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Carnaval batendo na porta e todo mundo já sabe que tem que se proteger, né? O que você pode não saber, é que além da pílula e camisinha- que são métodos populares mas facilmente esquecíveis no meio da folia-, existem outros métodos contraceptivos para confiar e adotar até o carnaval. Vem ver:

Métodos contraceptivos de comportamento

Os métodos contraceptivos de comportamento têm a vantagem de serem acessíveis e promoverem um autoconhecimento do corpo. Por outro lado, não previnem contra as infecções sexualmente transmissíveis e devem ser aliados a outros métodos, como por exemplo os de barreira.

  • Tabelinha: é um monitoramento do ciclo menstrual que indica o período fértil geralmente a partir do 11º dia depois da menstruação. O grande problema da tabelinha é que só funciona para mulheres com o ciclo regular, já que é mais difícil controlar o período ovulatório quando a menstruação não vem com a mesma frequência.
  • Temperatura basal: consiste em medir diariamente a temperatura do corpo para descobrir os períodos de ovulação e fértil. Isso acontece porque quando uma mulher ovula, a temperatura do corpo é elevada por conta da progesterona. No terceiro dia após a elevação é considerado o fim do período fértil e nos dias seguintes, o corpo sofre uma quada de cerca de 0,5 °C em relação às medidas “basais”, ou seja, do início do ciclo.
  • Método Billings (muco cervical): Durante o período fértil, o estrogênio provoca mudanças no muco cervical, que aumenta em quantidade e fica com aspecto transparente, como uma “clara de ovo”. Já quando acaba a ovulação, o muco fica mais denso e branco. Por outro lado, corrimentos e algumas infecções podem mudar a cor do muco, prejudicando a eficácia do método.

Métodos contraceptivos de barreira

Como o nome já entrega, são criadas literalmente barreiras para evitar que o espermatozoide entre em contato com o óvulo, prevenindo a gravidez indesejada e ainda protegem contra as infeções sexualmente transmissíveis.

  • Camisinha: pode até ser mais gostoso transar sem camisinha, mas é muito melhor ficar livre de infecções, né? A borrachinha de látex que protege o pênis é provavelmente o método contraceptivo mais popular. No carnaval, saia de casa sempre com pelo menos duas na carteira, já que ela nunca devem ser reutilizadas e se a transa for boa, por que não repetir, não é mesmo?
  • Diafragma: copinho de silicone que deve ser colocado na vagina algumas horas antes da relação. Geralmente é usado por mulheres que preferem métodos sem hormônios, além de ser mais acessível, já que costuma dura em média três anos. Como é um contraceptivo reutilizável, a higienização após o uso é fundamental e é recomendada a combinação com uma camada de espermicida.
  • Espermicidas: pomadas, cremes ou géis que imobilizam e destroem os espermatozoides. Como  não tem muita eficácia se usados isoladamente, são mais indicados para cobrir o diafragma, previne contra as infecções sexualmente transmissíveis, ao contrário dos espermicidas.

Métodos contraceptivos hormonais

Estes métodos dependem da ação hormonal para controlar a ovulação. Embora sejam muito eficazes para prevenir a gravidez, também devem ser aliados aos métodos de barreira.

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  • Pílulas anticoncepcionais: a pílula é o contraceptivo mais utilizado no mundo, e consiste em uma combinação de hormônios (progesterona e estrogênio) que inibem a ovulação. Por ser um método reversível, deve ser tomada todos os dias no mesmo horário, por isso, nada de esquecer a pílula só porque está cansada do bloco, ok?
  • Anel vaginal: anel de silicone que libera hormônios gradualmente e deve ser colocado na vagina no primeiro dia da menstruação, e retirado após 3 semanas. Depois desse período, o anel deve repousar por uma semana até o início do novo ciclo. A vantagem do anel para o diafragma, por exemplo, é que é mais confortável e você não precisa colocar todas as vezes em que for transar.
  • Adesivo cutâneo: O adesivo funciona mais ou menos como o anel, porém, a diferença é que o conjunto vem com três unidades, que devem ser usadas separadamente a cada semana. Após três semanas de estrogênio e progesterona, o adesivo deve ser retirado e é necessário fazer uma pausa de uma semana.
  • Contraceptivo de emergência: como o nome já diz, a pílula do dia seguinte só deve ser utilizada em casos extremos, já que a eficácia diminui conforme o uso aumenta e não deve ser usada caso você já utilize a pílula anticoncepcional diária. Deve ser tomada até 72h após a relação, e quanto mais cedo você tomar, melhor.

Imagem de capa: Reprodução/ Andrew Zaeh


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