para casa, me sentindo completamente assada. Mas eu não ligava para isso – pelo contrário, eu gostava. Agora, mais do que nunca, eu sabia que poderia ser a puta gostosa de qualquer um, porque saberia que faria isso direito – não só porque saberia dar prazer, mas, principalmente, porque sentiria prazer.

Imagem: Pinterest

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