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Veja porque é importante se preocupar com a educação financeira do seu filho.

Você já conversou com o seu filho sobre dinheiro e finanças? Apesar de não parecer, esses são assuntos fundamentais para que a criança cresça e tenha um bom discernimento a respeito de educação financeira. Um ótimo começo é introduzir a mesada na rotina dele, mas sempre com cautela.

Se você está com alguma dúvida de como pode introduzir esses temas, preparamos um artigo que vai tratar especialmente dessas questões. Contudo, antes de continuar a leitura, lembre-se de que cada criança tem o seu tempo de aprendizagem.

Introdução da educação financeira

A mesada é considerada, muitas vezes, como o primeiro contato real que a criança terá com o dinheiro. Isso vai influenciar diretamente na educação financeira dela, já que sua visão será ampliada e ela conseguirá entender melhor questões básicas dessa área.

O essencial é que o seu filho tenha acesso a esse conhecimento desde pequeno, pois quando adultos, eles terão mais consciência e responsabilidade. Ou seja, a chance de se tornarem pessoas irresponsáveis e inadimplentes é bem menor. Lembrando que isso não é uma regra, mas pode acontecer.

Ao praticar com seu próprio dinheiro, as crianças têm a oportunidade de priorizar metas, seja para comprar algum brinquedo ou fazer aquela viagem que elas tanto sonham. Dada de maneira correta, a mesada não será prejudicial para o seu filho. Ele vai ter a chance de aprender com você, por isso, invista nesse ensino.

Qual a idade ideal para dar mesada?

Isso depende muito do estilo de vida de cada família e da maturidade da criança. No entanto, o recomendável é iniciar essa jornada a partir dos 6 e 7 anos de idade. Uma alternativa válida é oferecer a mesada quando a criança pede ou sugere.

Dessa forma, elas valorizam mais, ficam mais receptivas às orientações e sentem que estão conquistando algo. Mas, vale lembrar que para os filhos ficará aquela sensação de erros e acertos.

Eles terão que tomar decisões, conviver com limites, planejar compras, pesquisar por preços, poupar, entre outras coisas. Muitos deles irão desenvolver habilidades e posturas importantes para que, no futuro, tenham uma vida financeira tranquila e estável.

Qual o melhor valor?

A primeira decisão a se fazer nesse momento é observar as possibilidades do seu orçamento, além de avaliar a rotina e os hábitos da criança. Tente buscar um parâmetro para iniciar a mesada.

Vale ressaltar que independente da situação financeira, o ideal não é dar uma alta quantia em dinheiro para a criança. Nesse caso, é mais relevante analisar a periodicidade e as regras de pagamento que você vai sugerir.

Tudo deve ser combinado entre você e seu filho. Acompanhe o processo e respeite, pois a mesada não deve ser feita como moeda de troca. Exemplo: exigir que a criança tire notas boas para receber mais dinheiro.

Dicas para mães e pais

Para te ajudar mais ainda nesse desenvolvimento da educação financeira do seu filho, separamos algumas dicas que podem auxiliar no dia a dia:

  • Mostre que usar dinheiro é fazer escolhas. Escolhas são ótimas, desde que possamos pensar antes sobre elas;
  • Mostre a importância de ganhar e guardar o dinheiro;
  • Ensine a criança a ser honesta em suas atitudes quando receber a mesada;
  • Demonstre que você confia no seu filho e não deixe de comemorar as pequenas conquistas dele, isso faz toda a diferença na relação de ambos;
  • Construa um sonho de longo prazo com seu filho, seja para comprar aquele celular que ele deseja ter ou até mesmo em outras situações.

Agora que você já viu como introduzir de maneira eficaz a mesada na vida do seu filho, conte pra gente se você já tentou aplicar essas dicas dentro da sua família. Até a próxima!

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