Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Quem nasceu para ser Vai Malandra nunca será Surubinha de Leve. Em 2018, verão foi lotado de possíveis hits do Carnaval, mas alguns candidatos insisiram em fazer músicas em alusão à cultura do estupro. Perderam. Sabe por quê? A gente até gosta de rebolar a raba, mas se for para ter peso na consciência é melhor nem dançar. Para escutar funks sem machismo você pode consultar qualquer uma das listas no nosso Spotify, mas desta vez eu separei 30 músicas cantadas pelas divas brasileiras em uma playlist que você encontra no fim do post:

Funks sem machismo cantados por nossas divas

01. Vai Malandra (Anitta, Mc Zaac, Maejor, Tropkillaz ft. Yuri Martins)

Quem já preparou o bronzeado? No último lançamento do projeto Check Mate, Anitta quebrou os recordes e jogou o limite para o alto ao dançar em cima de uma caixa d’água no morro do Vidigal. A gente não esperava menos, né?

02. Joga Bunda (Aretuza Lóvi, Gloria Groove, Pabllo Vittar)

2017 também foi o ano de Pabllo Vittar. Se você quer conhecer mais drag queens tão talentosas quando a fada maranhense, fique ligada no hit Joga Bunda, nova música de Pabllo, Aretuza Lovi e Gloria Groove.

03. Bailão (Mc Bruninha)

Essa é para quem gosta de funk melody de raiz! Aos 13 anos Mc Bruninha foi descoberta em um show de talentos da produtora carioca Furacão 2000 e logo no ano seguinte lançou a música Bailão, que fez parte da adolescência de muita gente por aí.

04. Cheguei (Ludmilla)

Seja como Mc Beyoncé ou Ludmilla, a funkeira sempre soube como nos agitar! O clipe de Cheguei, inspirado no filme Meninas Malvadas foi o grande hit de Lud no ano passado e mal esperamos por ver o que ela fará no ano que vem.

05. Dessa vez (Mc Sabrina)

Precurssora dos funks sem machismo, Mc Sabrina sempre fez os alto-falantes da Furacão 2000 vibrarem com o poder feminino. Além de cantar sobre a realidade das favelas, Sabrina é contra a objetificação da mulher no funk e rejeita a posição de sex symbol.

06. Agora eu tô solteira (Gaiola das Popozudas)

Quem vê Valesca hoje não imagina que em meados dos anos 2000 a cantora comandava o grupo Gaiola das Popozudas e já tinha uma postura quase tão empoderada quanto hoje. Depois de reconhecer que reproduzia machismo em algumas músicas, Valesca se declarou feminista e se propôs a mudar até as letras antigas. Rainha faz assim, né mores?

07. Tremendo Vacilão (Perlla)

Quem nunca dançou essa música com as amigas em coreografia? Eu era craque! Perlla foi outra cantora que praticamente inventou os funks sem machismo e sempre nos ensinou a pisar em boy lixo.

08. Toca na Pista (Tropkillaz & Heavy Baile feat. Mc Carol)

Tá pra nascer funkeira mais feminista que a Mc Carol. Ela não foge do papo reto quando o assunto é feminismo nas redes sociais e sempre que pode insere um pouco de girl power nas suas músicas.

09. Bigode Grosso (Mc Marcelly)

“Vai ter muita picanha, pra quem quiser/ Mas a linguiça toscana é só pra nós mulher”. Você quer empoderamento, @? Meu sonho um churrasco que nem o da música Bigode Gorsso da Mc Marcelly!

10. Água na Boca (Tati Zaqui)

Tati Zaqui tem cabelo colorido, já declarou ser bissexual e tem músicas super dançantes, tem como não crushar?

… e as outras vinte você só escuta na nossa playlist! Segue lá no Spotify:

Imagem de capa: Reprodução/ Frases de Bêbada

funks sem machismo


Agora que você já conhece vários funks sem machismo, que tal ajudar a uma amiga no Clube Superela? Você pode responder à pergunta abaixo ou clicar aqui.

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