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Oieee, saudações femininas porque o tema hoje é… Tantra!

E lógico, eu como uma apaixonada pelos temas que transcendem as teorias vou tentar explicar a minha abordagem na terapia tântrica, desmitificando as expectativas e realidade dessa filosofia de muitas possibilidades que cumpro diariamente em minha rotina diária como terapeuta.

Então vamos ao que interessa!

Eu compreendi o real significado de uma massagem corporal em 2010, quando conheci a terapia tântrica em Nova York. Meu corpo já havia sentido o relaxamento na massagens tradicionais com pedras quentes, bambuterapia, shiatsu, massoterapia, entre outras técnicas que conheci aqui no Brasil, para mim massagem é vida!

Mas a massagem tântrica… ufa, foi a única que me deixou em transe e que eu tive a sorte de ser apresentada ao verdadeiro método que cura, liberta, empodera e humaniza o nosso ser.

Meu corpo nu foi entregue totalmente na presença do terapeuta, com luvas que me assegurou estar diante de um verdadeiro profissional, a fim de promover algo que minha razão jamais permitiria viver, sentir ou experimentar.

Tive arrepios orgásticos como se uma grande energia de prazer alinhasse um caminho de muita luz. Uma linda viagem que iniciou na base do meu cóccix numa potência prazerosa vaginal, ativando meu umbigo, numa expansão cardíaca, onde os sons e ritmos tomaram a minha garganta, e um calor de um sol matinal abrindo minha testa, me coroou meu destino único e próprio.

Parecia loucura, mas dominei o medo natural do desconhecido, ao descontrole consciente de um momento seguro e muitas descobertas de extremo prazer, nunca antes sentido com nenhuma pessoa, mas que ainda era longe das minhas masturbações silenciosas no meu banheiro (quem nunca?).

Na cabeça, meus últimos segundos de êxtase orgástico me deixaram em paz comigo mesma. Dei um choro de alegria e me levantei as gargalhadas como uma criança que tinha acabado de sair de uma verdadeiro parque de diversões e todo o mundo a volta se fez único.

Só depois vim a entender que eu abrira neste acontecimento meus chacras.

De volta ao Brasil, essa paixão e gratidão por ter dissolvido tantas feridas internas, me fez hoje ser quem eu sou. Diante dessa energia vibrante, aprendi a alimentar um fluxo sexual vital em todas as áreas da minha vida, prosperando em uma plenitude profunda de autoconhecimento, vivendo cores lindas nessa vida, antes tão cinzenta. Foi então que mergulhei neste universo tântrico, me profissionalizando, através de pesquisa, estudos e laboratórios. A princípio para atender mulheres, proporcionando prazeres que o patriarcado nos negou e ainda nega cheio de culpas, afinal esse foi o legado deixado pela igreja Cristã no ocidente.

Minha grande surpresa foi reconhecida no público masculino em sua cultura eróticas e pornográficas da mecânica masturbatória, a vulnerabilidade em sua saúde sexual nas disfunção erétil e ejaculação precoce, destruindo seus relacionamentos e consequentemente suas expectativas junto à relação de reciprocidade com seus respectivos relacionamentos.

Assim compreendi o meu legado: eu queria ajudar mulheres, mas elas não investiam nisto. Muitas ainda vivenciam a cultura da embalagem e focam nos shapes que lotam as academias e gastam fortunas nos salões e nas grifes. Não sou contra nada disso, pelo contrário, apoio todas as expressões que agregam o empoderamento pessoal. Mas reitero que a vida é muito mais que rótulos. Eu precisava gerar conteúdo real, uma inteligência emocional para elas e sem querer compreendi que meu desafio era ouvir os homens, sem vaidades.

Eu também sou mulher e essa discussão fomentava minha questões humanas.

Foi aí que entendi, não seria necessário quebrar paradigmas em relação a terapia/massagem tântrica no âmbito do entendimento das pessoas, pois a sexualidade humana sempre será uma pauta de entendimento proibido. Sei bem o quanto somos dicotomizados do que se constitui socialmente e academicamente como uma área profissional a ser levada a sério.

Mesmo assim me tornei uma especialista tântrica e nunca pretendi nadar contra essa corrente. Não via efetividade em provocar esse discurso em causa própria, ao contrário, sempre acreditei que pudesse trafegar, mesmo que de forma aparentemente discreta nos meios sociais e acadêmicos provocando o que mais podia oferecer frente a catástrofe de uma disfunção sexual: a ajuda!

Dessa forma, discreta e sem embate direto, fui crescendo junto às dificuldades em resolver o bem-estar sexual. Até porque era procurada como último recurso do indivíduo ou casal.

Tenho certeza que essa confusão quanto as propostas do Tantra habitam as pessoas em geral, mas talvez na contra mão do embate direto podemos construir uma ferramenta a mais na descoberta do prazer sexual.

Entendendo as angústia mais comuns em meus atendimentos de rotina o compartilhamento dos sentimento, das pessoas quando o papo é sexo é paradoxal para as pessoas, porém nessa terapia tântrica de uma filosofia milenar, todas as palavras, teorias se fundem em práticas orgânicas, instintivas de natureza saudáveis e lícitamente orgástica.

Se permita!

Um grande beijo e até a próxima!

Imagem: Unsplash

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