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Embrace! Se tempos atrás os corpos “perfeitos” eram apenas possíveis para atrizes de tv, cinema e aquelas mulheres “capa de revista”, hoje esses corpos estão mais próximos do que a gostaria. As redes sociais nos permitiram acessar o dia-a-dia de nossos amigos, conhecidos e até a vida das mais distantes celebridades sem sair de casa.

Recentemente, li um artigo que nos alerta para a forma como as lentes fotográficas focam apenas nos corpos das mulheres, e não seus rostos. Corpos, diga-se de passagem, lindos. Livres de marcas, imperfeições, jovens e brancos.

Que tipo de mensagem relacionada à BELEZA está sendo passada aí?

Somos constantemente expostas a esse tipo de propagandas. Com isso, que tipo de OLHAR é possível desenvolver para o nosso próprio corpo?

Olhamos para nós mesmas com lentes aumentadas para nossas imperfeições. Isso gera, imediatamente, vergonha, ódio e nojo. A longo prazo, os resultados desses sentimentos podem ser transtornos alimentares, depressão e disfunção sexual.

Ruim para nós, mulheres, mas excelente para a indústria da beleza, que associa esses corpos a produtos milagrosos. Em cima do nosso desespero, ela movimenta rios de dinheiro com seus mais variados produtos. São dietas, suplementos, cintas modeladoras, planos de exercícios, remédios, procedimentos estéticos, e por aí vai.

O culto exagerado ao corpo e a vergonha do próprio corpo ganhou proporções gigantescas com a popularização das redes sociais. Somos constantemente incentivadas a achar que não somos boas o bastante. Afinal, a cada dia somos julgadas apenas pela nossa aparência, sendo constantemente lembradas do quão longe estamos de alcançar esse ideal.

Embrace: um documentário que te ensina a amar o próprio corpo

próprio corpo

Imagem: Divulgação/Embrace (2016)

Em contrapartida a todo esse apelo pelo corpo perfeito, um outro movimento vem gerando uma corrente cada vez mais expressiva no sentido contrário. O “Body Image Movement“, o “Body Positive” e o “Body Love” são tentativas de redesenhar e redefinir esse ideal de beleza. Eles encorajam as mulheres a aceitar não só elas mesmas e seus corpos, mas também outras mulheres e seus corpos, na tentativa de alcançar, ao redor do mundo, a maior quantidade possível de pessoas nessa mesma causa.

A Australiana Taryn Brumfitt, fundadora do “Body Image Movement“, filmou o documentário Embrace, disponível no Netflix. Esse documentário retrata não só a relação de Taryn com o próprio corpo, de como ela passou a aceitar seu próprio corpo exatamente do jeito que ele é, sem preconceito, medo ou indiferença, como também traz depoimentos riquíssmos e incríveis de tantas outras mulheres que vivem os mesmos dramas. Segundo a autora, 91% das mulheres são, em maior ou menor grau, infelizes com o próprio corpo.

É muito importante que as mulheres se tornem conscientes desse problema e se juntem à essa causa, não só para tentar mudar seu olhar com relação ao próprio corpo, mas também para ajudar suas filhas, sobrinhas, afilhadas. Assistam, me contem e ajudem a divulgar!

Algumas diretrizes do “BODY MOVIMENT”:

Nós dizemos não:

  • Ao uso excessivo de “Photoshop” nos corpos veiculados pela mídia;
  • A sermos programadas a aceitar imagens irreais de corpos;
  • à noção de que ter peso XXX determina se você é ou não uma pessoa saudável;
  • à sexualização de garotas na mídia e na cultura moderna;
  • à objetificação da mulher;
  • ao incentivo e perpetuação da insegurança feminina.

Imagem: Divulgação/Embrace (2016)


E o que vocês responderiam a essa pergunta aqui abaixo sobre aceitação do próprio corpo, feita por uma de nossas usuárias do Clube Superela?


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