Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Na verdade, a cor da sua calcinha para o Ano Novo nunca fará diferença quando conversamos sobre “metas, sonhos, realizações e por aí vai”.

calcinha para o ano novo

E olha que sou uma pessoa extremamente supersticiosa. O negócio é que, na medida em que envelheço, a lei de ação e reação faz mais sentido.

Daí você vem me falar: “Luíísa, se você tem A AÇÃO DE USAR UMA CALCINHA AMARELA no Ano Novo, a REAÇÃO vai ser o destino te dando DINHEIRO”. Miga, concordo com você. Mas se eu te contasse quantas vezes já fui jogar a Mega da Virada de calcinha de piu-piu, cê ficaria meia hora aqui me ajudando a contabilizar as paradas. E sabe qual foi o resultado? Eu aqui, com trocentos boletos de Papai Noel pra pagar.

Não é pra perder a fé, mas sim tirá-la do lugar comum

Escolher a cor da sua calcinha para o Ano Novo não é bobagem. É fé. É acreditar em algo muito maior e mais poderoso que todos nós. E olha que eu nem tô falando de Deus, religião, prece e o que mais se encaixar nesse quadro. Tô falando de você mesma.

Acontece que a gente se acostuma a delegar nosso destino aos acasos ao invés de fazê-lo funcionar a nosso favor, saca? Se for pra gente atrair alguma coisa, que seja a crença em nós mesmos e não na COISA em si. E aí, já que você, assim como eu, acredita em influências externas ridículas, como pensar na cor da calcinha para o Ano Novo, bora mudar o sentido disso. Eu quero muito mais que “atrair dinheiro e prosperidade”. Quero ser a autora desse processo. Quero crescer, aprimorar meus talentos, ter meu trabalho reconhecido, ser útil para a sociedade e ser recompensada por isso.

Não se trata só de usar um azul para trazer tranquilidade ao novo ano, mas sim SER e PRODUZIR essa tranquilidade

calcinha para o ano novo

Eu gostaria que minha calcinha me fizesse ser mais tolerante comigo mesma e com as pessoas. Quero desenvolver cada vez mais a minha capacidade de ter empatia e pensar com uma cabeça mais coletiva. Quero exercitar minha paciência, quero ser mais solidária e amiga. Só que não tem como uma peça íntima de algodão fazer isso tudo, né?

E outra: não adianta nada o destino jogar TUDO no nosso colo se a gente não souber o que fazer com todas essas graças.

O que adianta é a gente entender que somos plenamente CAPAZES de transformar todas essas vontades e desejos em realidade. Muito mais que uma SIMPATIA, UMA CALCINHA, UM ACASO, UMAS BRUXARIA e por aí vai. Sendo assim, proponho um novo desafio a todas nós:

na virada do ano, vamos depositar toda a nossa crença naquilo que temos dentro de nós: em nossas capacidades, nossas habilidades, nossa vontade. E não em rituais e objetos.

A partir de 2018, que todas nós sejamos donas do nosso futuro, de nossas realizações e de nossa felicidade.

Imagem: Pexels


E o que vocês responderiam a essa pergunta aqui abaixo, feita por uma de nossas usuárias do Clube Superela?

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